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Homens trabalhando em reconstrução

Na offseason, todos os times são bons. Afinal, é durante ela que você pode acreditar que Sam Bradford não se machucará (estatística: ele jogou mais de 14 jogos em quatro de suas oito temporadas na liga; exato, trabalhamos com 50% de probabilidade), que Tyrann Mathieu era muito mais mídia do que bola, que David Johnson se recuperará de uma lesão como um X-Men e, como em qualquer esporte que não faz sentido, um novo técnico trará uma nova filosofia que fará perebas verdadeiros craques.

Entretanto, parafraseando algum porco (acho) daquele livro do George Orwell (não li), alguns times são melhores do que os outros. Carson Palmer era um QB sólido e injustiçado, que, mesmo com problemas na hora da verdade como qualquer quarterback de USC (alô Sam Darnold), ao menos era confiável para executar o ataque de Bruce Arians até um braço quebrado ser a última cena de sua carreira na semana 7 de 2017; uma lesão que tira um jogador de toda a temporada sempre é perigosa (e David Johnson tem apenas uma boa temporada na carreira); e, bem, Steve Wilks pode ter operado verdadeiros milagres com a secundária dos Panthers sem um grande nome sequer, mas a dos Cardinals está reduzida a reservas de jogadores medianos.

E, não, torcedores, não há como a 15ª temporada de Fitzgerald não pesar, mesmo que as 109 recepções para 1156 jardas e 6 TDs de 2017 insistam em dizer o contrário.

Quem leva a bola ao craque

Já mencionamos Carson Palmer e hoje ele, talvez, é apenas história. Apesar de parecer estar na liga há 30 anos (chegou em 2003), infelizmente não há jogadas muito memoráveis, tampouco títulos, então seus bons números serão encontrados por nerds daqui a 15 anos e todos diremos “nossa, Carson Palmer, nem lembrava que ele existia”. Bom, que Palmer tenha uma feliz aposentadoria.

Arizona trouxe três candidatos para substituí-lo. Ou melhor, um para substituí-lo e dois para dar tempo ao garoto: Mike Glennon vem de Chicago, após ter feito parte de uma experiência estranha com Mitch Trubisky, e dispensa comentários em relação a potencial futuro; já Sam Bradford é o Mike Glennon desse ano, com impensáveis 20 milhões de salário, fruto de um excelente trabalho de seu empresário.

Quebrando a banca.

É inegável que Bradford pode fazer boas temporadas, como conseguiu nos Vikings em 2016, mas sua incapacidade em manter-se saudável lhe permitirá apenas seguir como uma opção secundária. Convenhamos: nem mesmo Arizona espera que Bradford se mantenha saudável e vista vermelho por anos a fio, vide seu contrato curto e, bem, o QB do futuro já definido.

Josh Rosen, que passou pela montanha-russa típica do draft, indo de melhor jogador para quarto melhor QB em poucos meses, mesmo depois de anos (dizem) sendo estudado por olheiros das 32 equipes, é o primeiro QB de 1st round em Phoenix desde Matt Leinart (USC, 2006) e terá a responsabilidade de ser a cara dos Cardinals pelos próximos anos.

Palpite: Cinco jogos serão suficientes para que Rosen aprenda o que, hoje, é um ataque super complexo (mesmo que ele já operasse um ataque complexo em UCLA) desenhado por Mike McCoy, já que os quatro meses de pré-temporada, acreditem, duram menos que as cinco semanas iniciais da NFL.

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Esperamos também que Rosen se torne logo uma estrela na liga; afinal é um jogador que não evita dar a sua opinião, ou pelo menos não evitou quando estava na faculdade. Infelizmente, como rookie, ele deve se comportar para aumentar suas chances de efetivamente jogar. Quando se estabelecer, ficamos na expectativa de ter um bom QB que não tenha receio em falar.

Fitzgerald, Johnson e pouco mais

Assim como veremos na defesa, o núcleo de bons jogadores no ataque de Arizona é limitado. Larry Fitzgerald é eterno enquanto dure (parafraseando aquele poema que só sabemos algumas estrofes) e David Johnson deverá voltar no ritmo de 2016, pelo bem da sanidade dos analistas de plantão; Justin Pugh, G que vem dos Giants, também deverá ajudar a fortalecer a linha ofensiva e abrir espaços para o RB. Fora esses, a equipe de suporte que Rosen receberá é duvidosa.

Os recebedores, além dos já citados, serão o rookie Christian Kirk, que vem bem cotado do Texas, Brice Butler, um daqueles nomes aleatórios de Dallas, e Jermaine Gresham, que já está há alguns anos nos Cardinals sem superar as 400 jardas sequer. Faça sua mágica, Rosen (ou Bradford, com seus passes curtos precisos).

A linha ofensiva troca Jared Veldheer por Andre Smith que, saudáveis, estão hoje no mesmo nível. O lado esquerdo se mantém com os mesmos nomes que seguraram Palmer em pé e saudável em 2016, e conseguiram criar espaços para sub-RBs em 2017, ou seja, DJ Humphries e Mike Iupati seguem confiáveis – elementos importantes para desenvolvimento de um jovem lançador.

“Veja bem, Wilks, aqui você tem Patrick Peterson”

Deve ter sido o argumento da diretoria de Arizona enquanto viam Tyrann Mathieu, Justin Bethel e Tramon Williams deixarem a equipe. Com Peterson e Budda Baker, eles formaram os cinco jogadores da secundária titular dos Cardinals em 2017, que já foi 14ª em número de jardas aéreas cedidas, um número (no máximo) razoável.

Budda Baker, válido lembrar, rookie de segunda rodada que aproveitou a oportunidade em 2017 (até jogou o Pro Bowl e foi votado All-Pro), pode e deve ser o outro ponto de alívio no back-seven, que também perdeu o LB eterno Karlos Dansby.

Bethel já não é grande coisa e Williams está velho, mas devem ser substituídos apenas pelo velho S Antoine Bethea, o CB Jamar Taylor que veio do Browns e o S Tre Boston, que já trabalhou com Wilks em 2016; como CB2, deverão contar com Brandon Williams, o CB4 de 2017.

Não se vá.

Mas Tyrann Mathieu, como ele mesmo apontou no Twitter, é considerado o 5º melhor Safety da liga até no Madden, e ter sido cortado por não querer reduzir o salário acordado apenas dois anos antes é absurdo – especialmente em um time com tão pouca profundidade, Mathieu é insubstituível, maloqueiro ou não.

Na linha defensiva, Chandler Jones segue como a âncora assustadora com 17 sacks em 2017, mesmo sem muito mais apoio ao longo dela. E, bom, falando em estrelas na defesa sempre haverá Patrick Peterson. Exceto quando o time enfrente mais de um WR.

Palpite

Muito mais para Seattle que San Francisco. É difícil visualizar os Cardinals melhorando a campanha 8-8 de 2017, especialmente considerando que duas dessas vitórias vieram contra os 49ers pré-Garoppolo (existiu mesmo? Graças a deus não precisamos lembrar mais) e outras três contra uma fraca AFC South (claro, Titans e Jaguars caíram em Phoenix e foram para os playoffs. Mas ainda são Titans e Jaguars). 2018 traz enfrentamentos contra a NFC North e AFC West, além de 49ers e Rams muito mais fortalecidos dentro da divisão – enquanto Arizona enfraqueceu através de toda a lista já citada. Dessa forma, não dá para esperar mais do que um ano de reconstrução para os Cardinals.

Tudo depende do desenvolvimento de Josh Rosen e uma campanha ruim o suficiente para garantir uma boa escolha no ano que vem para continuar montando um novo time – se Wilks também fizer um pouco mais de sua mágica e com isso acabar encontrando dois ou três jovens valores defensivos, 2018 já terá sido um sucesso.

Top Pick Six #8: os 15 melhores S da NFL

A temporada se aproxima: restam apenas dois meses e meio para o início da pré-temporada, onde já poderemos ver alguns jogos e extrair as primeiras impressões dos times.

Hoje, nossa lista contempla os 15 melhores S (safeties) da NFL. Eles são os responsáveis por cobrir o fim do campo, no setor defensivo, ou seja, normalmente defendem passes longos. Algumas formações, com a intenção de surpreender o ataque adversário, mandam os safeties em blitz, para que eles façam o sack no QB adversário. Alguns dos principais nomes da posição na história da NFL são Ronnie Lott, Ken Houston, Paul Krause, Troy Polamalu e Ed Reed.

Nos mesmos moldes das listas que já fizemos, ao todo 8 pessoas selecionaram seus 15 melhores S entrando na temporada de 2017. Não é uma lista que contém os 15 melhores do ano passado. Não é uma lista contendo os 15 melhores para o futuro da franquia. É uma lista com os 15 melhores, jogadores essenciais e que podem fazer a diferença para seus times nesse ano – excluindo o draft, claro.

Para confecção do ranking, cada um selecionou 15 jogadores. Se o jogador estava na posição 1, lhe atribuí 1 ponto. Na posição 2, 2 pontos, e assim sucessivamente. Se o jogador não apareceu na sua lista, atribuí – pontos. Os jogadores com menos pontos, em média, (soma dos valores dividido por 8) ficou em primeiro lugar, e assim por diante. É possível verificar as somas na tabela ao final desta coluna.

Participaram da formulação do ranking:

Integrantes do Pick Six: Cadu, Digo, Ivo, Murilo e Xermi.

Duas pessoas referência na internet quando o assunto é NFL e que, diferente de nós, realmente sabem o que falam sobre football: Felipe, do @oQuarterback e Vitor, do @tmwarning.

– E um leitor convidado!

Embaixo dos nomes dos jogadores, coloquei a ordem que cada um de nós classificou este jogador. Caso ele não esteja no top 15 de alguém, um traço está no lugar. A ordem é Xermi, Digo, Cadu, Murilo, Ivo, Felipe, Vitor e Diego. Vamos ao que interessa! 

15° Johnathan Cyprien

10 14 12 7

Time: Tennessee Titans

Idade: 26 anos

Draft: 2013 / Round: 2 / Pick: 33

College: Florida International

Career Stats:

Total tackles: 453

Sacks: 2.0

Forced fumbles: 4

Fumble recoveries: 2

Interceptions: 2

Pass deflections: 16

Cyprien, draftado pelos Jaguars em 2013, sempre foi um jogador muito consistente, com números parecidos em todos os anos que jogou na NFL. Este ano, mudou de casa, mas continua na mesma divisão: jogará pelos Titans, reforçando uma defesa historicamente com problemas.

14° Darian Stewart

15 6 10 10

Time: Denver Broncos

Idade: 28 anos

Draft: 2010, Undrafted

College: South Carolina

Career Stats:

Tackles: 331

Quarterback sacks: 4.0

Pass deflections: 38

Interceptions: 6

Forced fumbles: 6

Touchdowns: 1

Stewart iniciou na NFL em 2010, atuando pelos Rams, mesmo sem ser draftado. Depois de três anos em St. Louis, passou por uma temporada também sólida pelos Ravens, mas no ano seguinte já se mudou para Denver, onde viveu uma fase excelente, inclusive vencendo o SB 50. No final do ano passado, os Broncos estenderam seu contrato até 2020, em um negócio no valor de 30 milhões de dólares.

13° Keanu Neal

14 13 13 10 15 15 9

Time: Atlanta Falcons

Idade: 21 anos

Draft: 2016 / Round: 1 / Pick: 17

College: Florida

Career Stats:

Total tackles: 106

Sacks: 0.0

Forced fumbles: 5

Pass deflections: 8

Interceptions: 0

Mal começou na NFL e este garoto já aparece em nosso ranking. Neal foi uma escolha de primeiro round em 2016 e entregou o que se esperava dele. Mesmo perdendo as duas primeiras semanas da temporada devido à uma lesão no joelho, foi fundamental na boa campanha dos Falcons. Espera-se ainda mais dele para 2017.

“Os meninos são intensos”, também chamado “se não rolar aquela multinha anual tá pouco”.

12° Reshad Jones

9 14 3 10

Time: Miami Dolphins

Idade: 29 anos

Draft: 2010 / Round: 5 / Pick: 163

College: Georgia

Career Stats:

Tackles: 555

Quarterback sacks: 9.0

Pass deflections: 40

Interceptions: 16

Forced fumbles: 3

Touchdowns: 3

Desde 2010 atuando na secundária dos Dolphins, Jones teve seu melhor ano em 2015, quando foi ao Pro Bowl. No ano passado, sofreu uma séria lesão no joelho que o tirou da temporada, mas deve voltar ainda melhor neste ano, no fortalecido elenco de Miami. Caso não volte bem, os Dolphins rasgaram dinheiro: em março, assinaram uma extensão contratual de 60 milhões de dólares.

11° Malcolm Jenkins

9 12 15 11 14 11 8

Time: Philadelphia Eagles

Idade: 29 anos

Draft: 2009 / Round: 1 / Pick: 14

College: Ohio State

Career Stats:

Total tackles: 619

Sacks: 5.5

Passes defended: 72

Interceptions: 14

Forced fumbles: 10

Touchdowns: 7

Campeão do Super Bowl XLIV com os Saints e Pro Bowler em 2015, Jenkins tem uma carreira muito sólida. Pelos Eagles, onde atua desde 2014, participou de todos os jogos. Jenkins é também um filantropo fora de campo: é fundador da The Malcolm Jenkins Foundation, especializada em mentoria, desenvolvimento de caráter, liderança, educação e saúde. 

10° Ha Ha Clinton-Dix

12 9 11 11 13 11 5

Time: Green Bay Packers

Idade: 24 anos

Draft: 2014 / Round: 1 / Pick: 21

College: Alabama

Career Stats:

Total tackles: 272

Sacks: 4.5

Pass deflections: 16

Interceptions: 8

Forced fumbles: 2

Tendo sido um recruta cinco estrelas pela grande maioria da mídia especializada, foi selecionado na primeira rodada do draft de 2014 pelos Packers. Ele, que atuou em Alabama na faculdade, foi ao Pro Bowl no ano passado e ao que tudo indica tem tudo pra ser um dos melhores safeties da NFL no futuro.

09° T.J. Ward

11 15 8 7 7 12 8 11

Time: Denver Broncos

Idade: 30 anos

Draft: 2010 / Round: 2 / Pick: 38

College: Oregon

Career Stats:

Tackles: 564

Quarterback sacks: 8.5

Passes defended: 41

Interceptions: 8

Forced fumbles: 10

Touchdowns: 2

Ward, que teve sua breakout season em 2013, quando ainda atuava pelos Browns, só foi ganhar um Super Bowl fora de Cleveland (meio óbvio): venceu o SB 50 com a magnífica defesa dos Broncos, onde joga até hoje. Já foi a três Pro Bowls e ainda não dá sinais de fraqueza, sempre mostrando que ainda tem gás no tanque pra continuar jogando em alto nível.

08° Devin McCourty

7 7 7 3 6 5 7

Time: New England Patriots

Idade: 29 anos

Draft: 2010 / Round: 1 / Pick: 27

College: Rutgers

Career Stats:

Total tackles: 535

Sacks: 2.0

Forced fumbles: 8

Interceptions: 19

Pass deflections: 71

Return yards: 846

Mais uma das grandes escolhas de Belichik nos drafts, McCourty é um safety excepcional e consistente. Com 19 interceptações na carreira, é um dos grandes nomes da posição. Curiosamente, McCourty tem um irmão gêmeo na NFL, o atual free agent Jason McCourty (cornerback cujo último time foi o Titans).

Barba lendária pra combinar com a bola que joga.

07° Eric Weddle

6 10 6 6 5 9 2 12

Time: Baltimore Ravens

Idade: 32 anos

Draft: 2007 / Round: 2 / Pick: 37

College: Utah

Career Stats:

Tackles: 939

Quarterback sacks: 7.5

Pass deflections: 84

Interceptions: 23

Forced fumbles: 6

Touchdowns: 4

Weddle, na NFL desde 2007, construiu uma carreira muito sólida. Foi o líder de interceptações na temporada de 2011, participou de quatro Pro Bowls e foi escolhido duas vezes para a seleção titular All-Pro da liga. Atuou no Chargers de 2007 a 2015, e ano passado fez boa temporada pelos Ravens, participando todos os jogos e anotando quatro interceptações.

06° Kam Chancellor

8 8 10 5 4 2 14 4

Time: Seattle Seahawks

Idade: 29 anos

Draft: 2010 / Round: 5 / Pick: 133

College: Virginia Tech

Career Stats:

Tackles: 557

Quarterback sacks: 2.0

Interceptions: 12

Passes defended: 42

Forced fumbles: 8

Outro grande atleta que vem tendo uma carreira muito consistente é Kam Chancellor. Pertencente à grande secundária dos Hawks, ele já foi a quatro Pro Bowls e venceu o Super Bowl XLVIII com o time de Seattle. Draftado apenas no quinto round, é considerado uma steal, pois atuando na universidade Virginia Tech era considerado um recruta de apenas duas a três estrelas pela mídia especializada.

05° Harrison Smith

2 2 4 8 8 6 3

Time: Minnesota Vikings

Idade: 28 anos

Draft: 2012 / Round: 1 / Pick: 29

College: Notre Dame

Career Stats:

Total tackles: 411

Sacks: 7.5

Interceptions: 12

Pass deflections: 28

Touchdowns: 4

Forced fumbles: 3

Free Safety dos Vikings draftado em 2012, Smith vem marcando seu nome na liga. Tendo atuado em dois Pro Bowls, o jogador é sempre evitado pelos QBs adversários, devido a seu grande atleticismo e talento defendendo a secundária – Harrison Smith só não tem número ainda melhores porque sofreu muito com lesões em sua carreira.

Nada como brincar de WR com Eli Manning.

04° Landon Collins

5 5 5 9 9 8 6 1

Time: New York Giants

Idade: 23 anos

Draft: 2015 / Round: 2 / Pick: 33

College: Alabama

Career Stats:

Total tackles: 237

Sacks: 4.0

Pass deflections: 22

Interceptions: 6

Forced fumbles: 1

Defensive touchdowns: 1

Draftado em 2015 pelos Giants, Collins tem desenvolvido muito o seu jogo desde sua entrada na liga, tornando-se uma dos principais atletas na posição. Ano passado já foi ao Pro Bowl e foi considerado o jogador de defesa do ano na NFC. Em 2016, inclusive, anotou cinco interceptações, uma delas retornada 44 jardas para TD. É claramente, hoje, peça fundamental no setor defensivo dos Giants.

03° Tyrann Mathieu

3 4 3 4 2 7 4 3

Time: Arizona Cardinals

Idade: 24 anos

Draft: 2013 / Round: 3 / Pick: 69

College: LSU

Career Stats:

Total tackles: 230

Sacks: 3.0

Forced fumbles: 3

Pass deflections: 34

Interceptions: 9

Touchdowns: 1

Honey Badger ou Texugo do Mel, como é conhecido, este jogador de apenas 1,75m de altura parece não ter medo de nada. Mathieu, por problemas extra-campo, só foi draftado no terceiro round em 2013, mesmo tendo talento para ser selecionado primeiro. Atuando nos Cardinals ao lado de seu companheiro de faculdade Patrick Peterson (ambos jogaram juntos em LSU), Honey Badger é o exemplo safety agressivo que muitos times buscam, e está muito bem colocado em nosso top 3. Outro jogador que, não fossem as lesões, teria números ainda mais impressionantes.

02° Eric Berry

4 3 2 1 3 1 5 6

Time: Kansas City Chiefs

Idade: 28 anos

Draft: 2010 / Round: 1 / Pick: 5

College: Tennessee

Career Stats:

Total tackles: 427

Sacks: 5.5

Interceptions: 14

Forced fumbles: 3

Pass deflections: 50

Defensive touchdowns: 5

Além dos cinco Pro Bowls e três seleções First Team All-Pro que leva nas costas, Berry venceu o prêmio de Comeback Player of the Year em 2015. Isso porque, em 8 de Dezembro de 2014, foi diagnosticado com o linfoma de Hodgkin. Na offseason, após sessões de quimioterapia, foi considerado livre do câncer e voltou a jogar. O mais impressionante sobre essa história é que Berry manteve os treinos físicos da NFL durante o seu período de tratamento, o que só mostra sua vontade de vencer e continuar jogando.

01° Earl Thomas

1 1 1 2 1 4 1 2

Time: Seattle Seahawks

Idade: 28 anos

Draft: 2010 / Round: 1 / Pick: 14

College: Texas

Career Stats:

Total tackles: 554

Pass deflections: 56

Interceptions: 23

Forced fumbles: 9

Touchdowns: 2

O líder da Legion of Boom, Thomas foi quase uma unanimidade como melhor safety da NFL. Ele, que foi a cinco Pro Bowls seguidos de 2011 a 2015, é um dos atletas mais atléticos da liga, com excelentes números durante toda sua carreira. No ano passado, em um jogo contra os Panthers na semana 13, quebrou a tíbia e foi colocado no IR. Mas, se tudo der certo, voltará e continuará a ser a estrela dessa defesa!

Algumas curiosidades do ranking:

  • Neste ranking, não há nenhuma unanimidade no Top 3;
  • No Top 5, apenas Earl Thomas é unanimidade;
  • Harrison Smith é o jogador com maior diferença entre dois rankings: é o segundo nos do Xermi e Digo, e não foi citado pelo Diego;
  • Um total de 24 jogadores diferentes foram citados, veja na tabela final abaixo.
  • O top 15 contempla 8 jogadores da NFC e 7 da AFC.
  • 7 jogadores são comuns a todos os rankings: Thomas, Berry, Mathieu, Collins, Chancellor, Weddle, Ward;
  • 7 jogadores foram escolhas de primeiro round em seus drafts: Thomas, Berry, Smith, McCourty, Clinton-Dix, Jenkins e Neal;
  • 6 jogadores são campeões do Super Bowl: Thomas, Chancellor, McCourty, Ward, Jenkins e Stewart;
  • Ficaram fora do top 15, em ordem: Glover Quinn (DET), Tony Jefferson (BAL), Reggie Nelson (OAK), Karl Joseph (OAK), Kenny Vaccaro (NO), George Iloka (CIN), Morgan Burnett (GB), Clayton Geathers (IND), Adrian Amos (CHI).
  • Todos os atletas citados são milionários!