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Semana #7: os melhores piores momentos

A NFL segue se mostrando cada vez mais estranha. Os jogos de quinta-feira estão sendo os mais divertidos, Joe “Iron Man” Thomas (conversou conosco, nunca esqueceremos) se machucou e o Piores Momentos da Semana voltou a sair na terça-feira. Agora que já cumprimos o requisito do editor de sempre introduzir os textos com algo, vamos ao que interessa:

1 – Defesas passando vergonha

Miami Dolphins e Indianapolis Colts. Quem diria.

1.1 – Miami Dolphins

A cabeça até doeu contando quantos defensores perderam o tackle. Paramos em 73.

1.2 – Indianapolis Colts

“O time está mal por que Andrew Luck não joga”, disse o iludido torcedor.

2 – O pior onside kick da história

Alguém avise o rapaz que a bola só precisa viajar 10 jardas. E é ideal também que ela suba.

3 – Kelvin Benjamin 

Você sabe o que é awareness? Entenda o significado da palavra ao ver um exemplo de um rapaz que não o tem. Aparentemente Kelvin Benjamin ficou paralisado por ter feito uma boa jogada (não mostramos ela de propósito – ele não merece). Ainda bem que o juiz estava lá para ajudá-lo.

Preste atenção no relógio e no momento do jogo.

4 – Jeff Heath, verdadeiro herói americano

Quando Dan Bailey se machucou, o Safety Jeff Heath assumiu os kickoffs Extra Points dos Cowboys, e o resultado vai te surpreender. Infelizmente ele não teve a oportunidade de chutar um Field Goal de 47 jardas para se consagrar ainda mais.

5 – Imagens que trazem PAZ

Até hoje não sabemos pAra quem.

5.1 – Trabalhe pra NFL, eles disseram. Vai ser divertido, eles disseram.

A sensibilidade de Mike Evans é comovente. Ele se preocupa apenas em mostrar que pegou a bola.

Strike

5.2 – Khalil Mack

Especialista em fazer os outros passarem vergonha.

5.3 – Ainda sobre verdadeiros heróis nacionais

Repare como o nosso ídolo sequer derruba o copo.

5.4 – Le’Veon Bell 

Nosso amigo @oQuarterback disse tudo.

6 – Jimmy Graham 

Não gostamos dele e não escondemos de ninguém (ver: http://picksix.com.br/podcast-4-uma-colecao-de-asneiras-iv/). Deixaremos as imagens falarem por si só.

6.1 

6.2 

7 – A saga de um torcedor dos Colts

Estragar um carregador. Atropelar o seu celular. Lançar o seu celular no campo. E essa nem é a pior parte. Acompanhe esse emocionante relato de um sofredor.

8 – Prêmio Dez Bryant da Semana

O prêmio que premia o jogador de nome que, quando você mais precisa dele, desaparece. Lembre-se disso quando pensar em criticar a escolha da semana.

TY Hilton. Sempre evito colocar WRs aqui sem que eles recebam muitos targets – é o caso de TY. Mas depois de duas semanas com jogos medíocres (menos de 50 jardas no total), ele se tornou um forte candidato. Então ele resolveu botar a culpa de sua ineficiência na linha ofensiva. Assim levou o Troféu Dez Bryant para casa. Parabéns!

Foda certas situs.

Você pode nos ajudar a fazer essa coluna semanalmente! Viu algo de horrível que acha que deve ser destacado? Mande para o nosso Twitter que com certeza vamos considerar!

Podcast #5 – uma coleção de asneiras V

Voltamos com o tradicional #spoiler: equipes relevantes (e o Tennessee Titans) que não vão para os playoffs em 2017.

Depois discutimos qual equipe assistiríamos se só pudéssemos acompanhar um time até o final da temporada – graças a Deus não acontecerá.

Em seguida, trazemos algumas proposições que sequer acreditamos, mas nos obrigamos a explicar porque é verdade – não sabemos porque fizemos isso.

E, no final, como já é comum, damos dicas de jogos para o amigo ouvinte ficar de olho nas próximas duas semanas!

Agradecemos a atenção e desde já nos desculpamos por pequenas falhas no áudio – somos eternos amadores em processo de aprendizagem. Prometemos que, se existir um próximo, será melhor.

Um grande hype enfrentando enormes expectativas

Após o surpreendente sucesso na temporada passada, Dallas, ao que tudo indica, está agora em uma nova direção; 11 atletas deixaram a equipe na última free agency, enquanto outros dois se aposentaram. Aliás, estes 11 jogadores começaram mais de 500 jogos de suas carreiras com o Cowboys – incluindo 94 no último ano.

Mesmo assim, o dono e novo hall of famer Jerry Jones mantém o otimismo. “Perdemos um número significativo de atletas, mas fomos seletivos nestas perdas”, justificou o proprietário da franquia durante a offseason.

É importante que os novatos joguem, eles realmente precisam de oportunidades. Eu não ousaria projetar nosso número de vitórias, mas acredito que temos uma equipe melhor do que a que terminou a temporada passada; temos a chance de sermos melhores do jeito correto: mais novos”.

Jaqueta em homenagem a todo o ouro que este homem trouxe para liga.

Pequenos fantasma

Tony Romo sofreu uma lesão durante a pré-temporada de 2016 e, como em qualquer outro dia, todas as perspectivas se dissiparam em Dallas. Naquela ano, porém, tudo foi diferente: havia uma pequena esperança no Texas de que Dak Prescott poderia fazer o trabalho com dignidade até Romo estar recuperado.

Mas Prescott foi tão eficiente que não deixou brechas e assumiu a posição: foram 23 touchdowns e apenas quatro interceptações – e outros 6 TDs corridos. Com mais de 67% dos passes completos, Dak teve média aproximada de 8 jardas por tentativa. Claro, ele tem um ótimo elenco de apoio para auxiliá-lo, mas de qualquer forma é pouco provável que grande parte dos quarterbacks da NFL teriam atuado no mesmo nível que Dak – menos ainda se considerássemos que Prescott era um mero rookie.

Voltando ao elenco de apoio, o integrante de maior destaque, também foi um novato: o RB Ezekiel Elliott correu para 1631 jardas e 16 TDs – ele ainda teve 32 recepções para outros 363 jardas. O fato é que algumas equipes não tiveram respostas para Elliott em seu primeiro ano. Mas tudo pode ser diferente em 2017.

O grande hype a espera de uma grande decepção

Diante do exposto, Prescott terminou o ranking dos 100 melhores jogadores para esta temporada organizado pela NFL Network na 14ª posição. Releia com atenção: 14ª posição.

E que fique claro que aqui não há nada contra Prescott; ele talvez tenha tido a melhor temporada de um quarterback rookie da história da NFL. Mas também é fato que ele não é sequer o melhor jogador ofensivo de Dallas – o já citado Eliott, o WR Dez Bryat, o G Zack Martin e o C Travis Frederick são melhores jogadores que Dak.

Inegavelmente, Prescott é mais valioso, sobretudo por sua posição. E achamos Dak extremamente talentoso e um potencial grande QB para os próximos anos, mas a verdade é que será muito difícil para ele evoluir seus números de maneira proporcional ao hype em sua segunda temporada – entenda que os adversários, agora, tiveram uma offseason toda para estudá-lo e a tabela está longe de ser fácil.

E não é apenas as expectativas em torno de Prescott que podem fazer os sonhos de Dallas desmoronarem: há também a dúvida sobre a possível suspensão de Elliott, que ainda não sabemos como acabará – hoje, ela é de seis jogos, mas o recurso ainda será julgado. A defesa, que já era mediana, perdeu peças-chave, sobretudo na secundária e torce para que alguns novatos consigam preencher os buracos – vale lembrar que Dallas terminou com 7 vitórias e uma derrota em partidas decididas por sete pontos ou menos na última temporada.

Onde realmente mora a esperança

Se você crê que Dallas pode repetir as mais de 10 vitórias da temporada passada, saiba que a esperança para isso ainda mora na linha ofensiva, uma das melhores da NFL nos últimos anos. Zeke foi incrível e Dallas construiu seu sistema ofensivo em torno dele – ele era a base do ataque, e não Prescott. E, claro, Elliott deveria ter conquistado o ROY caso o hype não vencesse.

Pode vir.

O fato é que a linha ofensiva permite que Dallas controle o ritmo das partidas, conquistes caminhões de jardas por terra, mantenha o ataque adversário fora de campo e dê tranquilidade ao seu jovem quarterback. Essa fórmula permanece inalterada: enquanto a OL continuar dominante, os Cowboys podem chegar longe.

Já os WRs Cole Beasley, Dez Bryant e Terrance Williams somaram para 169 recepções, 2223 jardas e 17 touchdowns, uma das melhores unidades da NFL. E enquanto Bryant continua a ser a grande estrela, Beasley, que liderou a equipe em recepções (75), se mostrou uma opção de segurança para Dak. Há ainda o TE Jason Witten, que renovou seu contrato durante a offseason e terminará sua carreira em Dallas – mas apesar de ter jogados as 16 partidas pela 13ª temporada consecutiva, aos 36 anos, parece difícil que Witten siga produzindo efetivamente.

Preenchendo o vazio

Não parece surpresa que Dallas tenha investido suas três primeiras escolhas de draft para reforçar o setor defensivo: a unidade foi fraca quando comparada ao ataque, terminando na 14ª posição da NFL.

Foram 36 sacks, cinco a mais que em 2015, mas mesmo assim a temporada  foi a quinta consecutiva em que a defesa dos Cowboys terminou fora do top 10 da liga. Dallas, aliás, não tem um jogador com dígitos duplos em sacks desde que o DE Jason Hatcher conseguiu 11 em 2013.

Talvez por isso a escolha de primeira rodada tenha sido usada no DE Taco Charlton, de Michigan, trazido para reforçar a linha defensiva (adendo: nenhum jogador da equipe teve mais que seis sacks na temporada passada). Além dele, o setor também espera mais de Demarcus Lawrence, que teve oito sacks em 2015, mas viu o número despencar para apenas um na temporada passada – pese o fato de que ele esteve em campo em apenas nove partidas, devido a uma cirurgia nas costas.

Já na secundária, Dallas perdeu os CBs Brandon Carr e Morris Claiborne e os S Barry Church e JJ Wilcox. Claro, nenhum dos quatro possui números que saltam aos olhos e podem ser considerados perdas irreparáveis, mas enquanto grupo eles contribuíram com 254 tackles, 5 interceptações e 28 passes defendidos na temporada passada – a responsabilidade agora está com uma turma de novatos, que têm potencial, mas não sabemos como se sairão.

Palpite: em Dallas, tudo parece um pouco demais. É, ainda, muito cedo, para o nível de otimismo que se instalou. Prescott pode ter uma segunda temporada maravilhosa, e ainda assim não ter os mesmos números de seu ano de estreia. A defesa está longe de ser uma das melhores da NFL; e um ou dois contratempos, envolvendo Dak, Bryant, Elliott ou mesmo a OL, pode fazer tudo desmoronar – além disso, o calendário não será fácil. De qualquer forma, um número maior que 10 vitórias é factível e o Cowboys pode estar na pós-temporada. Mas também pode facilmente perder o controle da divisão.

Retrospectiva: uma coleção das besteiras que falamos

A longa offseason da NFL é um período de muita reflexão para todos nós que, de alguma forma, estamos envolvidos com o melhor esporte do mundo. Não há muito o que falar sobre football: o draft já está no passado, tanto calouros quanto free agents já têm seus contratos assinados e tudo que os jogadores têm que fazer no momento é engordar, gastar seus milhões de dólares e aproveitar o tempo livre para se envolver em problemas com a polícia. No verdadeiro período de férias da NFL, não há notícias e nem nada de novo para ser analisado.

Mas nós do Pick Six decidimos usar esse período de marasmo para fazer uma auto-crítica e exorcizar alguns demônios. Em comemoração ao quase um ano de atividades do site, fui escolhido para ser uma espécie de ombudsman e conduzir uma investigação profunda sobre as bobagens que foram ditas por nossos integrantes  em 2016. Sim, disparamos vários absurdos que merecem ser relembrados e expostos. Acertamos um pouco, também, mas erramos bastante.

E você, leitor, que teve seus olhos maltratados por um monte de lixo, merece a verdade e a justiça. Se não temos bobagens novas para escrever, temos bobagens antigas para ressuscitar e expor no grande tribunal da internet. Vamos a algumas delas.

Atlanta Falcons

Talvez a principal mea culpa que precisamos fazer seja em relação a praticamente tudo que foi publicado a respeito do Atlanta Falcons. Nós conseguimos menosprezar um time que chegou ao Super Bowl com um dos melhores ataques da história durante todo o ano que passou. Em agosto, por exemplo, Murilo publicou um texto fazendo previsões patéticas sobre a temporada do Falcons e disparou a seguinte pérola:

“A grande e dura verdade é que NINGUÉM SE IMPORTA. O Falcons cumpriu sua missão na NFL quando deu Brett Favre para Green Bay. Poderia ter acabado ali e nos poupado de todo o resto – inclusive deste preview. Seis vitórias e fechem a franquia na temporada que vem; não queremos escrever sobre eles novamente.”

Ivo, responsável pelos primeiros Power Rankings do site, não ficou muito atrás e publicou as seguintes pérolas em sequência nas três primeiras semanas da temporada:

Semana 1

“Será muito legal ver Matty Ice lançando TDs para Julio Jones e perdendo jogos. Este será o Falcons deste ano, com uma defesa que não pára ninguém e um ataque que depende quase exclusivamente de Julio – sabemos que Devonta Freeman é uma mentira e estava sob o efeito de entorpecentes no início da temporada passada.”

Semana 2

“Todos sabemos que o Falcons não chegará longe, mas se derrotar o Saints duas vezes terá seu título moral.”

Semana 3

“Segue o sonho de vencer New Orleans duas vezes e conquistar o seu título moral. Freeman, Coleman e Ryan atuaram como se a defesa do Saints não existisse – e na verdade não existe. A dúvida fica se o ataque conseguirá repetir a atuação contra uma defesa de verdade. Spoiler: não.”

Simplesmente épico.

Para fechar com chave de ouro, em seu ranking de Quarterbacks, Digo limitou Matt Ryan à mediocridade eterna quando escreveu as seguintes palavras:

“Ryan, já é hora dos torcedores dos Falcons aceitarem, chegou ao seu melhor com aquela vitória nos playoffs (ainda que siga com boas campanhas na temporada regular) contra os Seahawks.”

Murilo completou a cagada:

“De qualquer forma, a pergunta que fica para esta temporada é até onde pode ir o Atlanta Falcons? Querendo ou não, ela está ligada a outra importante questão: até onde pode ir Matt Ryan? [Spoiler I: nenhum deles irá a lugar nenhum]”

Como todos sabem, o Falcons chegou ao Super Bowl destruindo as defesas adversárias e Matt Ryan foi eleito o MVP da temporada, transformando as nossas previsões pessimistas em grandes piadas de mau gosto.  Porém, é necessário fazermos uma ressalva: o segundo tempo do Super Bowl e a maior pipocada de todos os tempos mostraram que, bem lá no fundo, tínhamos um pouco de razão.

Desculpa, cara!

Carolina Panthers

Ainda na NFC South, enquanto o Atlanta Falcons era subestimado, o Carolina Panthers era extremamente supervalorizado. Ainda sob os efeitos da temporada de MVP de Cam Newton e da aparição no Super Bowl perdido para (a defesa do) o Denver Broncos, não hesitamos em disparar  previsões extremamente otimistas para o Panthers. Novamente, Murilo foi responsável por iniciar a metralhadora de bosta:

“Não há um time na NFC South que tenha hoje um front seven tão potente nem, me arrisco a dizer, um QB tão talentoso. Logo, os Panthers vão chegar tão longe enquanto a sorte de não enfrentar grandes defesas ou ataques aéreos inspirados (ou pegá-los baleados, vide Cardinals) permitir.”

Ele ainda completou a cagada ao dizer que “não tem como o Carolina Panthers perder essa divisão” no nosso primeiro e único podcast (sim, acredite, ele existe e está disponível para download no site).

Ivo, seguindo a mesma “linha editorial”, afirmou em seu primeiro Power Ranking, que tinha o Panthers em quinto, que “mesmo com a derrota na estreia, o Panthers levará com facilidade sua divisão e tem tudo para chegar forte nos playoffs”.

Tudo que podemos fazer nesse momento de glória é rir e, talvez, cogitar o encerramento das atividades do site por vergonha. O Carolina Panthers não só não venceu a divisão como terminou em último, com apenas seis vitórias. Além disso, Cam Newton sofreu colapsos épicos e nem de longe lembrou o jogador que venceu o prêmio de MVP em 2015.

Jacksonville Jaguars

O Jacksonville Jaguars é um time que consegue enganar todo mundo em todos os anos. É impressionante. Sempre acreditamos que o time tem talento e está próximo de vencer, mas sempre temos nossos sonhos frustrados. É muito parecido com o Brasil: queremos acreditar que um dia possa se tornar uma potência, mas acaba sempre destruído pela podridão. Nada vai mudar isso. A falsa esperança coletiva no Jaguars levou ao seguinte diálogo no já mencionado podcast:

Murilo: “Jaguars tem o melhor coletivo da AFC South!”

Digo: “Eles são o melhor time e vão ganhar a divisão.”

Cadu: “Eu concordo!”

Três idiotas discutindo football e nenhum foi capaz de impedir que isso se tornasse público.

Em um trecho de artigo que previa a temporada de Jacksonville e que tinha o sugestivo título de “Bortles é foda, o resto é moda” (vomitei), Murilo foi um visionário e previu a própria existência desse texto e das cobranças que estariam por vir:

“Adoramos errar previsões e você, querido leitor, está autorizado a nos cornetar daqui três ou quatro meses, mas afirmamos que Blake Bortles está pronto para dar o próximo passo.”

Na verdade, ele estava certo: Bortles acabou dando o próximo passo, porém em direção ao abismo. Para finalizar, Digo teve um momento de brilhantismo em um texto sobre o que seria do Patriots em 2016 e previu uma vitória do Jaguars em New England. É simplesmente ridículo:

“Brady não mostra nenhum sinal de ter 39 anos, até uma derrota bizarra para os Jaguares de Jacksonville debaixo de muita neve em Boston. Você ouviu aqui primeiro.”

Enganou vários trouxas.

Fantasy

Xermi foi o responsável por escrever nossas colunas sobre Fantasy em 2016. Entre conselhos maravilhosos como “escale Nelson Agholor sem medo”, Xermi levou seu time a uma honrosa 11ª posição entre 12 times na liga de Fantasy mais importante do mundo. Além disso, conseguiu levar o time do Pick Six apenas a uma desastrosa 9ª colocação na liga com leitores do site, com apenas seis vitórias na temporada regular. Você já sabe em quem não confiar para o Fantasy 2017.

Diversas

Completamos esse texto com alguns aforismos que merecem ser mencionados. Digo, por exemplo, em sua birra com Joey Bosa disse o seguinte: “esse time (Chargers) parece destinado à mediocridade e torceremos contra eles por alguns anos até que alguém admita que fez cagada em relação a Joey Bosa”.

A parte sobre a mediocridade do Chargers é bastante compreensível, porém Bosa mostrou em pouco tempo que pode ser um talento raro. Digo ainda garantiu em seus balanços sobre a temporada que Denver Broncos e Minnesota Vikings estavam garantidos nos playoffs. E para fechar sua contribuição com o universo, disse que “se RGIII jogar tudo o que sabe, esse time (Browns) pode passar o Ravens”. Não temos como justificar isso.

Já Murilo desconsiderou completamente a qualidade do Miami Dolphins, que acabou se mostrando um time razoável e conseguiu chegar aos playoffs: “na oitava semana tudo já estará perdido e o Dolphins estará em algum lugar entre o limbo, o nada e a última posição da divisão. O objetivo deve ser alcançar cinco vitórias, mas com três já será possível comemorar”.

Ivo também se mostrou bastante pessimista quando colocou o Dallas Cowboys na posição 25 de seu Power Ranking (atrás de New York Jets e San Francisco 49ers, acreditem) e desconsiderou a ascensão de Dak Prescott: “resta a Dallas torcer para Romo voltar logo (e então se lesionar novamente).”

Ainda tivemos a capacidade de colocar o modorrento Los Angeles Rams na 13ª posição de um de nossos rankings, o que é completamente inaceitável e é a maneira certa de encerrar um texto com tantas cagadas.

Futuro

Você deve estar se perguntando se todas essas admissões de culpa servirão para que erremos menos no futuro. A resposta é simples e óbvia: não, não nos importamos com isso e vamos continuar por tempo indeterminado. Preparem seus olhos. Eles ainda vão sangrar bastante. Além disso, se você chegou até aqui é porque adora ler uma bobagem.

Tony Romo ou o melhor quarterback que não soubemos valorizar

Era uma tarde de 28 de dezembro de 2008 quando Tony Romo nos mostrou, sem pudor algum, tudo aquilo que o definia; na semana 17 daquela temporada regular, o Eagles anotara 38 pontos na cabeça do Dallas Cowboys e a franquia do Texas estava mais uma vez fora da pós-temporada. Após o jogo, Romo encara os repórteres e diz:

“Se está é a pior coisa que irá acontecer comigo, então tive uma vida muito boa”.

Se naquele dia parecia que Romo não tinha a real noção da importância do football hoje, olhando em retrospecto, percebemos que na verdade nós estávamos errado: Romo tinha a noção exata do que significava, de sua representatividade e da pessoa que se tornara. Somente aquele mesmo Tony Romo seria capaz de sentar ao lado do gramado e assistir a ascensão de Dak Prescott, somente ele saberia a hora exata de sair de deixar os holofotes.

Perspectivas

Quando Romo foi ao chão em setembro passado em duelo desimportante da pré-temporada contra o Seattle Seahawks, a pior parte da notícia em si foi que, no fundo, ninguém pareceu surpreso. Quando tudo ganhou forma e soubemos que uma lesão nas costas o tiraria de ação por algo entre 6 a 10 semanas, não houve choque: houve apenas um misto de tristeza e resignação.

O ar de inevitabilidade, a constatação que Tony tinha à sua disposição provavelmente o melhor Dallas desde que assumira a condição de titular em 2006, tornava tudo ainda mais decepcionante. O que importava, naquela situação, era mais do que a lesão ou o que o Dallas Cowboys perderia com ela: era um momento sobre o que Tony acabaria perdendo.

Não se vá.

Construindo uma equipe para Romo

Entre 2010 e 2014 o Dallas Cowboys seguiu um plano desenvolvido sob medida de maneira perfeita; naquele período, eles usaram quatro de suas cinco escolhas de primeira rodada nos drafts seguintes em peças que se tornariam fundamentais à franquia: o WR Dez Bryant, inegavelmente um dos grandes nomes da NFL, e os integrantes daquele que se consolidaria como uma das melhores linhas ofensivas da liga (Tyron Smith, Travis Frederick e Zack Martin).

O resultado foi um jogo corrido extremamente eficiente, combinado a uma proteção sólida, que permitia a Romo o tempo necessário para encontrar Dez livre 30 ou 40 jardas após o snap. Era um esquema moldado para potencializar o impacto de um quarterback já flertando com seus 35 anos e, enfim, após muitas temporadas em que Romo precisava fazer muito, encontrar soluções e escapar da pressão, agora ele tinha a oportunidade de fazer o que ele sempre fez com eficiência: passes rápidos e precisos e, quando necessárias, bombas de mais de 35 jardas.

Dessa forma, aos 34 anos, ele registrava a melhor temporada de sua carreira: foram 12 vitórias como titular, o primeiro lugar da NFL em porcentagem de conclusão de passes (69,9%) e em jardas por tentativa (8,5) – Aaron Rodgers terminaria aquele ano como MVP indiscutível, mas mesmo assim é inegável que Romo teve uma temporada digna de ser também um real candidato ao prêmio.

Mas quando Dallas foi eliminando em uma decisão polêmica após um passe incompleto para Dez Bryant, a sensação predominante era que Romo e o Cowboys haviam perdido apenas uma oportunidade, afinal, com um ataque terrestre dominante, Bryant em seu auge e Tony na sua melhor forma desde que iniciara sua carreira profissional, era razoável crer que a franquia iria se manter no topo da NFC por mais duas ou três temporadas. Porém, desde aquela derrota, Romo entrou em campo em apenas cinco oportunidades, terminando partidas somente duas vezes.

Um dos caras mais fáceis de gostar (mas o mais difícil de depositar suas esperanças)

Você sabe como Antonio Ramiro entrou nas nossas vidas? Da mesma forma que Tom Brady, em um jogo transmitido nacionalmente, substituindo Drew Bledsoe. Ok, ele nunca levou o Cowboys à glória como Tom levou New England, mas desde seus primeiro momentos injetou energia em um ataque até então inerte, levando uma franquia aparentemente quebrada aos playoffs em 2006 após nove vitórias. O que vem a seguir, porém, todos sabemos.

E a primeira grande frustração, em um FG potencialmente vencedor, deu tom a uma narrativa que seguiria Tony Romo desde aquele dia: para qualquer sucesso de sua trajetória (e foram muitos), sempre haveria mais densidade em suas falhas.

Já no ano seguinte, o Cowboys conquistou 13 vitórias, Romo lançou para 36 TDs, mas no fundo, ele estava muito ocupado passeando com Jessica Simpson pelo México – e, acreditem, a reação da imprensa foi semelhante a ocorrida após o passeio de barco de Odell Beckham e seus amigos.

Tudo era condicionado a fortalecer a narrativa de que Tony podia ser um excelente quarterback, mas lhe faltava aquele fator decisivo, aquele timing que só aqueles que têm a real importância do significado do football possuem: ele era bom o suficiente para ganhar jardas e mais jardas, mas não tinha consigo algo intangível, que só gente como Troy Aikman tinha, que só quem não parecia distraído tinha, já que Romo estava ocupado jogando golfe nas horas vagas e tentando participar do US Open. Ou perdia tempo namorando estrelas como a já citada Jessica Simpson e Carrie Underwood – não importando que Carrie tenha declarado que o relacionamento acabou porque “Tony se importava muito com football”.

Romo viveu o football, mas também viveu além do football. E talvez esse tenha sido seu único “erro”.

Um cara massa.

Você ainda não sabe que sentirá saudades

A hipótese de que qualquer atleta teve sua carreira, seus melhores anos roubados por lesões, é extremamente dolorosa. Mas com Romo, de alguma forma, é ainda pior: a ideia de que Tony é realmente um dos melhores quarterbacks da NFL contemporânea demorou anos para se inserir no inconsciente coletivo.

Tudo isto é traduzido naquele que foi, sem dúvida, seu maior momento como atleta. E naquela fração de tempo, ele não estava levantando um troféu ou anotando touchdowns; ele estava em uma sala, expondo aquilo que melhor o definia.

“Você está triste e para baixo e se pergunta por que isso aconteceu. E neste momento você descobre quem você realmente é, qual sua essência. Você vê que o football é uma meritocracia e nada lhe é dado de graça. Você tem que ganhar tudo, todo dia, tudo de novo. Você tem que provar. É assim que a NFL funciona e é assim que o football funciona”.

A lesão contra o Seahawks o colocara em um lugar em que ele jamais estivera:

“Machucado dois anos em sequência, no meio de seus 30 anos. A imprensa está falando. Todos têm dúvidas, você passou sua carreira trabalhando para chegar aqui. E agora tem que começar tudo de novo. Você se sente quase um estranho. É um lugar sombrio”.

Naquele 15 de novembro, Tony esteve em sua encruzilhada particular, um momento entre ser Tony Romo ou um quarterback definido pelas oportunidades perdidas. Mas você consegue imaginar Tom Brady na sideline enquanto assiste Jimmy Garoppolo levantar o Vince Lombardi? Consegue imaginar Drew Bledsoe aceitando o papel de backup de um calouro selecionado no sexto round? Consegue imaginar Brett Favre estendendo um tapete vermelho para Aaron Rodgers? Bem, se para a primeira situação é possível argumentar que não existe uma resposta concreta, não é possível dizer o mesmo sobre as duas seguintes.

“Há momentos especiais que aparecem, nos quais há um comprometimento compartilhado, tendo um papel enquanto todos fazem as coisas juntos. É isso que você se lembra, não suas estatísticas ou seu prestígio, mas seus relacionamentos e os feitos que você criou junto de um grupo. É difícil fazer isso, mas há muita alegria em fazê-lo. Ao mesmo tempo, queima o desejo de ser o melhor que você jamais foi. Você pode ser ambos”.

As mesmas características que fizeram Romo um quarterback distante da perfeição, lhe ofereceram um outro tipo de grandeza – maior que qualquer esporte pode conferir. O Tony Romo naquela sala de imprensa em 15 de novembro de 2016 era exatamente o mesmo que em dezembro de 2008 afirmara que tivera “uma vida muito boa”: alguém ciente de que há algo além do football do que podemos supor.

Por muito tempo, Tony entrou em um campo e jogou football – e ele foi muito, muito bom naquilo que se propôs a fazer. Mesmo que, apesar de todo seu esforço e sua luta contra lesões, alguns insistissem em não enxergar. Hoje, seu corpo e mente dizem que é hora de ir e, bem, ele já fez alguns milhões de dólares enquanto se divertia nesse esporte, ele não precisa mais jogar.

Agora é hora de continuar se divertindo enquanto assiste Dak e seus antigos companheiros lutarem em campo: é hora de viver, Tony. E, como você mesmo disse, “se isto é o pior que lhe aconteceu, você teve uma vida muito boa”.

Tony Romo e a eterna busca pelo quarterback ideal

A situação de desespero completo enfrentada por alguns times evidencia uma das verdades mais inconvenientes da NFL: encontrar um franchise QB é uma tarefa muito complicada. Pode parecer difícil de acreditar, mas aparentemente não existem 32 seres humanos capazes de comandar um ataque com a mínima competência e se tornar a base ao redor da qual uma franquia de sucesso é construída.

Em 2017, a ausência de oferta em um mercado com alta demanda para preencher vagas disponíveis na posição mais importante parece ainda mais acentuada. Se você acha que é exagero, reflita: dos 32 times da NFL, pelo menos oito (25% da liga) vivem situações que vão do desespero completo a dúvidas significativas quanto à capacidade de seus QBs.

Se existisse um ranking do desespero na busca por um quarterback, certamente San Francisco 49ers, New York Jets, Cleveland Browns e Chicago Bears estariam brigando acirradamente pelo topo, já que não têm absolutamente nenhuma opção viável na posição.

O 49ers, depois de dispensar Blaine Gabbert e de Colin Kaepernick ter optado por deixar o time, chega ao cúmulo de não ter nenhum QB em seu roster atual e é a escolha óbvia para time mais desesperado. O Jets não fica muito atrás, contando apenas com os inexperientes e fracos Bryce Petty e Christian Hackenberg no elenco. Em 2016, Browns e Bears até conseguiram extrair de Robert Griffin III, Cody Kessler e Matt Barkley algumas apresentações que se aproximaram um pouco da linha da mediocridade, mas é difícil acreditar que estejam cogitando iniciar a temporada 2017 apenas com essas opções.

Já Los Angeles Rams e Houston Texans vão pagar em 2017 por erros cometidos em momentos de desespero: na busca por um QB, ambos fizeram investimentos altos em Jared Goff e Brock Osweiler e viram a coisa desandar de maneira retumbante. Mas justamente por terem investido tanto em dois jogadores tão ruins, talvez seja necessário mais um ano de sofrimento para que então a ficha caia definitivamente; hoje, são equipes que vão pensar no futuro da posição, mas que não serão tão agressivas quanto os quatro primeiros aqui citados.

Outras duas incógnitas são Buffalo Bills e Jacksonville Jaguars, que estão em uma espécie de purgatório, já que Tyrod Taylor e Blake Bortles já deram sinais de que podem ser o futuro das franquias, mas também deram indícios de que podem colocar tudo a perder. A situação de Bortles em Jacksonville parece ser mais confortável, já que o time vai esperar que sua escolha de primeiro round volte a ter o desempenho apresentado em 2015. Tyrod tem um futuro mais incerto em Buffalo: o time está visivelmente incomodado em se comprometer com os altos salários do contrato atual do QB. Mas diante das opções disponíveis e de um bom potencial de crescimento do jogador, o Bills não deveria pensar duas vezes em ficar com Taylor e evitar entrar no grupo dos times verdadeiramente sem nada a se apegar.

O número de desesperados não é ainda maior porque não consideramos situações potencialmente complicadas, como a do Miami Dolphins, com a contusão e com as performances medianas de Ryan Tannehill, a do Denver Broncos, com um jogador mediano em Trevor Siemian e um projeto a longo prazo em Paxton Lynch, e a do Minnesota Vikings, que não sabe quando ou mesmo se Teddy Bridgewater voltará a jogar e, enquanto isso, terá que depender do modorrento Sam Bradford. Se esses três times entrassem na estatística dos desesperados, um terço da liga não teria um QB decente. É assustador.

Flw, vlw.

Procurando soluções

Para suprir a demanda pela posição mais importante do football, nada como gastar um bom dinheiro na Free Agency, não é mesmo? Infelizmente, a coisa não é tão simples assim. Colin Kaepernick, Jay Cutler e Ryan Fitzpatrick encabeçam uma lista de Quarterbacks Free Agents nada inspiradora, que ainda conta com nomes obscuros como Brian Hoyer, Josh McCown, Blaine Gabbert, Case Keenum e Mark Sanchez. Nenhum desses jogadores, seja pela qualidade técnica ou por habilidade de liderança, é a solução para times fracos que precisam de performances consistentes.

Se a Free Agency não vai trazer soluções, o otimista pode pensar que do draft podem surgir algumas surpresas, como Dak Prescott. Pode acontecer, é claro, mas se apegar a isso é como dar um tiro no escuro. A chance de acertar é muito pequena, especialmente porque o calouro, por mais talentoso que seja, teria que carregar um New York Jets ou um San Francisco 49ers nas costas.

Além disso, não existem unanimidades na classe de calouros de 2017: não há nenhum Andrew Luck e nenhum Cam Newton, por mais que os agentes tentem nos fazer acreditar no contrário. Escolher um QB no draft desse ano será a prova de fogo para os scouts e dificilmente um milagre acontecerá. Nunca se esqueçam: para cada Russell Wilson descoberto no terceiro round, aproximadamente 37 Christian Ponders são draftados no primeiro.

A melhor opção

No meio dessa bagunça toda está um dos melhores QBs da NFL quando saudável e, provavelmente, o principal nome entre os disponíveis no mercado: Tony Romo.

Sem espaço no Dallas Cowboys após a inesperada ascensão de Dak Prescott, é bem provável que Romo seja trocado ou dispensado pelo Cowboys. Apesar de carregar a fama de “amarelão”, principalmente por situações que aconteceram no início de sua carreira, Tony tem sido um dos quarterbacks mais produtivos e regulares dos últimos anos na NFL.

E não seria exagero nenhum dizer que Romo é melhor que Prescott, se desconsiderados os fatores idade e tendências a contusões. Dallas tem a sorte de ter dois jogadores que poderiam tranquilamente ser a solução para qualquer time da liga, mas pensando no futuro, terá que dispensar ou trocar o melhor deles: é difícil imaginar um cenário em que Tony Romo esteja vestindo a camisa do Cowboys em 2017 e, certamente, todos os 11 times já mencionados até aqui estão salivando para tê-lo.

O problema é que a escolha será, principalmente, do próprio Romo. Em caso de dispensa, o jogador se tornaria Free Agent e poderia negociar com qualquer time da liga. Se Dallas resolver trocá-lo, em respeito pelo que tudo que Tony já fez pela franquia, é provável que o jogador seja consultado antes que negócio seja concretizado. De qualquer forma, Romo é o senhor do seu próprio destino e, nesse ponto de sua carreira, já com muito dinheiro no bolso, é provável que escolha um time que lhe dê uma possibilidade mais palpável de título, o que colocaria um ponto final em uma carreira consistente.

Seguindo essa lógica e pensando também nas necessidades dos times, vamos especular sobre os melhores destinos para Tony Romo. E também sobre situações em que, bem, seria melhor considerar aposentadoria – ou o suicídio.

I’ve been waiting all day for Sunday Night.

O paraíso: Denver Broncos

Denver parece ser um time que está a um QB de distância de voltar para o Super Bowl. A defesa segue dominante e o ataque conta com jogadores talentosos, como Demaryus Thomas e Emmanuel Sanders. Nesse contexto, Tony Romo não chegaria como o salvador da pátria, mas sim como a peça que faltava para completar um time que já é muito bom. Como Denver não toma muitos pontos e prefere correr com a bola, a escolha seria a ideal para Romo inclusive se forem considerados os riscos de contusão, já que no esquema do Broncos, o QB não é tão exigido. Para Denver, além de aumentar bastante as chances de um retorno ao SB, ter Romo como uma ponte para o início da era Paxton Lynch também não é uma má ideia.

Um relacionamento quase perfeito: Houston Texans

O Texans é um time muito parecido com o Broncos: tem sua principal força na defesa, adora correr com a bola e tem bons jogadores no ataque. A diferença é que o conjunto do Texans, apesar de DeAndre Hopkins e JJ Watt, não é tão talentoso quanto o de Denver e Romo estaria um pouco mais distante de um título. As vantagens estão em permanecer no Texas e não estar submetido ao clima de Denver. Além do fato de que vencer a AFC South também é bem mais fácil que vencer a AFC West.

Nem o céu, nem o inferno: Chicago Bears

Pode parecer estranho citar o Chicago Bears, que terminou 3-13 na última temporada, como uma boa opção para Tony Romo, mas o time parece ter o tipo de talento ofensivo do qual ele conseguiria tirar proveito. É claro que essa afirmação depende muito da nada certa renovação de contrato do WR Alshon Jeffery. Se renovar, além de Jeffery, Romo teria à disposição Kevin White, que apesar de ainda não ter mostrado todo seu potencial desde que chegou à NFL, era considerado um dos WRs mais talentosos da classe de 2015. O Bears também tem um jogo corrido muito forte com o surpreendente Jordan Howard. Em Chicago, Romo ainda estaria bem distante de um título, mas é uma opção melhor que as demais – exceto se o Minnesota Vikings decida se livrar de Sam Bradford.

O fundo do poço: San Francisco 49ers

O 49ers é muito ruim e ainda está em uma das divisões mais difíceis da NFL em termos de defesas adversárias. A não ser que queira apanhar constantemente das defesas de Arizona Cardinals, Los Angeles Rams e Seattle Seahawks, é melhor para Romo ficar bem longe da lixeira que é San Francisco hoje.

Martírio sem fim: New York Jets

O Jets acaba de perder o WR Brandon Marshall e o C Nick Mangold, um dos melhores da liga. Sobraram apenas os já não tão novinhos Erick Decker e Matt Forte em um ataque bem fraco. Não existe motivo algum para Tony Romo ir para New York passar frio, enfrentar uma imprensa insuportável e não ter chance nenhuma nem de ganhar a divisão, que já tem dono há anos. Não faça isso, Tony!

É preciso estar louco: Buffalo Bills

O Bills não vai aos playoffs há 17 anos. E não é apenas um Tony Romo que vai mudar essa situação. O time tem muitos pontos de interrogação, tanto no ataque quanto na defesa. Não se sabe com certeza o real estado de saúde do WR Sammy Watkins e o RB LeSean McCoy já tem dado declarações desmotivadas. Junte isso a uma comissão técnica nova, ao frio de Buffalo e terá a receita perfeita para o desastre.

Power Ranking #16 – O fim se aproxima (seja lá o que isto queira dizer)

Bem amigos do Pick Six, hora do penúltimo Power Ranking da temporada, repleto de verdades absolutas e, cada vez mais, definitivas – óbvio, afinal, o ano está acabando.

Nas últimas colocações, desta vez, optamos por exaltar o esforço apesar da nítida ruindade; acreditamos que a dignidade merece ser louvada. Já nas primeiras posições, segue a dança solitária entre nomes já conhecidos. Confira:

Doce ilusão: Arizona Cardinals (+7)

Triste realidade: Buffalo Bills (-5)

32 – New York Jets (4-11 / -3)

A mágica de FITZMAGIC se transformou em vodu: nos três jogos em que ele foi “forçado” a começar no banco, por alguma peripécia do destino, ele acabou entrando e lançando 10 ou mais passes. Agora, para encerrar sua fracassada temporada com a famosa CHAVE DE BOSTA, New York iniciará sua última partida com a personificação de seu fracasso atrás de uma OL indigna. Seja o que Deus quiser.

31 – Los Angeles Rams (4-11 / -3)

Chegamos a profetizar que o futuro com Jared Goff não seria pior do que a realidade era até então com Case Keenum. A verdade, porém, é que Goff está 0-6 desde que se tornou titular – e apenas Manziel, em 2014, teve uma temporada de novato com uma sequência de partidas sem vitórias semelhantes desde… 1995. O futuro talvez não seja tão animador.

30 – Cleveland Browns (1-14/ +2)

É hora de assumirmos a verdade: Cleveland, no papel, é o pior time da NFL, mas ao menos possui resquícios de dignidade e luta, contra adversários e, sobretudo, contra suas próprias limitações. E mesmo com a vitória, as probabilidades de ter a primeira escolha do draft de 2017 para poder desperdiça-la subiram de 85% para 94%. Uma semana com uma vitória dupla, convenhamos!

29 – San Francisco 49ers (2-13 / +2)

San Francisco está 2-0 contra o Rams nesta temporada. E 0-13 contra o restante da NFL, o que por si só diz muita coisa. Agora resta saber se os torcedores irão lembra da ousada conversão de dois pontos de Colin Kaepernick como um grande momento em uma temporada horrorosa, ou como o lance que custou a primeira escolha do draft de 2017?

28 – Chicago Bears (3-12 / -1)

Falem o que quiserem sobre Jay Cristopher Cutler, mas ele nunca lançou ao menos três interceptações em três jogos consecutivos, tampouco teve dúzias de interceptações em drives seguidos. Cuidado com o que deseja: talvez o futuro com Matt Barkley não seja melhor que o passado com o menino Jay.

27 – Jacksonvile Jaguars (3-12 / +2)

Blake Bortles tem 11 partidas com mais de 300 jardas em sua carreira. Contra o Titans, porém, foi a primeira vez que o Jaguars venceu quando Bortles passou para mais de 300 jardas. Obviamente era uma partida que não valia absolutamente nada.

26 – San Diego Chargers (5-10 / -1)

O Chargers conseguiu ser o único time a perder para o Browns e isso já bastaria para justificar a tragédia que tem sido esta temporada. Talvez o problema seja a água de San Diego e a mudança seja a única solução – resta-nos encontrar explicações místicas, afinal culpar Mike McCoy seria muito óbvio.

25 – Buffalo Bills (7-8 / -5)

A notícia não tão ruim é que, novamente, o Bills terminará o ano com 50% de aproveitamento – ou alguém acredita que eles perderão para esse Jets combalido? Outra notícia não tão boa é, que para não correr o risco de uma lesão ativar o contrato milionário de Tyrod Taylor, seremos obrigados a ver EJ Manuel desfilar pela relva no próximo domingo. Já boas notícias, bem, o Bills aparentemente não trabalha com boas notícias, mas como previmos antes do início da temporada, Rex (e Rob) Ryan foi demitido antes do apagar das luzes.

24 – Carolina Panthers (6-9 / -1)

Cam Newton completou apenas 45,3% dos passes para um rating de 39 nos últimos seis jogos. Algo bem distante do desempenho de MVP que teve na temporada passada, o que nos leva a crer que violar o código de vestimenta talvez não tenha sido o maior de seus problemas neste ano.

23 – Cincinnati Bengals (5-9-1 / 0)             

Cincinnati perdeu sete FGs e seis XPs nesta temporada, totalizando 13 chutes desperdiçados, a maior marca da liga. O cenário, claro, voltou a se repetir no último final de semana. Aliás, e diferença entre pontos marcados e sofridos está em -7, o que indica que estes inúmeros erros podem ter feito toda a diferença. Agora resta apenas desperdiçar mais alguns chutes contra Baltimore na semana #17.

22 – Philadelphia Eagles (6-9 / +2)

Sempre lembraremos que este mesmo Eagles iniciou a temporada 3-0. Vale também lembrar que das 16 partidas na temporada, o Eagles terá enfrentado em 12 delas equipes com campanhas positivas. É um clássico caso onde o futuro parece não ser tão nebuloso – e, sim, Carson Wentz ainda será um dos grandes QBs da liga. Porém, às vezes, também fica a sensação que este futuro está demorando a chegar.

21 – Indianapolis Colts (7-8 / -4)

Pela segunda temporada consecutiva, o Colts está fora dos playoffs. Luck pode ter um talento inegável, mas é fato que ele não está conseguindo traduzir isto em vitórias – mas falaremos mais sobre isso em breve. O confronto final, diante do Jaguars, promete ser um duelo repleto de tédio e melancolia.

De novo: não foi desta vez.

20 – Minnesota Vikings (7-8 / 0)

O Vikings estão 2-8 desde a week #7. Naquela época, apenas 49ers, Rams, Browns e Jaguars tinham registros piores. Definitivamente não era o que eles esperavam quando gastaram sua escolha de primeira rodada no próximo draft para ter Sam Bradford (sim, pode rir: o Vikings gastou uma escolha de primeira rodada para ter os restos mortais de um quarterback de vidro).

19 – New Orleans Saints (7-8 / +2)

Os Saints terminaram 7-9 em três das últimas quatro temporadas. Resta apenas uma partida e qual será o destino de Brees e companhia? Exatamente o mesmo que previmos antes do início da temporada! O Pick Six manja demais, esses caras são fodas!

18 – Arizona Cardinals (6-8-1 / +7)

Você sabe quantos jogadores conseguiram ao menos 100 jardas de scrimmage em todos os jogos de uma temporada regular? Isso mesmo, zero! David Johnson fará isso e é por isso que eles devem lutar – cada um comemora o que pode, não é mesmo?

17 – Tampa Bay Buccaneers (8-7 / -1)

O Bucs chegou a estar 8-5 e ser um real candidato aos playoffs. Desde então, Winston lançou 5 interceptações em jogos contra o Cowboys (compreensível) e um Saints já pensando em 2017 (imperdoável). Para fechar a temporada, um duelo sonolento contra o Panthers.

16 – Tennessee Titans (8-7 / -1)

A lesão de Marcus Mariota pôs fim a qualquer esperança. Mas de todo modo, não importa o que ocorra na última semana, esta temporada pode ser considerada bem sucedida – e com duas escolhas de primeira rodada no próximo draft, o futuro é promissor.

15 – Houston Texans (9-6 / 0)

T-O-M-S-A-V-A-G-E-É-R-E-A-L-E-S-T-Á-A-C-O-N-T-E-C-E-N-D-O-E-E-L-E-S-E-S-T-Ã-O-N-O-S-P-L-A-Y-O-F-F-S.

14 – Denver Broncos (8-7 / -2)

Um vencedor do Super Bowl fora dos playoffs na temporada seguinte não é algo incomum e já aconteceu mais de 15 vezes na era do SB. Mas este Broncos iniciou 4-0 e, desde então, está 4-7. Resta lutar por, ao menos, uma campanha positiva e reconhecer que ver um ataque comandado por Trevor Siemian é mais triste que olhar para o saldo da sua conta bancária.

O pior QB a vestir essa camisa desde Brock Osweiller.

13 – Baltimore Ravens (8-7 / -1)

Os Ravens estarão fora dos playoffs em temporadas consecutivas pela primeira vez desde 2005. Ao menos eles lutaram com alguma dignidade até aqui.

12 – Washington Redskins (8-6-1 / +6)

Os Redskins estão 6-1-1 quando correm para 90 jardas ou mais. Kirk Cousins já se provou o futuro da franquia, mas ele precisa de algum auxílio pelo chão. Para a rodada final, resta fazer sua parte e esperar a pós-temporada – todos sabemos que não haverá um empate entre Green Bay e Detroit, certo?

11 – Detroit Lions (9-6 / -2)

As duas derrotas mais doloridas e nos momentos mais decisivos da temporada chegaram nas semanas #15 e #16. Para piorar, a derrota diante dos Cowboys nos leva a pensar que não se trata de uma leve queda de produção, mas sim como diabos Stafford conseguiu levar este time a 9 vitórias? O futuro dirá.

10 – Miami Dolphins (10-5 / +3)

Miami está 9-1 em seus últimos 10 jogos. Acreditemos ou não, eles estão nos playoffs. Neste período, Jay Ajayi correu para quase 1100 jardas e anotou seis touchdowns; ele superou as 200 jardas em três destas partidas. Longe de ser o MVP da NFL, ao menos é o MVP do Dolphins – seja lá o que isto signifique.

9 – New York Giants (10-5 / -4)

O sistema defensivo tem compensado a queda de produção ofensiva – quem diria, não é mesmo? Resta agora eliminar o rival de divisão e seguir em sua cruzada contra o mal (New England Patriots), afinal, se há alguém que pode nos salvar, essa pessoa se chama Elisha Nelson Manning.

8 – Green Bay Packers (9-6 / +2)

Estão deixando a gente sonhar? Estão deixando a gente sonhar! Rodgers e Nelson estão em perfeita sintonia nas últimas cinco partidas (são 80,9% dos passes completos, contra apenas 56,4% nas primeiras dez partidas). Resta agora torcer para mais um grande jogo da dupla contra o Lions para assegurar a vaga nos playoffs!

7 – Seattle Seahawks (9-5-1 / -1)

Seattle está 2-3 nas últimas cinco partidas, com 12 turnovers cedidos e apenas 5 turnovers forçados. Mesmo assim já aprendemos a não duvidar de Pete Carroll.

6 – Atlanta Falcons (9-6 / +1)

Se o mundo fosse o lugar justo, Matt Ryan levaria o MVP desta temporada (e o Falcons seria eliminado na segunda rodada da pós-temporada). Mas sabemos que o mundo é injusto, Ryan não levará o MVP por falta de grife e, mesmo assim, o Falcons será eliminado na segunda rodada dos playoffs.

5 – Pittsburgh Steelers (10-5 / +3)

O Steelers vem de seis vitórias consecutivas e neste período Le’Veon Bell tem uma média de mais de 180 jardas de scrimmage por partida – além de sete touchdowns. Senão tivesse se perdido nas drogas e ficado fora das três primeiras partidas, seria um sério candidato ao MVP. E Benjamin Todd Roethlisberger é o único que nos pode nos salvar.

Rezem por este cidadão.

4 – Kansas City Chiefs (11-4 / 0)

Travis Kelce ultrapassou as 100 jardas em cinco das últimas seis partidas. Mesmo assim, sabemos que um time comandado por Alex Smith não chega a lugar algum em janeiro. A boa notícia é que agora Dontari Poe (e seu Bloated Tebow Pass) é uma alternativa real!

Travis Kelce gravou 100 jardas de recepção em cinco dos últimos seis jogos dos Chiefs. Nesse tempo, Kelce lidera a NFL em jardas de recepção com 651, que é realmente 89 mais do que o próximo receptor mais próximo. Parece que ninguém está pegando Kelce.

3 – Oakland Raiders (12-3 / 0)

A temporada acabou com a lesão de Derek Carr e não queremos mais falar sobre isso. Resta olhar para o futuro – e ele é animador!

2 – Dallas Cowboys (13-2 / 0)

Na week #14, quando foram derrotas pelos Giants, muitos pediram Romo de volta, certo? Desde aquele dia, Prescott acertou 84% dos passes, teve três passes para TD (além de um corrido). O primeiro lugar na NFC está garantido, agora resta apenas fugir de lesões na última partida contra o Eagles.

1 – New England Patriots (13-2 / 0)

Eles tem uma defesa entre as melhores da NFL, o líder da lida em TDs corridos (Blount, com 17) e Tom Brady lançou para 25 TDs e apenas duas interceptações na temporada. Além disso, o cenário dos playoffs da AFC desenha confrontos com Tom Savage, Alex Smith, McGloin e Matt Moore / Ryan Tanehill. A única real ameaça até o Super Bowl é Big Ben! Oremos, amigos!

 

Power Ranking #15 – Há mais coisas entre céu e inferno do que supõe nossa vã filosofia

Bem amigos do Pick Six! É hora de mais um Power Ranking e já nos aproximamos do final da temporada! Poucas novidades nas últimas posições, restando apenas as piadas infames.

Já nas primeiras colocações, chegamos a conclusão de que a melhor alternativa é negar a realidade. Escolhemos o caminho mais fácil. Confira:

Tá fod*: Washington Redskins (-7)

Um fio de esperança: New Orleans Saints (+5)

32 – Cleveland Browns (-1 / 0-14)

Eles pioram a cada semana, mesmo quando achamos que isso não é mais possível.

31 – San Francisco 49ers (+1 / 1-13)

Possivelmente é a pior defesa que já vimos pisar em um campo de football. Saudades, Jim Harbaugh.

30 – Jacksonville Jaguars (0 /2-12)

Enquanto Gus Bradley é demitido, segue a busca por explicações. Blake Bortles foi apenas um sonho de verão.

29 – New York Jets (0 / 4-10)

Hoje eles parecem um time que foi destruído pelo Dolphins. E isso nunca é um bom sinal.

28 – Los Angeles Rams (0 / 4-10)

Com a demissão de Jeff Fisher, esperava-se alguma mudança. Tudo que vimos, porém, foi que eles continuam incrivelmente ruins.

27 – Chicago Bears (0 / 3-11)

Fazer frente a um Packers com a preguiça de uma paca obesa, querendo ou não, é um alento. Jordan Howard é um resquício de esperança para o próximo ano e tudo é mais belo quando não é preciso ver Jay Cutler desfilando pela relva.

26 – Arizona Cardinals (-1 / 5-8-1)

Os Special Teams destruíram qualquer esperança do Cardinals ao longo do ano. Ninguém imaginou um final diferente contra um ataque liderado pro Drew Brees.

25 – San Diego Chargers (-1 / 5-9)

Mike McCoy será o próximo head coach desempregado? Seria um bom começo para a próxima temporada.

24 – Philadelphia Eagles (-1 / 5-9)

Agora resta apenas estragar a corrida pelos playoffs do New York Giants no próximo TNF. Eles adorariam isso, nós sabemos.

23 – Cincinnati Bengals (-3 / 5-8-1)

O primeiro tempo mostrou o Bengals que esperávamos para essa temporada. Mas o segundo tempo mostrou o Bengals que realmente entrou em campo nesta temporada.

Pare, cara!

22 – Carolina Panthers (0 / 6-8)

Após o último Super Bowl, eles esperaram muito tempo por esta temporada. Agora só querem que ela acabe. Infelizmente, ainda restam duas semanas.

21 – New Orleans Saints (+5 / 6-8)

Parecia College, mas era NFL mesmo.

20 – Minnesota Vikings (-4 /7-7)

Ver este time em campo faz seus olhos sangrarem. A derrota para o Colts foi embaraçosa. Eles são melhores que isso – ao menos precisamos acreditar.

19 – Buffalo Bills (0 / 7-7)

Rex Ryan venceu Jeff Fisher e se mantém empregado. Cada um comemora as conquistas que tem.

18 – Washington Redskins (-7 / 7-6-1)

A derrota em casa para o Panthers praticamente pôs fim a temporada dos pupilos de Jay Gruden. Fica como consolo a certeza absoluta de que Kirk Cousins é, sim, melhor que RGIII.

17 – Indianapolis Colts (+4 / 7-7)

O que eles fizeram com o Vikings não é passível de cadeia? Bem, a vitória mantém as esperanças de pós-temporada, mesmo assim, eles precisarão de uma forcinha de terceiros.

16 – Tampa Bay Buccaneers (-4 / 8-6)

Inegavelmente, eles foram um duro adversário a um dos melhores times da temporada até aqui. É um bom sinal. O lado é ruim é que agora são necessárias duas vitórias para chegar aos playoffs.

15 – Houston Texans (+3 / 8-6)

T-O-M-S-A-V-A-G-E-E-S-T-Á-A-C-O-N-T-E-C-E-N-D-O-A-M-I-G-O-S.

Aconteceu.

14 – Tennessee Titans (+3 / 8-6)

O mundo é um lugar mais agradável quando Marcus Mariota sua sangue e vence seus jogos.

13 – Miami Dolphins (+2 / 9-5)

Se os playoffs começassem hoje, o Dolphins estaria na pós-temporada. É impressionante, mas também precisamos lembrar que os playoffs não começam hoje.

12 – Baltimore Ravens (+2 / 8-6)

O Ravens depende apenas de si mesmo para chegar aos playoffs. Para eles, porém, depender de si próprios também significa depender de Joe Flacco.

11 – Denver Broncos (-1 / 8-6)

Já é hora de admitir que eles não chegarão a lugar algum.

10 – Green Bay Packers (+1 / 8-6)

Estão deixando a gente sonhar, amigos!

9 – Detroit Lions (-3 / 9-5)

A NFL tem algumas certezas definitivas. Uma delas é que, invariavelmente, quando chegamos em dezembro, o Lions sempre volta a ser o Lions.

8 – Pittsburgh Steelers (0 / 9-5)

O ataque segue um dos mais empolgantes da NFL enquanto a defesa melhora a cada jogo – o que, convenhamos, não faz sentido algum.

7 – Atlanta Falcons (+1 / 9-5)

Matt Ryan segue com números e atuações digna de MVP. Pena que sabemos que isso acabará com uma derrota dolorida no Wild Card.

6 – Seattle Seahawks (-1 / 9-4-1)

Eles são os campeões da divisão! Uma divisão composta por um 49ers zumbi, uma equipe que insistiu com Jeff Fisher e outra liderada pelos restos mortais de Carson Palmer, claro, mas mesmo assim, campeões da divisão.

5 – New York Giants (+2 / 10-4)

Eles podem nos salvar e é nisso que precisamos acreditar.

4 – Kansas City Chiefs (-1 / 10-4)

São duas derrotas nos últimos três jogos em casa. É o que os especialistas classificam como “Síndrome de Alex Smith”.

3 – Oakland Raiders (+1 / 11-3)

O que temos visto Derek Carr fazer é real. Pena que o que esta defesa (não) tem feito também.

2 – Dallas Cowboys (0 / 12-2)

Dak voltou ao normal e ao menos irão parar de falar sobre Tony Romo por alguns instantes (talvez até a próxima derrota). O ataque mantém o ritmo enquanto a defesa segue evoluindo – e façam logo uma estátua para Sean Lee.

MVP.

1 – New England Patriots (0 / 12-2)

Não queremos falar sobre isso.

Power Ranking #14 – Segue a dança entre Dallas e New England. E só eles

Bem amigos do Pick Six! É hora de mais um Power Ranking, repleto de verdade absolutas e opiniões imutáveis! Confira:

Deu ruim: Buffalo Bills e San Diego Chargers (-6)

Deu boa: Houston Texans (+6)

32 – San Francisco 49ers (0 / 1-12)

Acreditávamos que o Cleveland Browns voltaria para a última posição, mas o San Francisco 49ers conseguiu perder para o já em férias New York Jets e seguirá no fundo do poço.

31 – Cleveland Browns (0 / 0-13)

O tempo passa e a esperança de ver uma vitória do Browns vai se tornando utopia. Caminhamos para um histórico 0-16.

30 – Jacksonville Jaguars (0 / 2-11)

O único ponto positivo na atual situação do Jaguars é que os torcedores podem assistir as interceptações de Blake Bortles e os drops de Allen Robinson de uma refrescante piscina.

29 – New York Jets (0 / 4-9)

Depois do jogo de domingo, alguns jogadores do Jets correram para o Twitter postar frases sobre orgulho, determinação e superação. Amigos, vocês ganharam do horroroso 49ers na prorrogação logo após terem passado uma das maiores vergonhas já vistas no MNF. Um pouco de bom senso, por favor.

28 – Los Angeles Rams (0 / 4-9)

Jeff Fisher foi demitido. Isso traz um alento ao sofrido torcedor do Rams e minimiza um pouco o fato do time ter tomado aproximadamente 73,8 pontos em casa contra o Atlanta Falcons.

Chega uma hora na vida do ser humano em que ele para e pensa: fu-deu.

Tchau, tchau, Jeff Fisher. Já estamos ansiosos pra saber qual será o próximo enganado.

27 – Chicago Bears (0 / 3-10)

O Bears quase complicou a vida do Detroit Lions. É aquela história: o time joga com vontade, mas é bem limitado.

26 – New Orleans Saints (-4/ 5-8)

O Saints é uma grande incógnita. A defesa, que deveria ser horrorosa, está fazendo um bom trabalho nas últimas semanas. O ataque, que era pra ser super explosivo, não está fazendo nada. Está tudo errado.

25 – Arizona Cardinals (-2 / 5-7-1)

Carson Palmer nos proporcionou um show de horrores na chuvosa Miami e a defesa já não é mais nem sombra do que um dia já foi.

24 – San Diego Chargers (-6 / 5-8)

A melancolia vai tomando conta de San Diego. Enquanto Philip Rivers lança interceptações horrorosas, os caminhões de mudança já estão a postos para a inevitável ida para Los Angeles.

23 – Philadelphia Eagles (-2 / 5-8)

Lembram quando o Philadelphia Eagles ocupava posições de destaque nos nossos Power Rankings? Nós já esquecemos.

22 – Carolina Panthers (+4 / 5-8)

Por algum motivo que é difícil entender, Cam Newton não é mais nem metade do QB que ganhou o prêmio de MVP em 2015. A defesa também não é mais a mesma. Mesmo com a vitória contra o Chargers, já podemos dizer adeus ao Carolina Panthers em 2016.

21 – Indianapolis Colts (-1 / 6-7)

A inexplicável derrota em casa para o Houston Texans de Brockão custará muito caro para o Colts na briga pela AFC South. Dos três que disputam, o Colts parece ser o que menos quer ir para os playoffs.

20 – Cincinnati Bengals (+5 / 5-7-1)

Tudo bem, o Bengals ganhou apenas do Browns, mas tem mostrado que é um time minimamente competente, mesmo sem AJ Green.

19 – Buffalo Bills (-6 / 6-7)

O Bills talvez tenha sido o time que mais nos enganou em 2016. Depois de lampejos de brilhantismo, o time voltou ao seu inevitável destino de nunca mais ir aos playoffs. Adeus, Rex Ryan.

18 – Houston Texans (+6 / 7-6)

Poderíamos falar mais sobre o Texans se não fosse a vontade de vomitar que nos dá quando imaginamos ver esse time jogando em Janeiro.

17 – Tennessee Titans (+2 / 7-6)

Não foi uma vitória absolutamente convincente, mas vencer o Denver Broncos é um sinal de que esse time pode nos salvar do Houston Texans.

Tennessee Titans quarterback Marcus Mariota wipes his face as he walks to a drill during NFL football minicamp on Wednesday, June 17, 2015, in Nashville, Tenn. Mariota is wrapping up his first NFL offseason in the Titans' three-day minicamp. It's been a hectic six weeks for the No. 2 pick overall as the quarterback works to learn as quickly as possible. (AP Photo/Mark Humphrey)

Nosso herói. Esperamos.

16 – Minnesota Vikings (0 / 7-6)

É difícil imaginar um cenário em que o Vikings, com um football nada inspirador, consiga chegar aos playoffs sem ganhar os três últimos jogos, inclusive uma visita ao Green Bay Packers.

15 – Miami Dolphins (+2 /8-5)

Ryan Tannehill ficará fora de alguns jogos com uma contusão no joelho. Mesmo sem seu QB titular, o Dolphins tem chances razoáveis de chegar à pós-temporada, já que enfrenta os já eliminados Bills e Jets. Tudo poderá ser decidido em casa contra o Patriots na última semana.

14 – Baltimore Ravens (-2 / 7-6)

Nós avisamos: esse time atingiu o pico (não muito alto) há algumas semanas. Ainda existe esperança? Existe, mas é uma esperança improvável.

13 – Green Bay Packers (+2 / 7-6)

Corremos enterrar o Packers nas primeiras dificuldades de Aaron Rodgers e nas inesquecíveis performances desastrosas da defesa. Algumas semanas depois, tudo voltou ao normal e o time tem boas chances de chegar na última rodada precisando apenas vencer o Lions para ir aos playoffs.

12 – Tampa Bay Buccaneers (+2 / 8-5)

Alguém teve coragem de por dinheiro esperando algo dos Bucs esse ano? 5 vitórias seguidas e parece o time destinado a ser o “ninguém esperava que chegasse aos playoffs mas aqui estão” (pra perder na primeira rodada daí).

11 – Washington Redskins (0 /7-5-1)

Ganhar dos rivais de divisão é importante, mas os Redskins deixam dúvidas no ar, especialmente porque sabemos que Philadelphia não é tudo aquilo. Vem aí um Monday Night para surrar Cam Newton e empolgar o povo.

10 – Denver Broncos (-4 / 8-5)

O que aconteceu com aquele Broncos imbatível do ano passado? Perder para os Titans foi mais uma prova de que o time hoje é a terceira (!) força na sua divisão.

9 – Pittsburgh Steelers (+1 / 8-5)

LeVeon Bell é um monstro e Mike Tomlin não está com medo de utilizá-lo. A defesa contra o jogo corrido também. Que venham mais jogos na neve!

8 – Atlanta Falcons (+1 / 8-5)

O ataque sensação da temporada fez mais uma vítima. A ameaça de Tampa Bay parece real, mas com a fácil sequência de 3 jogos finais, os playoffs são realidade.

7 – New York Giants (+1 / 9-4)

Os Giants já foram chamados “o pior time” com 5, 6, 7, 8 e 9 vitórias. Será que já é hora de simplesmente aceitarmos que o que Elisha e companhia são bons é em ganhar e começar a preocupar-nos?

Nunca decepciono.

 “All I do is win win win NO MATTER WHAT” #nowplaying

6 – Detroit Lions (+1 / 9-4)

A exemplo dos Bucs, alguém esperava os leões absolutos na NFC North? Após construir dois jogos a frente de Vikings e Packers, Detroit precisa descolar uma vitória em três jogos complicados (NYG, DAL, GB) para ir aos playoffs. SÓ UMA.

5 – Seattle Seahawks (0 / 8-4-1)

A exemplo dos Broncos, Seattle já não parece ser aquele time que impressionou nas últimas temporadas. Ao contrário dos Broncos, os rivais de divisão não são uma ameaça (esse ano).

4 – Oakland Raiders (-1 / 10-3)

Os Falcons da AFC devem chegar às 13 vitórias e dar aquele MVP a Derek Carr. Infelizmente, se a defesa não mudar da água pro vinho, essa deverá ser a grande conquista do ano para Oakland.

3 – Kansas City Chiefs (+1 / 10-3)

Kansas City, de Alex Smith, não é melhor que Oakland nos nossos corações. Nem aos nossos olhos. Mas, observando o domínio de um sobre o outro, não há maneira de não trocar as posições no ranking.

2 – Dallas Cowboys (-1 / 11-2)

Finalmente perderam mais uma! O jogo foi feio e já concluímos que os Giants só sabem vencer. Ainda assim, a pulga atrás da orelha em formato de Romo começa a criar-se. Dak Prescott precisa dar a volta por cima e rápido.

1 – New England Patriots (+1 / 11-2)

Sem muito alarde, cá estão eles de novo no topo do Power Ranking. Belichik e Brady, será esse o ano que vocês finalmente se vingam dos Giants?

Power Ranking #13 – Algumas vezes ignorar é a melhor alternativa

Bem amigos do Pick Six! Hora de mais um Power Ranking, a classificação definitiva, a única que realmente importa para os fãs da bola oval.

Nesta semana, em respeito aos fãs Chip Kelly e companhia que assistiram a 60 minutos de algo que possivelmente fez seus olhos sangrarem, há um novo dono para o fundo do poço – ao menos até a próxima rodada.

Já nas primeiras posições poucas mudanças e, bem, preferimos lidar com os problemas quando eles surgem, então por enquanto vamos apenas ignorá-los.

Vai dar boa: Pittsburgh Steelers e Tampa Bay Buccaneers (+5)

Desiste, cara: Minnesota Vikings (-5)

32 – San Francisco 49ers (-2 / 1-11)

Colin Kaepernick e Blaine Gabbert acertaram cinco passes em 15 tentativas para 39 jardas. Isso é tudo que você precisa saber.

Cinco jardas hihi

Cinco jardas hihi

31 – Cleveland Browns (+1 / 0-12)

O Browns não foi derrotado em sua semana de folga e esse será o ápice da franquia nessa temporada, merecendo subir uma posição no ranking.

30 – Jacksonville Jaguars (+1 / 2-10)

A humanidade chora enquanto descobrimos a verdade sobre Blake Bortles. O lado bom é que a defesa vem melhorando na segunda metade da temporada, o que podemos considerar uma excelente notícia para o futuro novo técnico da franquia.

29 – New York Jets (0 / 3-9)

Tudo indica que Ryan Fitzpatrick está sentando no banco para nunca mais levantar. O triste é que Bryce Petty está levantando.

28 – Los Angeles Rams (-1 / 4-8)

Jeff Fisher recebeu uma extensão contratual de dois anos pelo excelente trabalho desenvolvido. Isso aconteceu no mesmo dia em que não conseguiu achar a bandeira vermelha para desafiar uma jogada e alguns dias depois de errar o nome dos RBs do New England Patriots. Parabéns, Rams! Rumo à mediocridade eterna!

27 – Chicago Bears (+1 / 3-9)

O time é ruim, mas pelo menos tem dignidade.

26 – Carolina Panthers (-2 / 4-8)

Cam Newton não usou gravata para ir ao estádio e foi colocado no banco por Ron Rivera como punição. O resultado foi uma interceptação do reserva Derek Anderson logo na primeira jogada. Bizarro. Esse é o Carolina Panthers 2016.

25 – Cincinnati Benglas (+1 / 4-7-1)

Andy Dalton, ao menos por um domingo, voltou a ser aquele Andy Dalton que já iludiu corações inocentes. Se deixa enganar quem quer ser enganado.

24 – Houston Texans (-1 / 6-6)

Será esse o pior time 6-6 da história? Talvez não, mas com certeza é o time 6-6 com o pior QB.

23 – Arizona Cardinals (+2 / 5-6-1)

Só venceu porque Jay Gruden foi burro. Não sabemos ao certo como isso pode ser positivo, mas na pior das hipóteses ao menos é uma vitória a mais na conta.

22 – New Orleans Saints (0/ 5-7)

O mundo é um lugar mais triste quando Brees, além de lutar contra um adversário, também precisa lutar contra companheiros de equipe incompetentes.

21 – Philadelphia Eagles (-3 / 5-7)

As águias não voam mais, e Philadelphia perdeu pela sétima vez em nove jogos. Aliás, Wentz agora nos mostra a realidade e não tem um jogo com mais TDs do que interceptações desde outubro (são apenas três TDs e oito interceptações nas últimas cinco partidas). Mesmo assim, o Eagles ainda é o time do futuro (cada vez mais distante).

20 – Indianapolis Colts (+1 / 6-6)

Luck parecia o quarterback perfeito no último MNF, mas então lembramos que ele estava jogando contra um Jets com depressão.

19 – Tennessee Titans (+1 / 6-6)

Uma ótima semana de descanso enquanto se prepara para perder para o Broncos na próxima rodada.

18 – San Diego Chargers (-2 / 5-7)

Me peguei passeando no Youtube no momento em que deveria escrever sobre Chargers e decidi continuar vendo vídeos aleatórios.

17 – Miami Dolphins (-4 / 7-5)

A depressão quando nos deparamos com a realidade é um fenômeno estudado por diversos especialistas e é bom Adam Gase já ir marcando algumas consultas.

16 – Minnesota Vikings (-5 / 6-6)

Alguém lembra daquela época em que o Vikings estava 5-0 e liderava os Power Rankings? Mais triste que lembranças de um bom tempo que não volta mais só imaginar que você passará o resto do ano com Sam Bradford.

15 – Green Bay Packers (+2 / 6-6)

Na verdade tudo é uma grande ilusão e quanto antes a deixarmos para trás essa falsa sensação de que tudo dará certo melhor será para todos nós.

14 – Tampa Bay Buccaneers (+5 / 7-5)

Assistir Jameis Winston lutando contra tudo e nada ao mesmo tempo enquanto vence jogos sem nenhum sentido é uma das histórias mais divertidas da temporada.

O programa mais divertido do seu domingo.

O programa mais divertido do seu domingo.

13 – Buffalo Bills (-1 / 6-6)

Rex Ryan logo será demitido. Tudo bem, sabemos que estamos em uma liga em que equipes renovam com Jeff Fisher, mas do que é feito um homem se não de esperança?

12 Baltimore Ravens (+2 / 7-5)

Possivelmente nossa única previsão feita em meados de setembro que se concretizará: Baltimore estará na pós-temporada, quer vocês queiram ou não.

11 – Washington Redskins (-1 /6-5-1)

Jay Gruden: pare de ser burro!

10 – Pittsburgh Steelers (+5 / 7-5)

O time está alcançando o auge no momento certo. A defesa não é um primor, mas vem fazendo o feijão com arroz. O ataque é o melhor da liga. No final, tudo dará errado.

9 – Atlanta Falcons (0 / 7-5)

Tudo seria lindo para o Falcons se a temporada durasse apenas oito semanas. O ponto positivo é enfrentar o Rams após um derrota traumática.

8 – New York Giants (-1 / 8-4)

Perder para o Steelers em Pittsburgh não é nada fora do comum, mas o time precisa começar a melhorar, especialmente no ataque.

7 – Detroit Lions (+1 / 8-4)

O Detroit Lions é como o aquecimento global: uma verdade inconveniente. Ele existe e talvez ainda cause muitos estragos. Ou talvez seja só um grande exagero.

Taí algo que talvez seja melhor ignorar.

Taí algo que talvez seja melhor ignorar.

6 – Denver Broncos (0 / 8-4)

Vencer o Jaguars, no fundo, pouco quer dizer. O mais triste é perceber que seu time é melhor com Trevor Siemian do que com Paxton Lynch. Algumas vezes a realidade pode ser cruel.

5 – Seattle Seahawks (0 / 8-3-1)

A vitória contra o Carolina Panthers foi convincente, mas já fomos enganados antes e preferimos evitar empolgações.

4 – Kansas City Chiefs (0 / 9-3)

Eric Berry é o MVP da vida e Andy Reid certamente está sob efeito de alucinógenos em 2016. Mas no fundo sabemos que um time comandado por Alex Smith não chegará a lugar algum.

3 – Oakland Raiders (0 / 10-2)

As vitórias seguem acontecendo, apesar da defesa sofrível e de um corpo de WRs que não gosta de segurar a bola. É bonito, seguiremos torcendo, mas está claro a inevitável derrota na primeira semana da pós-temporada.

2 – New England Patriots (0 / 10-2)

Com o poder da mente, Belichick fez Jeff Fisher (haha) perder até a flanela para desafiar as jogadas. Aceitemos: o fim é mera questão de tempo.

1 – Dallas Cowboys (0 / 11-1)

Não queremos falar sobre isso, então clique aqui e confira outro vídeo fofinho.