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Podcast #7 – uma coleção de asneiras VII

E aí, galera, beleza? Com novidades na locução, estamos de volta! Voltamos a falar sobre lesões! Dessa vez, discutimos como seria liga se os jogadores que se machucaram (basicamente todo mundo) ainda estivessem saudáveis.

Em seguida, apresentamos nossa visão sobre alguns dos principais candidatos a Head Coach of The Year; e para sair do comum, candidatos a ANTI-Head Coach of The Year – seja lá o que isso signifique.

Depois, o novo estagiário é obrigado a responder proposições que ele não concorda, como por exemplo “Por que vitórias são o único stat que importa na carreira de um QB“. De alguma fora, o segmento termina falando sobre Jacoby Brissett. Por fim, como já é tradição, cada um traz um jogo para o amigo ouvinte ficar de olho nas próximas semanas!

Agradecemos a atenção e desde já nos desculpamos por pequenas falhas no áudio – somos eternos amadores em processo de aprendizagem. Prometemos que, se existir um próximo, será melhor (dessa vez acreditamos que foi bom, é um milagre).

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Football Baby Brasil 2016 – Isabela vs Vinícius #8: o confronto do século

Olá amigos e amigas, após um longo período discutindo sua renovação contratual, nossa estrela retorna para o oitavo capítulo desta intensa disputa. Agora nossa querida mascote está apenas um jogo atrás do líder, aquele-que-não-deve-ser-nomeado: o placar aponta 16×15.

Então continuemos torcendo pelo bebê mais fofo do mundo contra este petulante torcedor de Tampa Bay, que acha que entende de football – se entendesse não torceria para Tampa. Além, claro, de uma surpresa no final.

Power Ranking #17 – Que pena que acaboooo-oou-ou (ou choremos pelo Raiders)

E chegamos ao fim da temporada regular e, com ele, chegamos ao fim de uma bela sequência de grandes Power Rankings incorretos. Por um lado, a tortura de ler tantas bobeiras vai acabar; por outro, diminuirão as risadas que se podia tirar toda semana das CERTEZAS DESTRUÍDAS.

Quando os power rankers não concordam: San Diego Chargers (+6)

Triste realidade: Oakland Raiders (-7)

32 – Jacksonville Jaguars (3-13 / -5)

Lembra quando eram os queridinhos do Pick Six? Vamos ver se tirar Tom Coughlin da tranquila aposentadoria consegue ressuscitar a equipe e trazer o potencial que esperávamos deles no começo da temporada.

31 – Chicago Bears (3-13 / -3)

Vi o jogo contra os Vikings e talvez seja o time com maior número de jogadores irreconhecíveis ou medíocres da NFL. Depois de 17 rodadas, algo deveríamos ter. Bônus: O QB jovem do futuro testado se chama “Fales”, que não se lê igual a “fails” à toa.

30 – Los Angeles Rams (4-12 / +1)

Jeff Fisher prometeu e cumpriu: “No 7-9 or 8-8 bullshit this year”. 4-12 e 44 pontos e Jared Goff decepcionante são uma boa maneira de começar um 2017 que será difícil, adicionando um rival de cidade que promete ofuscá-los. PELO MENOS O ESTÁDIO EM 2019 SERÁ BONITÃO.

29 – Alabama Crimson Tide / Clemson Tigers (Previamente unranked)

Homenageando os Browns retirando-os para evitar as palavras feias. É válido dizer que um time de college não bateria de frente com os times principais da NFL, mas parece óbvio que um dos dois da grande final do college deveria vencer um time cheio de reservas do nível de Landry Jones – ao contrário de Cleveland, que sofreu e muito.

28 – San Francisco 49ers (2-14 / +1)

O time deu uma canseira em um Seattle jogando meio-sério e Kaepernick, momentaneamente, parece decente. Mas a subida no ranking é mais por ter se livrado de Trent Baalke e de Chip Kelly. Há esperança (de pelo menos as cagadas não serem tão óbvias)!

27 – New York Jets (5-11 / +5)

Talvez no jogo mais ignorado da rodada, surraram Buffalo, com direito ao TD mais bizarro de uma temporada em que tivemos um passe de nose tackle. Ou talvez o melhor onside kick da história.

26 – Buffalo Bills (7-9 / -1)

Quem diria que demitir Rex Ryan faria a equipe AUMENTAR os erros mentais. Pelo menos o jogo contra os Jets também serviu para desistirem totalmente de EJ Manuel e aceitarem que Tyrod Taylor é um bom QB – se decidirem que não, algum time mais inteligente terá sorte de contratá-lo. Bônus: lembremos que o senhor Murilo Basso DUVIDOU da capacidade do time de perder para Fitzpatrick.

25 – Carolina Panthers (6-10 / -1)

Se tem um time que não poderia desejar mais o fim dessa temporada e o começo de uma nova, é o Panthers. Acabou, finalmente. Quem sabe em setembro o time volte ao normal, ou tenhamos a confirmação de que 2015 foi só ilusão.

Quem lembra?

24 – Indianapolis Colts (8-8 / -3)

No primeiro tempo, parecia que a temporada horrorosa ia acabar da maneira mais deprimente possível, acumulando duas derrotas para Jacksonville. Por sorte, Bortles e cia pareceram se preocupar mais com uma melhor escolha no draft e com não manter Doug Marrone como head coach e abriram as pernas. O futuro não parece tão bom para Luck.

23 – Philadelphia Eagles (7-9 / -1)

Ficou a dúvida entre o posicionamento de Eagles e Colts. Carson Wentz obviamente é pior do que Luck, mas Philadelphia tem um grupo ao redor para desenvolver seu jovem QB.

22 – New Orleans Saints (8-8 / -3)

“Das 9 temporadas de QBs com mais de 5000 jardas passadas, Drew Brees tem 5.”, foi a estatística mais bonita da semana 17. Obviamente, Brees é um ET. É uma pena que esse extraterrestre esteja ficando tão rico a custas de não ter um time decente ao seu redor, especialmente qualquer coisa que lembre uma defesa, desperdiçando seus anos dourados.

21 – Cincinnati Bengals (6-9-1 / +2)

FINALMENTE NOS LIVRAMOS DE UMA DERROTA ÓBVIA NOS PLAYOFFS! Depois de 24 anos (ou algo parecido), Andy Dalton e Marvin Lewis nos poupam de outra vergonha alheia em janeiro. O time deveria aproveitar a chance de se livrar de Lewis, mas não acontecerá e devemos voltar aos velhos hábitos em 2017.

20 – Los Angeles Chargers (5-11 / +6)

Vamos chamar o ex-time de Mike McCoy como deverão ser chamados em breve. A campanha de apenas 5 vitórias parece um pouco injusta em relação à qualidade do time (somando lesões à alta qualidade da divisão), o que pode dar esperança em relação à mudança, supondo que Philip Rivers esteja disposto a levar toda a prole para a cidade grande.

19 – Arizona Cardinals (7-8-1 / -1)

A divertida surra em Los Angeles acabou com uma nuvem negra: a lesão de David Johnson. Aparentemente, nenhum ligamento explodiu, o que é bom. Por outro lado, lesões em cartilagem podem causar dores que diminuiriam a jovem carreira do craque.

18 – Baltimore Ravens (8-8 / -5)

Já escrevi sobre Bengals, Eagles e Saints. Chega de times com que ninguém se importa.

17 – Minnesota Vikings (8-8 / +3)

A defesa voltou a parecer a máquina de outrora, mas é importante levar em conta que foi contra o time horroroso de Chicago. Sam Bradford bateu o recorde de Drew Brees de maior porcentagem de passes completos da história. Quem sabe 2017 finalmente seja o ano em que o time produza tudo o que pode, não acumulando tantas lesões (eu tenho que torcer).

16 – Houston Texans (9-7 / -1)

Perderam para os merecedores vencedores da AFC South, com um detalhe: liderados por Matt Cassel. Para ajudar, Tom Savage saiu com suspeita de concussão e, mesmo superando os protocolos, não voltou. Bill O’Brien não tem QB definido para os playoffs e, por melhor que a defesa jogue, isso dificilmente acaba bem.

15 – Tennessee Titans (9-7 / +1)

CAMPEÕES MORAIS DA AFC SOUTH. Não fosse os pequenos vacilos nos pequenos detalhes, estariam nos playoffs e seriam ameaçadores se Marcus Mariota estivesse saudável. Olhos bem abertos nesse time para setembro.

14 – Denver Broncos (9-7 / 0)

Gary Kubiak olhou para Trevor Siemian e depois para Paxton Lynch e resolveu que a melhor opção era aposentar-se. Brincadeiras à parte, que Kubiak possa melhorar de seus problemas de saúde. De qualquer forma, a defesa do time liderada por Von Miller torna a vaga de treinador da equipe a mais interessante das disponíveis.

Não olhe muito. Pode acabar te aposentando.

13 – Washington Redskins (8-8 / -1)

A PIPOCADA DO ANO. Claro que os Giants jogaram muito mais sério do que se esperava deles, mas quem realmente tinha interesse no jogo era Washington. Kirk Cousins perdeu preciosos milhões de dólares, o que a longo prazo pode acabar sendo vantajoso para a equipe da capital.

12 – Tampa Bay Buccaneers (9-7 / +5)

Entre os times que ficaram ali na boca para chegar aos playoffs, provavelmente os Buccaneers seriam o mais divertido para chegar lá. A exemplo do Mariota Titans, a equipe de Jameis Winston é outra a manter-se de olho bem aberto para esse ano.

11 – Miami Dolphins (10-6 / -1)

O time chegar aos playoffs já é um grande feito depois de começar a temporada tão desacreditados. Entretanto, o jogo contra os Patriots mostra a diferença de nível para as equipes realmente de elite. Deverá sofrer na mão dos Steelers descansados, mas a temporada deve ser considerada excelente de qualquer maneira.

10 – Oakland Raiders (12-4 / -7)

Se Derek Carr estar machucado já era dolorido, agora com Matt McGloin também lesionado as coisas ficaram ainda mais difíceis. Duas coisas motivam otimismo: Tom Savage ou Brock Osweiller não se destacam sobre qualquer QB profissional, além de Connor Cook ter sido considerado um prospect de primeira rodada em certos pontos do ano passado.

09 – Detroit Lions (9-7 / +2)

O Miami da conferência nacional. A grande conquista e surpresa é ter chegado aos playoffs, graças à pipocada de Washington durante a tarde. A diferença é que, bem ou mal, Matthew Stafford ainda é superior a qualquer QB que os Dolphins tenham.

08 – Seattle Seahawks (10-5-1 / 0)

Agora começa a temporada de verdade para os Seahawks, depois de terem simplesmente planado para os playoffs. Explorar a falta de Earl Thomas é a única possibilidade para que o time perca para os Lions, mas é improvável que isso aconteça.

07 – Green Bay Packers (10-6 / +1)

Aaron Rodgers é um ET; e não dos ETs legais que querem melhorar a nossa sociedade à la ET Bilu. Pior do que isso: mesmo em um ano mediano para os seus padrões, ele tem muito mais pinta de MVP que o tal Matty Ice, né?

06 – Atlanta Falcons (10-6 / 0)

Matt Ryan não tem pedigree de MVP, mas sua produção é comparável ao Brady de 2007, com o mesmo rating inclusive. Mesmo assim, grandes ataques acabam tropeçando nos playoffs historicamente. Veremos.

O seu MVP tem essa cara de idiota?

05 – Pittsburgh Steelers (11-5 / 0)

Não há muito o que comentar sobre o time essa semana, já que pouparam praticamente todos os titulares de interesse (e ainda assim ganharam dos medíocres Browns). Bem descansados, passar facilmente pelos Dolphins é obrigação.

04 – New York Giants (11-5 / +5)

É difícil, por exemplo, visualizar Matt Ryan vencendo essa defesa dos Giants. E o toque de crueldade para derrubar os Redskins mostra que o time está caliente na hora certa, e foi assim que aconteceu em 2008 e 2012. Contra um Brady aparentemente imparável. Coincidências?

03 – Kansas City Chiefs (12-4 / +1)

Tyreek Hill deveria ser candidato a MVP. Infelizmente para o esporte, ele só explodiu na segunda metade da temporada. De qualquer forma, se Alex Smith é conservador demais, agora o time tem um jogador que pode brilhar em qualquer momento em que toque a bola.

02 – Dallas Cowboys (13-3 / 0)

A derrota para os Eagles, comandados por Mark Sanchez, é totalmente irrelevante. O drive conduzido por Tony Romo, por outro lado, bota pressão sobre o menino Dak Prescott e a pulga atrás da orelha de Jason Garrett. Independentemente do que aconteça, se não forem campeões, nos perguntaremos em fevereiro: “e se o outro fosse titular?”

01 – New England Patriots (14-2 / 0)

A conversão de 2 pontos no final do jogo contra os Dolphins foi tão fácil e bem executada que deveria servir como descrição da temporada do time. Tom Brady só não ganhará o MVP porque o resto do time é (ou pelo menos aparenta ser) muito bom também.

Peter Mortell era eu, você e todos nós: agora nem Rodgers nos salvará

[Quando criamos o Pick Six combinamos que aqueles que quisessem poderiam escrever o preview de seu respectivo time. Começamos com o Packers e, bem, sempre soubemos que isso não daria certo]

Se a pré-temporada da NFL é aquele evento classicamente dispensável, ao menos para os torcedores do Packers ela trouxe uma boa história. Não apenas uma boa história, mas a verdadeira história de todo e qualquer torcedor de Green Bay: por um instante, uma fração de tempo tão efêmera quanto o final de um filme meia boca do Woody Allen (faça sua escolha: qualquer um lançado nos últimos, sei lá, 10 anos), eu, você e todos nós, ao mesmo tempo, pisávamos no Lambeau Field.

Talvez você ainda não tenha conseguido compreender a magnitude desta história, mas tentaremos explicar: imagine que seu avô, por 30 longos anos, algo como 10950 dias, ou 262800 horas, em torno de 15768000 minutos, controlou o relógio do estádio mais sagrado de toda a NFL. Tic-tac, também imagine que seu avô só se tornou responsável por tal função após ter sido convidado por um cidadão chamado Vince Lombardi – aquele que dá nome ao troféu de campeão da NFL. Tic-tac, agora acrescente a esta história o fato de que em 2000 seu pai assumiu a função de seu avô.

Peter Mortell conhece a história acima e, bem, é torcedor fanático do Packers desde que pisou neste mundo. Na verdade, provavelmente já torcia para o Packers antes de nascer.

Mesmo assim, Mortell só assistiu seu primeiro jogo no Lambeau aos três anos de idade e, aos quatro, recebeu como presente uma ação do time. Reza a lenda, afinal, esta história já deixou ser apenas história para integrar toda e qualquer narrativa que importe, que Mortell esteve presente em mais 100 jogos de Green Bay em sua vida, incluindo o Super Bowl XLV. E que, quando criança, se fantasiou de Brett Favre por seis halloweens consecutivos.

Tudo isto parece não ter sido suficiente. E mesmo sendo superior a Tim Masthay, o que, assumimos, não é digno de grandes elogios (para isso basta ter coordenação motora para parar em pé), Mortell foi cortado do roster de Green Bay.

O Packers escolheu o pragmatismo em vez de escolher eu, você e todos nós. O Green Bay Packers expulsou eu, você e todos nós do santo gramado do Lambeau Field. O Packers não merece vencer o Super Bowl enquanto não se desculpar comigo, com você, com todos nós. Não merece vencer nada enquanto não se desculpar com Peter Mortell.

Hoje, o Green Bay Packers só merece comemorar a vitória de Jordan Rodgers no The Bachelor.

“Tanta história me deixou com fome.”

Em paz com o passado

É difícil não pensar no que deu errado em 2015 para o Packers. No fundo era o mesmo time de 2014, sem Jordy. Mesmo assim, esperava-se que o ataque mantivesse suas médias, o que, sabemos, esteve longe de acontecer: foram 23,5 pontos contra 29,7 no ano anterior.

Se a ausência de seu principal alvo era sentida, também é fato que Rodgers não foi o mesmo: por diversas vezes, ele pareceu relapso, por vezes impaciente. Rumores indicavam alguma lesão, o que explicaria os piores números de sua carreira como titular: menos de 61% de passes completos e míseras 6,7 jardas por passe completado.

O fator Randall Cobb também pesou e a ausência de Nelson talvez tenha sido tão sentida para o WR quanto foi para Rodgers. Cobb até teve um início explosivo, com 20 recepções para 245 jardas e 4 TDs em apenas três jogos, mas logo na quarta partida, contra o Chiefs, sofreu uma lesão no ombro e nunca mais foi o mesmo.

O cenário, no entanto, agora é outro: as notícias apontam que Nelson retorna saudável, o que aliviará a carga de trabalho de Randall. Jeff Janis e Jared Cook também tendem a se tornar alvos constantes; Janis, selecionado no sétimo round em 2014, apareceu apenas no fatídico jogo contra o Cardinals, já nos playoffs, mas mesmo assim o HC Mike McCarthy tem declarado que ele está pronto para ser mais acionado. Já o TE Jared Cook sempre prometeu, mas a verdade é que também foi uma eterna decepção em St Louis – ainda que também precisemos assumir que o Rams é uma eterna decepção, e talvez ele não seja o único culpado por basicamente feder nos últimos anos de sua carreira.

Mas se Cook pode ser o TE que procuramos desde que a carreira de Jermichael Finley foi interrompida e ele decidiu ser comentarista de Twitter, precisamos desistir de Davante Adams. Nenhum time que se leve a sério pode ter Davante Adams em seu elenco. Por favor, tirem logo esta desgraça do meu time.

Não sigo este palhaço.

Não sigo este palhaço.

O sucesso começa pela OL, amigos

Se Rodgers teve seus piores números – mas também vale ressaltar que os piores números de Aaron Rodgers possivelmente são melhores que de 90% dos QBs de nossa querida NFL – muito se deve a OL, tão consistente quanto manteiga fora da geladeira.

As lesões foram a justificativa para este caos, mas lesões sempre são muletas em Green Bay. O fato é que ao menos Josh Sitton e TJ Lang, saudáveis, são confiáveis. Além disso, Corey Linsley, apesar de tudo, teve um bom ano em 2015. Há ainda Jason Springs, escolha de segunda rodada, que deve acrescentar alguma profundidade a linha, mas é mais provável que seja um grande bust. Já David Bakhtiari perdeu qualquer respeito após ser o pior ator de Pitch Perfect 2.

De qualquer forma, a OL é fundamental também para outro retorno: não há como negar que Eddie Lacy esteve mais próximo de um boi resignado com o abate do que de um running back na temporada passada. A boa notícia é que não há razão alguma para duvidar que ele volte a seu melhor nível em 2016; após duas temporadas iniciais com mais de 1000 jardas, sua versão obesa correu para apenas 758 jardas e 3 TDs. Agora ele precisa correr para garantir, além de seu almoço, um novo contrato.

Não estamos acostumados, mas temos uma defesa

Mike Daniels é um dos melhores jogadores da NFL, Clay Matthews deve retornar como OLB e não mais como ILB, Julius Peppers aparentemente inspirou a história de Benajmin Button, já que não envelhece. Não estamos acostumados com isso, amigos!

De todo modo, BJ Raji nos deixou, seremos eternamente gratos a ele, mas a verdade é que seus últimos momentos foram decepcionantes e ele pode ser substituído pelo DT Kenny Clark: Clark tem estatura e habilidade, e não será surpresa se logo estiver entre os melhores da NFL. Aliás, o fato de nomes como os já citados Clay e Peppers atraírem a atenção para si pode tornar a adaptação da escolha de primeira rodada vinda de UCLA ainda mais tranquila.

A secundária também inspira confiança: Sam Shields e Damarious Randall estão em sinergia, e Micah Hyde cumpre bem seu papel. Já Ha Ha Clinton-Dix entra em seu terceiro ano de liga com todas as condições de se tornar um dos principais safeties da NFL.

O muso voltará a ser muso na sua posição boa.

O muso voltará a ser muso na sua posição boa.

Palpite: não merecemos depois do que fizemos com Mortell, mas impossível não vencer a NFC North contra um Teddy Bridgewater incapaz de lançar passes de mais de 15 jardas e um kicker que não sabe chutar uma bola; um time que tem Jay Cutler (haha) como QB e um Lions incapaz de ser levado a sério. É injusto, mas o Super Bowl já é realidade. Tudo bem, a verdade é que quero acreditar, mas lá no fundo já estou pensando em qual lesão usarei como desculpa para o fracasso iminente.