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Power Ranking Offseason #2 – Março

Não escondemos de ninguém que é muito mágico projetar a força de equipes sem vê-las jogando. Ano após ano  caímos nessa, mesmo sendo criados no país que gerou a inesquecível seleção de 2006, o melhor time do mundo quando o assunto é papel.

Por isso, já com muitas mudanças em relação a temporada 2017/18, tudo que está escrito abaixo tem uma enorme chance de se provar uma enorme asneira em setembro. Enfim, do jeito que a gente gosta.

1 – Philadelphia Eagles (1)

O melhor time da NFL teve reforços pontuais nas posições em que sofreu perdas. O maior “desfalque” em 2018 será Torrey Smith, mas não podemos sequer chamá-lo de desfalque.

2 – Los Angeles Rams (5)

Aqib Talib e Marcus Peters em uma secundária comandada por Wade Phillips é assustador. Já amávamos os Rams e eles conseguiram nos dar ainda mais motivos para continuarmos essa relação. Que sejo eterno enquanto dure.

3 – Minnesota Vikings (8)

Será mesmo que Kirk Cousins um upgrade em relação ao Case Keenum de 2017? Talvez não muito, mas o time é o mesmo e poderia ter vencido o Super Bowl não fosse uma noite de histeria coletiva na Philadelphia.

4 – New England Patriots (2)

O time sofreu diversas perdas no mercado e, pelo menos na última offseason, as movimentações de Bill Belichick não se mostraram tão acertadas. Mas duvidar dos Patriots é o caminho mais fácil pra ter a boca calada em janeiro/fevereiro.

Acabou?

5 – New Orleans Saints (3)

O Saints sempre se reforça de forma estranha, mas, reforços à parte, o time que vem de 2017 é extremamente competitivo. Com a volta de Drew Brees e um ano mais experiente, a equipe pode fazer barulho. Pena que só descobriremos em seis meses.

6 – Atlanta Falcons (4)

Os nomes que deixaram a franquia, assim como os que chegaram, não mudam o fato de que é um time forte e jovem. Porém a franquia não fez nada demais até aqui na offseason, assim fica difícil falar bem em um mundo em que o que importa é o que está bombando agora no Twitter.

7 – Jacksonville Jaguars (6)

O time manteve Blake Bortles, mas contratou Andrew Norwell para tentar correr ainda mais com a bola. No entanto, contratar Donte Moncrief e renovar com Marqise Lee foi pior do que renovar com Allen Robinson. Apostar na defesa novamente talvez seja arriscado.

8 – Pittsburgh Steelers (7)

Poucas mudanças, como era de se esperar. A dúvida fica por conta de LeVeon Bell, que quer um contrato novo (e de preferência que não seja de apenas um ano).

9 – Kansas City Chiefs (9)

O ataque promete ser no melhor estilo dedo no cu, gritaria e bola longa. Pode dar certo, pode dar errado, mas será divertido. Não sabemos o que esperar da defesa, mas Eric Berry de volta aquece o coração de toda e qualquer pessoa de bem.

10 – Green Bay Packers (11)

Os reforços da Free Agency foram bons, mas seriam excelentes se estivéssemos em 2014. De qualquer forma você já sabe que só um nome importa em Green Bay: DeShone Kizer Aaron Rodgers.

R-E-L-A-X.

11 – Los Angeles Chargers (15)

Estamos há tempos removidos daquele mês de setembro em que os kickers de San Diego chutaram até tiro de meta para fora. O time é bom, mas sempre encontra maneiras revolucionárias de perder, mas não na offseason.

12 – San Francisco 49ers (12)

Richard Sherman pode se mostrar um baita reforço, e o ataque só deve evoluir. Jimmy continua e continuará lindo.

13 – Carolina Panthers (10)

Um time que perde um Guard All Pro e troca um bom CB jovem por um WR decadente só merece cair na nossa lista.

14 – Houston Texans (13)

Os reforços até que foram interessantes, mas o que importa mesmo é saber se JJ Watt e Deshaun Watson voltarão com tudo.

15 – Baltimore Ravens (17)

Melhorar na posição de receiver só não era mais difícil que piorar, e os Ravens melhoraram (um pouco). O time, assim como Joe Flacco, ainda não inspira confiança.

16 – Dallas Cowboys (16)

Quase nada mudou. No time e no nosso Power Ranking. Ainda não sabemos se Dak Prescott é bom (2016) ou ruim (2017).

17 – Detroit Lions (19)

O time parece empenhado em fazer o jogo corrido voltar a funcionar, pena que com as escolhas erradas. Porém, os jogos mais divertidos do primeiro horário você só vê aqui.

18 – Tennessee Titans (20)

Qualquer movimentação interessante fica desinteressante quando sabemos que foi feita pelo Tennessee Titans. Pelo menos se livraram dos pesos mortos (Murray, Mularkey, Decker).

19 – Chicago Bears (26)

Candidato fortíssimo ao “Los Angeles Rams de 2017”, esse time está a um Sean McVay e um salto do naipe Goff-16>17 de ser interessante.

20 – Seattle Seahawks (14)

A franquia tenta, a cada ano, diminuir o número de jogadores de verdade que jogam ao lado de Russell Wilson. O último que sair apague a luz.

Rindo, mas de nervoso.

21 – Tampa Bay Buccaneers (23)

Talvez agora, no segundo ano do “agora vai”, o time, enfim, vá.

22 – Denver Broncos (21)

Case Keenum é um upgrade na posição mais importante do jogo, mas não é como se estivéssemos falando de Peyton Manning. E será que a defesa ainda é tão forte? Talvez não.

23 – Cleveland Browns (32)

Isso mesmo, nenê! Na offseason você não perde todos os jogos que disputa e, no caso dos Browns, você pode fazer movimentos interessantes. Tyrod Taylor não é a solução, mas pode tomar conta das crianças enquanto vocês ajeitam os horários de trabalho.

24 – Oakland Raiders (22)

A defesa ainda conta com vários “ninguém” esperando Khalil Mack fazer algo. O ataque não inspira confiança, e Jordy Nelson está mais próximo da aposentadoria do que das 1000 jardas.

25 – Buffalo Bills (18)

O time está em claro rebuild, mas por enquanto as escolhas do draft ainda não formam um time. E é melhor que o QB escolhido comece jogando no dia 1, por motivos de Nathan Peterman.

26 – Washington Redskins (27)

Porque pela primeira vez em anos a franquia finalmente tem o QB que quer. Uma pena que o time não seja tão bom.

27 – New York Jets (29)

A franquia vai atrás de um QB no draft, isso está bem claro. O resto do time talvez já seja melhor que o que estava disponível em 2017.

28 – Cincinnati Bengals (31)

Um Left Tackle já ajuda muito em uma OL que contava com praticamente nada. Quem sabe Andy Dalton não volta a jogar como o décimo sétimo melhor QB que ele de fato é?

29 – Miami Dolphins (24)

Coloque uma criança de seis anos que não sabe ler para jogar o modo franquia no Madden (paga nois, EA Sports). Talvez os moves façam mais sentido do que os que a diretoria de Miami fez nessa offseason.

30 – New York Giants (28)

Por mais que eles tentem acreditar, esse time não vai longe em 2018. Além disso, menos dois jogadores bons na linha ofensiva mais um jogador bom na linha ofensiva dá menos um jogador bom na linha ofensiva como resultado. A matemática é básica.

Do tempo que o torcedor dos Giants podia sorrir.

31 – Arizona Cardinals (25)

Que tal se livrar de um dos pilares da sua defesa pra contratar um QB sem joelho por 20 milhões por ano e Mike Glennon? Será um último ano difícil para Larry Fitz.

32 – Indianapolis Colts (30)

Por incrível que pareça, o time só conseguiu piorar até aqui. Ainda bem que existe o draft e a possibilidade do renascimento de Andrew Luck.

Power Ranking Offseason #1 – Fevereiro

Power Rankings são um exercício mental pouco prático: um ou outro resultado aqui, uma ou outra troca bem feita ali (Jimmy Garoppolo cough cough) e o que você escreveu uma semana atrás não faz mais sentido. Mas o que faz menos sentido ainda é fazer um Power Ranking quando nenhum jogo está sendo jogado.

Vinte equipes sequer jogaram esse ano, e outras nós nem lembrávamos que chegaram aos playoffs, como é o caso do Buffalo Bills. Por isso, junte-se a nós e acompanhe um monte de bobagens que fará ainda menos sentido depois de Free Agency, Draft e, principalmente, jogos sendo jogados. 

1 – Philadelphia Eagles

Não apenas por ter vencido o Super Bowl, mas por ter vencido o Super Bowl sobre o New England Patriots. Isso ganha muitos pontos conosco. O Eagles tem o melhor roster da NFL e parece também ter dois QBs capazes de jogar bola, enquanto muitas franquias não possuem sequer um.

O bem venceu.

2 – New England Patriots

A defesa é ruim. Você descobriu quem era Marquise Flowers no meio do Super Bowl, e Kyle Van Noy é o melhor LB da unidade, já que Dont’a Hightower tem ossos de vidro. Porém não podemos descartar Tom Brady e Bill Belichick, por mais que um deles tenha feito algumas cagadas no Super Bowl.

3 – New Orleans Saints

A defesa finalmente encontrou um rumo, e deve continuar melhorando com a chegada de mais peças em 2018. O ataque tem Drew Brees, Michael Thomas, Alvin Kamara e uma boa linha ofensiva. Ano que vem vai.

4 – Atlanta Falcons

Ainda acreditamos que há gasolina no tanque. O ataque é forte e é ainda melhor quando consegue superar as elucubrações de Steve Sarkisian. Vai dar algum jeito de pipocar em algum momento da temporada, mas, no papel, ainda é uma baita equipe.

5 – Los Angeles Rams

Aaron Donald foi eleito o Defensive Player of the Year e Todd Gurley foi eleito Offensive Player of The Year. Sean McVay também ganhou o prêmio na categoria de técnico. E o resto do time é bom. E agora mais experiente.

6 – Jacksonville Jaguars

Um pouquinho mais de inspiração no ataque e eles poderiam ter chegado no Super Bowl. Pouca coisa vai mudar na defesa e, na pior das hipóteses, Blake Bortles está um pouco mais confiante. O ideal seria que ele estivesse bem longe.

7 – Pittsburgh Steelers

Foi atropelado em casa pelos Jaguars, e a sensação é de que a janela está se fechando. Mesmo assim, ainda é um time forte e que vai incomodar. Resta saber até quando.

8 – Minnesota Vikings

O time tem 3 QBs, mas nenhum deles é mais confiável que Nick Foles, que por sua vez não é confiável. O ataque vai voltar à Terra. A defesa continua forte, mesmo depois de ser violentada pelo já citado Nick Foles.

Esperando um novo milagre.

9 – Kansas City Chiefs

A defesa melhora com a volta de Eric Berry, e Patrick Mahomes dará uma nova dimensão ao ataque. Resta saber quando Andy Reid vai explodir tudo em algum momento importante.

10 – Carolina Panthers

Cam Newton é um pouco inconstante em seus passes, mas fatal correndo com a bola. A defesa é boa. No dia certo pode incomodar qualquer um, mas nunca sabemos quando é esse dia.

11 – Green Bay Packers

O time passa confiança? Não. Mas Aaron Rodgers passa. E ele estará de volta.

12 – San Francisco 49ers

Até que ponto o time está no nível de Jimmy Garoppolo? Ainda não sabemos, mas sabemos que os Niners têm o melhor quarterback da liga e é isso que importa.

G.O.A.T.

13 – Houston Texans

Se Deshaun Watson voltar 100% e JJ Watt voltar 80%, dará medo. Acontece que é difícil de confiar no Texans.

14 – Seattle Seahawks

Parece que em Seattle o último que sair apaga a luz. Ainda não aconteceu. O time continuará bom, no entanto.

15 – Los Angeles Chargers

Estaria acima, se não soubéssemos que o time sempre arruma formas diferentes & inovadoras de perder jogos.

16 – Dallas Cowboys

Dak Prescott precisa decidir se sabe ou não jogar bola. A defesa sempre é melhor do que achamos que será, principalmente quando o joelho de Sean Lee está firme.

17 – Baltimore Ravens

Não muito ruim, nem muito bom: esse é o nosso Ravens, esse é o seu quarterback.

18 – Buffalo Bills

Quem sabe o time não melhore se finalmente parar de jogar tentando boicotar seu próprio QB.

19 – Detroit Lions

A mediocridade pelo menos pode produzir jogos divertidos, ainda mais quando seu QB é Matthew Stafford.

20 –  Tennessee Titans

Se não fossem as lesões dentro da divisão esse time nem saberia a cor dos playoffs. Pelo menos mandaram Mike Mularkey embora.

21 – Denver Broncos

Às vezes Brock Osweiler ou Trevor Siemian fazem uns jogos OK (não é o caso de Paxton Lynch). O torcedor só espera não ver mais nenhum deles com a camisa do time.

A melhor movimentação dos Broncos na posição desde Peyton Manning.

22 – Oakland Raiders

Você finalmente descobriu que Derek Carr é overrated. A defesa é tenebrosa. A despedida de Marshawn Lynch não deu muito certo. Muitos buracos pra se fechar nessa offseason.

23 – Tampa Bay Buccaneers

Jameis Winston precisa focar em duas coisas: melhorar (ou acabar com) seus discursos e parar de tentar fazer magia o tempo todo. A defesa terminou o ano no Departamento Médico, mas pode ser boa.

24 – Miami Dolphins

Adam Gase talvez não seja tudo isso. E todos que acreditamos nesse time em 2017 deveríamos sentir vergonha. Não se repetirá em 2018.

25 – Arizona Cardinals

Sem QB, talvez sem Larry Fitzgerald. E o Head Coach parece que foi a opção D. A defesa vai ter muito trabalho em 2018.

26 – Chicago Bears

O time está melhorando, mas ainda não bota medo em ninguém. Pode até ser que tenha um ano bom, mas não recomendaríamos investir dinheiro nisso.

27 – Washington Redskins

Porque nada ali é inspirador.

28 – New York Giants

Eli Manning é ex-jogador em atividade, mas em Nova York ainda não perceberam isso. A defesa também não é capaz de mover montanhas, como antes se imaginava.

29 – New York Jets

O time foi muito acima das expectativas em 2017. O talento, porém, ainda não empolga, e não temos a menor ideia de quem lançaria a bola se o Jets tivesse que jogar um amistoso hoje.

30 – Indianapolis Colts

Enquanto Andrew Luck não der sinais de vida, não dá pra avaliar o time. Pelo menos não é o pior da NFL.

In Memoriam

31 – Cincinnati Bengals

Se nem eles se respeitam, também não o faremos.

32 – Cleveland Browns

Mais fácil do que o Philadelphia Eagles. Quem sabe não conseguimos colocar Alabama aqui em 2018?

Divagações de offseason: uma eterna luta contra o tédio

Ao traçar estas linhas, adianto: como é visível o grande interesse que a NBA parece ter tomado no Twitter (NBA!!! Estive até me preocupando com a saída de Ricky Rubio ou a chegada de Jimmy Butler em Minnesota), esse é provavelmente o mês mais tedioso de nossa amada liga.

Para nossa sorte, porém, dentro de poucas semanas devem começar os training camps e, com eles, o contrato de 7 bilhões ao longo de 18 anos de algum suposto astro do basquetebol (sério, os contratos da bola laranja são ridículos) será substituído na escala de relevância do noticiário esportivo pela lesão no dedão do pé do WR4 dos Jets – se Deus (Tebow) permitir.

E como tal, tentemos colocar nossas cabeças para trabalhar e comecemos com suposições. Nem que seja para aparecer logo no início da retrospectiva do ano que vem sobre “percebam como começamos o ano já falando merda”. Pensando nisso, apresentamos nove situações que deveriam acontecer em julho, mas provavelmente não passarão de mera ilusão até meados de setembro:

1 – Kyle Shanahan descolando uma troca por Kirk Cousins

Quem sabe se ele mandasse um 1st round top-10 protected para os Redskins, além de dois core players, Washington desistisse de tanta briga por um novo contrato que nunca acontecerá e aceitasse liberá-lo para o lugar em que Cousins finalmente será feliz. E, inevitavelmente, decepcionará devido à mediocridade que lhe cercará em San Francisco.

Na verdade, adoraríamos sugerir a troca de Philip Rivers ou Eli Manning – vem Davis Webb! – ou algum veteraníssimo, mas como esse é uma época de esperanças, não encontramos nenhuma situação em que poderíamos ser criativos o suficiente – mas imagina que doido Rivers no Broncos, hein?

2 – Alex Smith, Mike Glennon pro banco

Pensamos em adicionar Tom Savage à lista, mas até para essa dupla de medianos, comparar com Savage é muita humilhação – e talvez os Texans sejam sábios o suficiente para colocar o Tom ruim no banco em julho mesmo. Mas, sério: alguém tem alguma dúvida que, mais cedo ou mais tarde, Mahomes e Mitch serão os titulares de Chiefs e Bears?

Alex Smith teria que se transformar no Tom Brady do Oeste para evitar que o novo Brett Favre (a cada passe fué de Smith, Reid olhará para o banco e lembrará que Pat está ali, completamente cru, mas com o canhão que todos amam na liga) tome a sua posição mesmo com uma campanha vitoriosa.

“Alex Smith sentiu um desconforto na alma, precisa meditar e, portanto, vai ficar fora tempo suficiente para Mahomes assumir”, será a manchete que encontraremos.

O veterano tem ainda menos esperança no duelo Mike x Mitch. Entretanto, é válido lembrar: o último time que apostou pesado duplamente em QBs (os Redskins, em 2012, draftando Cousins no quarto round ao invés de apostar em alguma outra posição em que poderia encontrar um titular) acabou se dando bem justo com a opção “secundária”.

Passa credibilidade?

3 – Algum RB admitindo que não correrá para mais de mil jardas na temporada

“É, sabe como é, na verdade estaremos em um grande comitê, vou dividir carregadas com outros dois jogadores medianos como eu e, no final das contas, não vou produzir o suficiente para ser draftado com qualquer das suas três primeiras escolha no fantasy.”

Era só o que queríamos ouvir: um pouco de realidade para variar e poder, assim, evitar as dicas do Michael Fabiano. É claro que em uma época do ano em que todos os times esperam vencer todas as  partidas (menos os Jets, na AFC, e os Rams, na NFC), talvez esperar ouvir verdades de jogadores do grupo de Adrian Peterson e Marshawn Lynch seja excesso de esperança.

4 – Pete Carroll admitindo que tentará matar Russel Wilson

A ideia era começar o tópico listando os titulares possíveis. A verdade: é impossível adivinhar quem serão. Luke Joeckel (daquele maravilhoso draft de 2013) e Ethan Pocic (rookie) são nomes reconhecíveis, mas tampouco passam segurança.

Senhoras e senhores, a OL dos Seahawks. Além disso, Carroll se diz “animado com a evolução da linha”, que cedeu 42 sacks em um jogador liso como Russell Wilson, que também acabou sofrendo com lesões em 2016. Também, com o novo contrato do QB, a janela para a incrível Legion of Boom está se fechando: Kam Chancellor, por exemplo, tem seu contrato acabando esse ano e Michael Bennett e Cliff Avril não estão ficando mais novos.

Se o responsável por manter os bons resultados em Seattle será o marido da Ciara (e seus US$ 20 milhões anuais), é bom que seu head coach e o grande “especialista em linha ofensiva” Tom Cable parem de tentar assassiná-lo.

“Vou te matar”

5 – Jogador reconhecendo que não está totalmente saudável ou em plena forma física

Acontece todo ano. Todo mundo chega das férias voando, melhor forma da carreira e blablabla independente de raça, posição ou idade. Chega o final de setembro, o mesmo craque sente o quadril, o tornozelo, o joelho e admite que “não era bem assim”.

Um belo exemplo, como torcedor dos Vikings, será observar o retorno de Teddy Bridgewater. Por mais emocionante que seja, uma lesão que levaria dois anos para uma boa recuperação está se tornando uma lesão que permitirá que ele volte para competir diretamente pela titularidade com Bradford. Atenção às mentiras: não é bem assim.

6 – Os Chargers encontrarem um estádio de verdade

Ataque gratuito: mas, sério, com um esporte que tem de média 60-70 mil espectadores tanto a nível profissional como a nível universitário, jogar em um estádio que não poderia receber uma final de Libertadores, é uma piada.

7 – Josh Gordon liberado

Maconha: essa droga que destrói famílias na liga e faz as pessoas sofrerem ao redor do mundo. De qualquer forma, especialmente com o aumento de estados americanos que permitem o uso da erva, é uma questão de tempo até que a NFL inevitavelmente supere suas regras de Arábia Saudita e permita que, ao menos, se teste os benefícios que ela pode ter para seus funcionários.

Enquanto isso, já passou da hora de perdermos talentos do nível de Gordon (87 catches, 1646 jardas em 2013 com Brian Hoyer ou algo equivalente) simplesmente por serem maconheiros. Legaliza, Goodell.

8 – Parar de ler esse tipo de texto quando bate a saudades e damos aquela passadinha no site da NFL

Sério? Calma, caras! E, pior, até faria sentido trabalhar com nomes do nível de Odell Beckham, que tem destruído a liga já há algumas temporadas. Mas colocar Carson Wentz como HOFer em potencial é apostar muito, mas muito alto; inclusive, apostamos que Schein não botou nem 10zão em Vegas esperando que Wentz chegue em Canton lá por 2040.

E para não dizer que batemos só em casos fáceis, Jameis Winston e Amari Cooper? Eles têm potencial, lógico, mas tanto quanto, sei lá, Jarvis Landry. Sério, uma média de 1 INT/jogo e ser o WR1a do WR1b Michael Crabtree não são exatamente o que esperamos ver como Hall of Famer em 20 anos.

Mal dá para esperar que cheguem finalmente aqueles reports maravilhosos de Training Camp sobre lesões irrelevantes ou pequenas cenas lamentáveis rapidamente solucionadas.

9 – Um QB machucado sendo substituído por ELE: Colin Kaepernick

Vocês sabiam, quando começaram a ler esse texto, que chegaríamos inevitavelmente aqui. Os mais desiludidos já dizem que Kaep jamais voltará a liga; a regra geral diz que é questão de tempo. Por exemplo, sabemos que, no caso de lesão de Flacco ou Wilson, John Harbaugh e Pete Carroll sabem onde encontrar um quarterback titular.

No resto da liga, será ao menos curioso ver o que acontece quando o inevitável fantasma das lesões atacar e deixar algum time pronto refém de Case Keenum ou Matt Cassel para chegar aos playoffs.

Como dissemos lá no início: talvez não aconteça em julho, mas setembro. E com ele nossa liga favorita, (ansiosos esperamos) sempre chega.