Posts com a Tag : Carolina Panthers

#SuperBowlChallenge: nossos palpites

O Pick Six é composto por pessoas que não entendem porcaria nenhuma e gostam de cagar regra. Mas mesmo assim vocês pediram, e aqui estamos expondo nossos palpites para o #SuperBowlChallenge.

Obviamente, passaremos vergonha e seremos humilhado por algum leitor mentalmente mais capaz que nós (convenhamos, está longe de ser algo difícil).

Aliás, se você ainda não se inscreveu na disputa pelo já tradicional MIMO SURPRESA, pare o que está fazendo e distribua pitacos abalizados e coerentes – isso, claro, antes de ler nossos palpites logo abaixo; não se deixe influenciar por nosso retardo mental.

Cadu

É difícil imaginar um cenário em que New England Patriots e Pittsburgh Steelers não estejam na final da AFC. Mas se tem um time que pode surpreender é o Kansas City Chiefs. O provável confronto com o Patriots no Divisional Round é o que teremos de mais emocionante na Conferência. De qualquer forma, o vencedor será derrotado na final pelo Steelers, que seguirá para o Super Bowl e ganhará seu sétimo título.

Na NFC, fazer previsões é um desafio enorme. Com exceções de Carolina Panthers e Philadelphia Eagles, que parecem estar um pouco abaixo dos demais, o equilíbrio toma conta da Conferência. O confronto Los Angeles Rams x Atlanta Falcons tem o potencial de criar um monstro, já que o vencedor deve sair muito embalado.

O grande desafio estará nas mãos do time que passar por Minnesota. Se o Rams bater Falcons e Vikings em sequência, não terá dificuldade para vencer o Saints, que é um time bom, mas não com a força necessária para vencer qualquer outro na final da NFC.

Diego

A rodada de wild card, principalmente na AFC é um grande “é o que sobrou”; Chiefs e Jaguars devem passar já que são times mais organizados que os adversários, enquanto em Falcons @ Rams e Panthers @ Saints aposto no homefield advantage. Para a rodada divisional, o Eagles é o grande candidato a one and done pelo simples fator Nick Foles, enquanto o Vikings deve sobreviver.

Já na AFC, todo mundo sabe que só há três formas de derrotar o New England Patriots nos playoffs: ser Mark Sanchez, ser Joe Flacco ou não deixar o time de Foxborough terminar com a seed #1. Como nenhum dessas três coisas aconteceu, o Patriots deve ser o representante da AFC no Super Bowl, enquanto a maldição da sede não deixará os Vikings passarem do NFC Championship Game. Duelo de QBs no Super Bowl LII com vitória dos Patriots, pois Belichick é um melhor técnico que Sean Payton e, aceitemos, isso fará a diferença.

Digo

O palpite mais clubista do PickSix está aqui mesmo. Será dolorido quando der errado, mas tem sua lógica além da própria torcida. Porém, pelo começo: Kansas City é o único certeiro (queira José Aldo ou não); Jaguars e Saints são apostas seguras porque, bem, Bills e Panthers parecem já ter feito demais só por chegar até aqui.

Por último, Rams e Falcons são o jogo mais difícil para apostas – combinando a “tentativa de escolher enfrentar os Eagles na segunda parte dos playoffs ao escalar o time reserva contra Garoppolo” e o peso da inexperiência de Goff e cia, o Falcons é quem passa de fase.

Nas semifinais de conferência, Falcons e Steelers passam por ser simplesmente melhores e mais completos que seus adversários (Philadelphia provavelmente é o time com menos chance de Super Bowl entre os 12). O Vikings passa por já ter demonstrado ser capaz de parar qualquer grande ataque, enquanto a defesa dos Saints parece destinada a uma pipocada quando menos se espera; Kansas City de Alex Smith, sim, é uma escolha do coração. Esse time já mostrou ser capaz de parar Belichick e Brady uma vez, por que não uma segunda?

Seguindo a mesma lógica, um Pittsburgh Steelers mais descansado é simplesmente melhor que os Chiefs, como já mostraram na semana 6. E se os Vikings são capazes de parar um ataque da NFC South, por que não dois? E apostar contra o próprio time em um Super Bowl em casa simplesmente seria inumano (nota do editor: ou burro. O que é o caso).

Murilo

O Titans sequer existe e não gastarei meu tempo com ele – assim como o Chiefs não deverá gastar. A história do Bills foi linda (obrigado, Joe Flacco), mas infelizmente ela acabará no próximo domingo. É triste aceitar que o já citado Chiefs será triturado por Tom Brady, que posteriormente também acabará com Big Ben & companhia – se você acha que o Jaguars terá alguma chance, por favor, procure um médico: você está delirando.

Do outro lado, a defesa do Rams triturá Matty Ice e depois comerá Case Keenum com farinha – tudo isso enquanto você, enfim, se convence que está assistindo o início da jornada de Jared Thomas Goff rumo ao Hall of Fame (quanto antes você aceitar, melhor).

O Saints sofrerá um pouco, apenas por esporte, mas no fim do dia vencerá o Panthers e depois passará sem problemas pelo Eagles – que nestes playoffs, graças ao óbito de Carson Wentz (descanse em paz!), só é mais relevante que o Titans – que como já citamos, nem existe. Sério, parem de inventar times.

Voltando o que interessa, uma final entre Saints e Patriots será algo mágico, mesmo que todos saibamos que, bem, essa desgraça comandada por Tom Brady vencerá novamente.

Mas é indigno vencer algo apostando no Patriots; seria como faturar uma grande BOLADA, mas lá no fundo saber que se trata de DINHEIRO SUJO. E, bem, eu não conseguiria conviver com minha consciência comemorando uma vitória do Patriots.

Então pela minha família, pelos meus filhos (que nem nasceram), pelo Brasil e pelo povo brasileiro, o Saints vencerá essa merd*.

Rafael

Panthers, Titans e Bills são times que já chegam na rodada do Wild Card mortos. Queremos acreditar que o Falcons ainda está vivo, mas a verdade é que o time sensacional que vemos no papel não existe, e a equipe será eliminada pelo Rams.

Chiefs e Jaguars não têm forças pra vencer Patriots e Steelers, respectivamente. Não se engane com o duelo da temporada regular: Pittsburgh vai dar uma sova em #Sacksonville (foram vocês que financiaram essa merd*) e não sobrará um defensor para contar história. Aceitemos: os playoffs da AFC só serão interessantes daqui a duas semanas.

O Eagles também chega morto & enterrado na pós-temporada, por motivos de Nick Foles. O Saints só precisa não se boicotar pra chegar na final da NFC, onde enfrentará o Vikings que, assim como na temporada regular, vencerá o Rams (<\3).

Na final da AFC, é bem impossível que Belichick perca para os Steelers novamente (o jogo da temporada regular ele perdeu no campo e sabe disso), ainda mais jogando em Foxborough. Acontece que não quero estar certo se isso significar ver o lado negro da força no Super Bowl novamente.

Na NFC, muita coisa mudou desde que Vikings e Saints se encontraram lá na semana 1. Mas Minnesota, com uma ótima defesa e com um ataque capaz de vencer a defesa de New Orleans, vencerá o jogo. Será a vingança daquele jogo em que Brett Favre teve uma de suas múltiplas cãibras mentais.

Enfim, valerá a máxima: ataques vencem jogos, defesas vencem campeonatos. A ofensiva dos Steelers será anulada pela defesa dos Vikings no primeiro Super Bowl jogado pelo time da casa. Se preparem para viver em um mundo em que Minnesota (!), e Case Keenum (!!!!) possuem um anel. Talvez assim finalmente consigamos acabar com a NFL.

(nota da edição: outro idiota)

Semana #7: os melhores piores momentos

A NFL segue se mostrando cada vez mais estranha. Os jogos de quinta-feira estão sendo os mais divertidos, Joe “Iron Man” Thomas (conversou conosco, nunca esqueceremos) se machucou e o Piores Momentos da Semana voltou a sair na terça-feira. Agora que já cumprimos o requisito do editor de sempre introduzir os textos com algo, vamos ao que interessa:

1 – Defesas passando vergonha

Miami Dolphins e Indianapolis Colts. Quem diria.

1.1 – Miami Dolphins

A cabeça até doeu contando quantos defensores perderam o tackle. Paramos em 73.

1.2 – Indianapolis Colts

“O time está mal por que Andrew Luck não joga”, disse o iludido torcedor.

2 – O pior onside kick da história

Alguém avise o rapaz que a bola só precisa viajar 10 jardas. E é ideal também que ela suba.

3 – Kelvin Benjamin 

Você sabe o que é awareness? Entenda o significado da palavra ao ver um exemplo de um rapaz que não o tem. Aparentemente Kelvin Benjamin ficou paralisado por ter feito uma boa jogada (não mostramos ela de propósito – ele não merece). Ainda bem que o juiz estava lá para ajudá-lo.

Preste atenção no relógio e no momento do jogo.

4 – Jeff Heath, verdadeiro herói americano

Quando Dan Bailey se machucou, o Safety Jeff Heath assumiu os kickoffs Extra Points dos Cowboys, e o resultado vai te surpreender. Infelizmente ele não teve a oportunidade de chutar um Field Goal de 47 jardas para se consagrar ainda mais.

5 – Imagens que trazem PAZ

Até hoje não sabemos pAra quem.

5.1 – Trabalhe pra NFL, eles disseram. Vai ser divertido, eles disseram.

A sensibilidade de Mike Evans é comovente. Ele se preocupa apenas em mostrar que pegou a bola.

Strike

5.2 – Khalil Mack

Especialista em fazer os outros passarem vergonha.

5.3 – Ainda sobre verdadeiros heróis nacionais

Repare como o nosso ídolo sequer derruba o copo.

5.4 – Le’Veon Bell 

Nosso amigo @oQuarterback disse tudo.

6 – Jimmy Graham 

Não gostamos dele e não escondemos de ninguém (ver: http://picksix.com.br/podcast-4-uma-colecao-de-asneiras-iv/). Deixaremos as imagens falarem por si só.

6.1 

6.2 

7 – A saga de um torcedor dos Colts

Estragar um carregador. Atropelar o seu celular. Lançar o seu celular no campo. E essa nem é a pior parte. Acompanhe esse emocionante relato de um sofredor.

8 – Prêmio Dez Bryant da Semana

O prêmio que premia o jogador de nome que, quando você mais precisa dele, desaparece. Lembre-se disso quando pensar em criticar a escolha da semana.

TY Hilton. Sempre evito colocar WRs aqui sem que eles recebam muitos targets – é o caso de TY. Mas depois de duas semanas com jogos medíocres (menos de 50 jardas no total), ele se tornou um forte candidato. Então ele resolveu botar a culpa de sua ineficiência na linha ofensiva. Assim levou o Troféu Dez Bryant para casa. Parabéns!

Foda certas situs.

Você pode nos ajudar a fazer essa coluna semanalmente! Viu algo de horrível que acha que deve ser destacado? Mande para o nosso Twitter que com certeza vamos considerar!

Semana #3: os melhores piores momentos

A semana 3 já virou história. Entenda como quiser.

Porém, ao contrário dos milhões de veículos que falaram sobre a rodada da NFL (abraço para os amigos do Jornal Nacional, em especial William Bonner, leitor frequente do site), você sabe que aqui não teremos os melhores momentos ou uma análise política do que vem acontecendo nos EUA.

Sem mais enrolações, vamos para o que de pior aconteceu na rodada!

1 – Começando com o pé direito – Los Angeles Rams @ San Francisco 49ers

Antes do jogo todos nós, especialistas, acreditávamos que seria uma pelada. Talvez a partida não tenha sido a mais técnico da história do futebol americano, mas certamente foi a mais divertido da temporada (pelo menos até então).

Mesmo vencendo o jogo, os Rams protagonizaram um show de horrores. Especificamente os Special Teams dos Rams protagonizaram um show de horrores. Foram três turnovers gerados por algo que acreditamos ser ruindade aliada a burrice extrema. Confira conosco no replay:

Tavon Austin (sempre divertido lembrar do seu salário) não conseguiu segurar um punt e a bola ficou com San Francisco. Clique aqui para ver a merda sendo feita.

O guerreiro #10 dos Rams não percebeu que era só não fazer merda que a vitória estaria encaminhada e retornou o kickoff. A bola acabou com os 49ers. Clique aqui para ver a merda sendo feita, parte II.

São necessários muitos idiotas juntos para que um Onside Kick não seja recuperado. Verifique por conta própria os responsáveis pela pataquada. Clique aqui para ver a merda sendo feita, parte III.

Devolvam o Special Teams dos Rams que aprendemos a amar e respeitar.

2 – Richard Sherman: vai chorar na cama que é lugar quente.

Sherman conseguiu algo que poucos jogadores podem se orgulhar de ter no currículo. Ele cometeu três faltas em uma mesma jogada. Sua inteligência anulou uma interceptação do próprio time e ainda catapultou o ataque dos Titans da própria linha de 44 para a linha adversária de 30 jardas. Gênio.

Durante a jogada, ele cometeu uma pass interference e, após a INT, um holding.

Não satisfeito com as marcações dos juízes, ele reclamou e foi advertido por conduta antidesportiva.

3 – O mundo está repleto de imbecis.

O título é autoexplicativo.

3.1 – Por que alguns defensores são tão idiotas?

Uma coisa que nos incomoda – e deveria incomodar você também -, é quando algum defensor é batido, mas, por algum motivo que não a ação dele próprio na jogada, o passe é incompleto. A câmera então corta para esse defensor e ele celebra como se tivesse feito algo extraordinário. Não fez.

Na jogada que separamos vemos que o CB (desconhecido para nós) está um ou dois passos atrás do recebedor, mas o passe é muito longo e o avanço é zero. Isso não impede o jovem guerreiro #20 de achar que ele fez um ótimo trabalho.

3.2 – Ainda sobre comemorações idiotas de gente imbecil.

Quanto mais palavras dedicarmos a esse jovem, mais perderemos. Basicamente, o imbecil não viu o pedido de fair catch e fez um tackle nervoso. Saiu comemorando, até o momento que percebeu a bandeirinha amarela. Tem que malhar mais o cérebro e menos o braço, colega.

Como eu sou burro!

3.3 – Soltando a bola na beira da endzone 2: o inimigo agora é outro.

O lance mais sensacional da semana 3 ficou por conta do imbecil que esqueceu que você só marca touchdown quando entra na endzone. A jogada é inexplicável e só dá para entender vendo.

4 – Andy Dalton: ele é quem pensamos que ele era.

Pela terceira vez seguida, o famoso hat-trick, Andy Dalton está nos piores momentos da semana.

Dessa vez foi por não ver um recebedor livre logo a sua frente. Talvez a jogada não estivesse aqui se não fosse o ótimo trabalho de Tony Romo, que mostrou como Andy Dalton é burro – ou cego.

5 – Imagens que trazem PAZ.

5.1 –  Porque ver Pacman Jones passando vergonha é muito divertido.

5.2 – Todo mundo já ficou para trás quando andando em grupo porque parou pra amarrar o cadarço. Na NFL esse problema também existe.

5.3 – Se você vai ser um Linebacker ruim, pelo menos seja discreto. Além disso, o site não gosta de LBs que escolhem camisas na casa dos 40. Por tudo isso, sempre que possível traremos Alex Anzalone passando vergonha.

5.4 – Não é um momento horrível, mas ver Larry Fitzgerald em campo é muito divertido. Nesta jogada, ficou feio para o CB. Amamos você, Fitz.

6 – Virou passeio.

Porque nenhum fake punt com uma vantagem de 37 pontos deve passar batido. Parabéns ao Jacksonville Jaguars pela iniciativa. Tem é que pisar no pescoço mesmo.

7 – Prêmio Dez Bryant da Semana

O único prêmio que premia uma atuação desastrosa de um jogador de renome.

Cam Newton lançou três interceptações – uma delas de forma muito especial – contra o que os Saints alegam ser uma defesa. Isso colaborou para que Carolina marcasse apenas 13 pontos contra New Orleans. Talvez os tempos de MVP nunca voltem mais. Parabéns, Cam!

Chateado.

Você pode nos ajudar a fazer essa coluna semanalmente! Viu algo de horrível que acha que deve ser destacado? Mande para o nosso Twitter que com certeza vamos considerar!

Tentando curar a grande ressaca

Se a ascensão foi rápida, a queda foi ainda mais intensa. E agora, novamente, o Carolina Panthers se encontra no chão, tentando escalar a montanha mágica com um misto de novos e velhos talentos. Claro, o “velho” não é tão velho assim: Cam Newton recém completou 28 anos, e entra em sua sétima temporada na NFL – o grande “porém” é que, inegavelmente, ele deu alguns (vários) passos para trás em 2016, com uma de suas temporadas profissionais com menor percentual de passes completos, apenas 52,9%; além disso, seu YPA esteve abaixo de 7 pela primeira vez, enquanto seu touchdown-to-interception ratio, que antes figurava em 35:10, chegou a 19:14.

O fato é que, após chegar ao Super Bowl, em um ano com 15 vitórias e apenas uma derrota, a temporada que passou trouxe um choque de realidade a franquia da Carolina do Norte. Para o novo ano, Newton, além da pressão inerente por retornar ao nível que o levou ao MVP em 2015, terá ainda que superar uma lesão em seu ombro após uma cirurgia em meados de março.

As novas armas

Para recuperar a força ofensiva, o Panthers investiu alto no draft para dar nova vida a um sistema que parecia velho e lento em 2016: o RB Christian McCaffrey e WR Curtis Samuel entrarão rapidamente em campo para adicionar velocidade e juventude ao Carolina.

McCaffrey será uma arma extremamente versátil no arsenal ofensivo e se, por um lado deve dividir carregadas com os restos mortais de Jonathan Stewart, será ainda um alvo de Newton, principalmente em formações como slot. Já Curtis traz um estilo de jogo comparado aos bons tempos de Percy Harvin (você, jovem, já não lembrará dessa época) e pode explodir em campo sempre que receber a bola.

Chama “esperança” isso aí.

Samuel já é um cenário melhor que confiar em Ted Ginn e sua mera presença anima um corpo de recebedores que flertou com a irrelevância na temporada passada: Kelvin Benjamin, talvez então o alvo mais confiável de Cam, parecia lutar contra lesões e seu próprio corpo em 2016 e nunca efetivamente se reencontrou, enquanto Devin Funchess talvez tenha se consolidado como uma das maiores decepções a já pisar em Charlotte – com incríveis 23 recepções para 371 jardas em um 2016 já distante.

Mesmo assim, o alvo preferido de Newton continuará sendo o TE Greg Olsen – amanhã e enquanto ele ainda tiver forças para estar em campo. É ótimo ter alguém como Olsen para confiar, já que é impossível sequer ter algum resquício de esperança com a OL, setor que tem sido horrível há anos no Panthers e que, claro, tende a continuar fedendo.

Protegendo Cam

Proteger Cam Newton e mantê-lo saudável irá determinar como esta temporada se desenrolará para o Panthers. A aposta para isso foi no ex-Viking Matt Kalil, responsável agora por proteger o lado cego do quarterback – mesmo assim, tudo na negociação, desde o contrato válido por cinco anos e US$55 milhões, é questionável, já que basta perguntar a qualquer torcedor de Minnesota para ouvir que Matt não é um bloqueador decente; a verdade é que Kalil teve um bom início de carreira, mas as inúmeras lesões o trituraram.

O acordo com Kalil, aliás, acabou sendo um dos últimos atos do então GM Dave Gettleman, demitido em meados de julho, em um atitude clara de uma franquia que tem total controle e convicção em seus atos, afinal, demitir um GM após a Free Agency e faltando pouco mais de um mês para o começo da temporada é uma prática que consta em todos os manuais de gestão de uma franquia da NFL.

De todo modo, se Matt tende a ser uma decepção – ou na melhor das hipóteses apenas não irá suprir as altas expectativas -, Carolina tem em seu irmão, Ryan, um dos melhores C da NFL, que terá ao seu lado a companhia de dois G extremamente talentosos: Andrew Norwell e Trai Turner.

Outro ponto positivo para Carolina é que a tabela se mostra significativamente mais fácil em 2017 e da FA ainda desembarcaram o DE Julius Peppers e o CB Captain Munnerlyn diretamente da NFC North, dois veteranos que já jogaram em Charlotte e devem se encaixar relativamente bem no cotidiano da franquia.

Volta, bb!

Reconstruindo a casa

Cam Newton foi o MVP em 2015, mas talvez a principal razão para o Panthers ter chegado ao Super Bowl tenha sido seu sistema defensivo que, assim como toda a equipe, regrediu muito em 2016 graças ao adeus de Josh Norman e as lesões do LB Luke Kuechly.

Para 2017, Carolina terá o primeiro ano de Steve Wilks como coordenador defensivo, substituindo Sean McDermott que assumiu como HC do Buffalo Bills. E, para se sobressair na NFC South enfrentando Jameis Winston, Drew Brees e Matt Ryan, melhorar a secundária é fundamental.

James Bradberry, escolhido na segunda rodada do draft em 2016, jogou muito bem como novato na temporada passada, mas é improvável que ele atinja o status que Norman atingiu em Carolina se não tiver auxílio. A secundária, aliás, foi incendiada na primeira metade da temporada passada, mas evoluiu com o passar do tempo e o entrosamento de James e Daryl Worley.

Já sobre a linha defensiva, o Panthers tem o retorno do já citado Julius Peppers, que obviamente não está ficando mais jovem, mas teve bons números com o Packers em 2016 já com um papel limitado – mesma situação do DE Charles Johnson que aos 31 anos perdeu toda offseason por conta de uma cirurgia e precisará ter seu tempo em campo dosado.

Inegavelmente, o grande trunfo do sistema defensivo do Panthers é o corpo de LBs – mesmo que esse não tenha sido o caso após a concussão de Kuechly. Luke, porém, está de volta e junto com Shaq Thompson e Thomas Davis formam o melhor trio da posição na NFL.

Palpite: Mesmo com todas as mudanças e a tentativa de reconstruir o sistema defensivo, a chave para o sucesso do Panthers ainda é Cam Newton: ele precisará usar as novas armas de maneira eficaz e também precisará se livrar da bola mais rapidamente, já que conta com uma OL capaz de passar vergonha no college. Além disso, precisará vencer jogos no quarto período, o que esteve longe de ocorrer em 2016. E mesmo que Carolina tenha cercado seu quarterback com uma boa equipe, o topo da montanha só será alcançado se, de alguma forma, Cam atuar como em 2015 (antes do Super Bowl, claro). Bom, não vai acontecer e 8 vitórias é uma realidade mais palpável.

 

Retrospectiva: uma coleção das besteiras que falamos

A longa offseason da NFL é um período de muita reflexão para todos nós que, de alguma forma, estamos envolvidos com o melhor esporte do mundo. Não há muito o que falar sobre football: o draft já está no passado, tanto calouros quanto free agents já têm seus contratos assinados e tudo que os jogadores têm que fazer no momento é engordar, gastar seus milhões de dólares e aproveitar o tempo livre para se envolver em problemas com a polícia. No verdadeiro período de férias da NFL, não há notícias e nem nada de novo para ser analisado.

Mas nós do Pick Six decidimos usar esse período de marasmo para fazer uma auto-crítica e exorcizar alguns demônios. Em comemoração ao quase um ano de atividades do site, fui escolhido para ser uma espécie de ombudsman e conduzir uma investigação profunda sobre as bobagens que foram ditas por nossos integrantes  em 2016. Sim, disparamos vários absurdos que merecem ser relembrados e expostos. Acertamos um pouco, também, mas erramos bastante.

E você, leitor, que teve seus olhos maltratados por um monte de lixo, merece a verdade e a justiça. Se não temos bobagens novas para escrever, temos bobagens antigas para ressuscitar e expor no grande tribunal da internet. Vamos a algumas delas.

Atlanta Falcons

Talvez a principal mea culpa que precisamos fazer seja em relação a praticamente tudo que foi publicado a respeito do Atlanta Falcons. Nós conseguimos menosprezar um time que chegou ao Super Bowl com um dos melhores ataques da história durante todo o ano que passou. Em agosto, por exemplo, Murilo publicou um texto fazendo previsões patéticas sobre a temporada do Falcons e disparou a seguinte pérola:

“A grande e dura verdade é que NINGUÉM SE IMPORTA. O Falcons cumpriu sua missão na NFL quando deu Brett Favre para Green Bay. Poderia ter acabado ali e nos poupado de todo o resto – inclusive deste preview. Seis vitórias e fechem a franquia na temporada que vem; não queremos escrever sobre eles novamente.”

Ivo, responsável pelos primeiros Power Rankings do site, não ficou muito atrás e publicou as seguintes pérolas em sequência nas três primeiras semanas da temporada:

Semana 1

“Será muito legal ver Matty Ice lançando TDs para Julio Jones e perdendo jogos. Este será o Falcons deste ano, com uma defesa que não pára ninguém e um ataque que depende quase exclusivamente de Julio – sabemos que Devonta Freeman é uma mentira e estava sob o efeito de entorpecentes no início da temporada passada.”

Semana 2

“Todos sabemos que o Falcons não chegará longe, mas se derrotar o Saints duas vezes terá seu título moral.”

Semana 3

“Segue o sonho de vencer New Orleans duas vezes e conquistar o seu título moral. Freeman, Coleman e Ryan atuaram como se a defesa do Saints não existisse – e na verdade não existe. A dúvida fica se o ataque conseguirá repetir a atuação contra uma defesa de verdade. Spoiler: não.”

Simplesmente épico.

Para fechar com chave de ouro, em seu ranking de Quarterbacks, Digo limitou Matt Ryan à mediocridade eterna quando escreveu as seguintes palavras:

“Ryan, já é hora dos torcedores dos Falcons aceitarem, chegou ao seu melhor com aquela vitória nos playoffs (ainda que siga com boas campanhas na temporada regular) contra os Seahawks.”

Murilo completou a cagada:

“De qualquer forma, a pergunta que fica para esta temporada é até onde pode ir o Atlanta Falcons? Querendo ou não, ela está ligada a outra importante questão: até onde pode ir Matt Ryan? [Spoiler I: nenhum deles irá a lugar nenhum]”

Como todos sabem, o Falcons chegou ao Super Bowl destruindo as defesas adversárias e Matt Ryan foi eleito o MVP da temporada, transformando as nossas previsões pessimistas em grandes piadas de mau gosto.  Porém, é necessário fazermos uma ressalva: o segundo tempo do Super Bowl e a maior pipocada de todos os tempos mostraram que, bem lá no fundo, tínhamos um pouco de razão.

Desculpa, cara!

Carolina Panthers

Ainda na NFC South, enquanto o Atlanta Falcons era subestimado, o Carolina Panthers era extremamente supervalorizado. Ainda sob os efeitos da temporada de MVP de Cam Newton e da aparição no Super Bowl perdido para (a defesa do) o Denver Broncos, não hesitamos em disparar  previsões extremamente otimistas para o Panthers. Novamente, Murilo foi responsável por iniciar a metralhadora de bosta:

“Não há um time na NFC South que tenha hoje um front seven tão potente nem, me arrisco a dizer, um QB tão talentoso. Logo, os Panthers vão chegar tão longe enquanto a sorte de não enfrentar grandes defesas ou ataques aéreos inspirados (ou pegá-los baleados, vide Cardinals) permitir.”

Ele ainda completou a cagada ao dizer que “não tem como o Carolina Panthers perder essa divisão” no nosso primeiro e único podcast (sim, acredite, ele existe e está disponível para download no site).

Ivo, seguindo a mesma “linha editorial”, afirmou em seu primeiro Power Ranking, que tinha o Panthers em quinto, que “mesmo com a derrota na estreia, o Panthers levará com facilidade sua divisão e tem tudo para chegar forte nos playoffs”.

Tudo que podemos fazer nesse momento de glória é rir e, talvez, cogitar o encerramento das atividades do site por vergonha. O Carolina Panthers não só não venceu a divisão como terminou em último, com apenas seis vitórias. Além disso, Cam Newton sofreu colapsos épicos e nem de longe lembrou o jogador que venceu o prêmio de MVP em 2015.

Jacksonville Jaguars

O Jacksonville Jaguars é um time que consegue enganar todo mundo em todos os anos. É impressionante. Sempre acreditamos que o time tem talento e está próximo de vencer, mas sempre temos nossos sonhos frustrados. É muito parecido com o Brasil: queremos acreditar que um dia possa se tornar uma potência, mas acaba sempre destruído pela podridão. Nada vai mudar isso. A falsa esperança coletiva no Jaguars levou ao seguinte diálogo no já mencionado podcast:

Murilo: “Jaguars tem o melhor coletivo da AFC South!”

Digo: “Eles são o melhor time e vão ganhar a divisão.”

Cadu: “Eu concordo!”

Três idiotas discutindo football e nenhum foi capaz de impedir que isso se tornasse público.

Em um trecho de artigo que previa a temporada de Jacksonville e que tinha o sugestivo título de “Bortles é foda, o resto é moda” (vomitei), Murilo foi um visionário e previu a própria existência desse texto e das cobranças que estariam por vir:

“Adoramos errar previsões e você, querido leitor, está autorizado a nos cornetar daqui três ou quatro meses, mas afirmamos que Blake Bortles está pronto para dar o próximo passo.”

Na verdade, ele estava certo: Bortles acabou dando o próximo passo, porém em direção ao abismo. Para finalizar, Digo teve um momento de brilhantismo em um texto sobre o que seria do Patriots em 2016 e previu uma vitória do Jaguars em New England. É simplesmente ridículo:

“Brady não mostra nenhum sinal de ter 39 anos, até uma derrota bizarra para os Jaguares de Jacksonville debaixo de muita neve em Boston. Você ouviu aqui primeiro.”

Enganou vários trouxas.

Fantasy

Xermi foi o responsável por escrever nossas colunas sobre Fantasy em 2016. Entre conselhos maravilhosos como “escale Nelson Agholor sem medo”, Xermi levou seu time a uma honrosa 11ª posição entre 12 times na liga de Fantasy mais importante do mundo. Além disso, conseguiu levar o time do Pick Six apenas a uma desastrosa 9ª colocação na liga com leitores do site, com apenas seis vitórias na temporada regular. Você já sabe em quem não confiar para o Fantasy 2017.

Diversas

Completamos esse texto com alguns aforismos que merecem ser mencionados. Digo, por exemplo, em sua birra com Joey Bosa disse o seguinte: “esse time (Chargers) parece destinado à mediocridade e torceremos contra eles por alguns anos até que alguém admita que fez cagada em relação a Joey Bosa”.

A parte sobre a mediocridade do Chargers é bastante compreensível, porém Bosa mostrou em pouco tempo que pode ser um talento raro. Digo ainda garantiu em seus balanços sobre a temporada que Denver Broncos e Minnesota Vikings estavam garantidos nos playoffs. E para fechar sua contribuição com o universo, disse que “se RGIII jogar tudo o que sabe, esse time (Browns) pode passar o Ravens”. Não temos como justificar isso.

Já Murilo desconsiderou completamente a qualidade do Miami Dolphins, que acabou se mostrando um time razoável e conseguiu chegar aos playoffs: “na oitava semana tudo já estará perdido e o Dolphins estará em algum lugar entre o limbo, o nada e a última posição da divisão. O objetivo deve ser alcançar cinco vitórias, mas com três já será possível comemorar”.

Ivo também se mostrou bastante pessimista quando colocou o Dallas Cowboys na posição 25 de seu Power Ranking (atrás de New York Jets e San Francisco 49ers, acreditem) e desconsiderou a ascensão de Dak Prescott: “resta a Dallas torcer para Romo voltar logo (e então se lesionar novamente).”

Ainda tivemos a capacidade de colocar o modorrento Los Angeles Rams na 13ª posição de um de nossos rankings, o que é completamente inaceitável e é a maneira certa de encerrar um texto com tantas cagadas.

Futuro

Você deve estar se perguntando se todas essas admissões de culpa servirão para que erremos menos no futuro. A resposta é simples e óbvia: não, não nos importamos com isso e vamos continuar por tempo indeterminado. Preparem seus olhos. Eles ainda vão sangrar bastante. Além disso, se você chegou até aqui é porque adora ler uma bobagem.

Power Ranking #2 – Tudo normal na Nova Inglaterra; nenhuma novidade em Ohio

Bem amigos do Pick Six! Fim de mais uma rodada, então hora de mais um Power Ranking – todos sabemos, o único ranking que importa.

Podem nos xingar a vontade, o que apenas irá provar que estamos no caminho certo, afinal, nosso objetivo é irritar vocês, queridos leitores!

Confira:

Mais próximo do inferno: Jaguars (-13)

Mais próximo do céu: Eagles (+19)

32 – Cleveland (Ohio State?) Browns (0 / 0-2)

Abrir 20 a 0 no PRIMEIRO quarto contra um rival de divisão e conseguir perder. Tem coisa mais “Browns” que isso? O fato positivo é que a equipe jogou MUITO bem no primeiro quarto. Pena que o jogo dura 60 minutos, não 15.

31 – Chicago Bears (-4 / 0-2)

Jay Cutler continuará sendo Jay Cutler e, se o ataque não conseguir estabelecer o jogo corrido, será derrota atrás de derrota. A verdade é que nem o kicker ajuda e o ano promete ser difícil em Chicago (pelo menos o Cubs vai para os playoffs na MLB).

Fingiu lesão e sobrou pra mim.

Fingiu lesão e sobrou pra mim.

30 – Washington Redskins (-4 / 0-2)

Qual o Kirk Cousins verdadeiro? O deste ano ou o do ano passado? Se for o de 2016, temos más notícias para os torcedores do Redskins: estará segurando a lanterna da divisão ao final da temporada.

29 – Buffalo Bills (-7 / 0-2)

A defesa, que foi bem na semana 1, jogou mal contra o ataque do Jets. Já Tyrod Taylor conseguiu fazer algumas boas jogadas, mas foi massacrado pela defesa adversária. A demissão de Rex Ryan antes mesmo do final da temporada é uma realidade cada vez mais palpável.

28 – Esquecemos

27 – San Francisco 49ers (-4 / 1-1)

O 49ers voltou à triste realidade e foi amassado pelo Panthers. Destaque positivo para o ataque, que conseguiu anotar 27 pontos em Carolina, contra uma boa defesa. Destaque negativo: todo o restante.

26 – Indianapolis Colts (-6 / 0-2)

A defesa já é fraquíssima, penou com várias lesões e o ataque sofreu contra o sistema defensivo de Denver. Continuará tudo nos braços de Luck – o que já falamos, não será o suficiente.

25 – Jacksonville Jaguars (-13 / 0-2)

Temos boa vontade e tentamos acreditar que em 2016 tudo seria diferente para a turma de Jacksonville, mas deixar um Chargers sem seu melhor WR e com Woodhead lesionado ainda no início do jogo abrir 35 pontos de vantagem é indefensável. Voltamos para a realidade.

Voltando para a realidade...

Voltando para a realidade…

24 – New Orleans Saints (-5 / 0-2)

Uma das piores defesas da NFL até jogou razoavelmente bem – só esqueceram de combinar com os special teams, que tiveram um FG bloqueado e retornado para touchdown. Assim nem Drew Brees salva.

23 – Detroit Lions (-8 / 1-1)

Alo você, alô Brasil! É você mesmo! O Titans venceu o Lions com todos os méritos, com toda a justiça. É claro que os torcedores estão inconformados. Poderia ser, hoje, Detroit comemorando uma vitória. Se é fácil perder… perder do jeito que o Lions perdeu, hein? É muito mais difícil. É difícil perder sabendo que a gente não pode esquecer. Tempo vamos ter para esquecer, sem dúvida. A Week 3 é logo ali. Agora é hora de reverenciar Mariota, Murray, Walker… Também é hora da gente pensar no futuro. Futuro. É hora de reformular. É hora da gente mudar ou mudar de ver. Vamos colocar o castelo de areia abaixo!

22 – Los Angeles Rams (+9 / 1-1)

Após ser destruído por Blaine Gabbert, o Rams limitou Russel Wilson e companhia em apenas três pontos. Primeira vitória em Los Angeles após mais de três décadas. O futuro seria ainda mais promissor se não soubéssemos que, invariavelmente, chegará um momento em que o time precisará marcar um touchdown.

21 – Miami Dolphins (-2 / 0-2)

O início 0-2 não assusta tanto quando consideramos que o Dolphins enfrentou dois dos melhores times da NFL – seria o efeito Adam Gase? Pese ainda o fato de que os golfinhos conseguiram incomodar o Patriots enquanto eles jogavam com um cone na posição de quarterback. Poderia ser melhor, mas também poderia ser bem pior.

20 – Tennessee Titans (+10 / 1-1)

Tudo fica mais bonito quando Marcus Mariota consegue um drive de mais de 80 jardas para anotar o touchdown da vitória fora de casa em um passe para os restos mortais de Andre Johnson. Pena que mesmo assim o Titans nunca chegará a lugar algum e acabará com a carreira dele.

19 – Dallas Cowboys (+6 / 1-1)

Dak Prescott foi sacado quatro vezes, mas mesmo assim conseguiu escapar da pressão e colocar Kirk Cousins em seu devido lugar. Até Dez Bryant ressurgiu das cinzas, com um jogo de mais 100 jardas. Talvez Tony Romo nem precise voltar (brincadeira, amigos!).

18 – San Diego Chargers (+11 / 1-1)

Após a amarelada na abertura da temporada, San Diego simplesmente destruiu o time queridinho do Pick Six. Tudo isso sem seu melhor WR (que Deus o tenha) e com Woodhead lesionado logo no início do jogo. Melvin Gordon parece finalmente ter se encontrado, após um ano de estreia abaixo das expectativas, mas a grande verdade é que, pelo andar da carruagem, em meio a tantas lesões, logo logo Joey Bosa precisará alinhar ao lado de Rivers. O futuro está longe de ser animador.

17 – Oakland Raiders (-4 / 1-1)

O lado bom é que Jack Del Rio pode confiar neste ataque. O lado ruim é que a defesa parece uma grande merd*. Saudades de Charles Woodson – mesmo vovô, ao menos colocava um pouco de respeito.

16 – Atlanta Falcons (+8 / 1-1)

A mentira Devonta Freeman vai cada vez mais sendo desmascarada. Ao menos Tevin Coleman vem dando conta do recado – e sempre podemos contar com Julio Jones. Todos sabemos que o Falcons não chegará longe, mas se derrotar o Saints duas vezes terá seu título moral.

15 – Tampa Bay Buccaneers (+1 / 1-1)

Apesar dos cinco turnovers (quatro interceptações) de Winston, ser triturado pelo Arizona no deserto não é anormal para um time jovem e em formação como este Bucs. O importante é aprender com a pancada (e parar de draftar kickers no round 2).

14 – Kansas City Chiefs (-3 / 1-1)

Quatro sacks. Dois fumbles. Nenhum touchdown. Temos Alex Smith no melhor estilo Alex Smith, amigos! Mas para a alegria da nação, também tivemos quatro FGs brasileiros (não que nos importemos, só estamos tentando encontrar algo positivo me meio a esta desgraça).

13 – New York Jets (+8 / 1-1)

Saudades do tempo em que Jets e Bills era um duelo de defesas! O ataque funcionou, Fitzpatrick (top 15 QB’s da liga: abraços, Xermi!) jogou muito bem e Matt Forte lembrou os velhos tempos. A divisão já tem dono, mas uma vaguinha de wild card talvez seja possível!

12 – Seattle Seahawks (8 / 1-1)

O New England Patriots com seu QB reserva e um cone, anotou mais de 30 pontos contra o Dolphins. Seattle marcou 12 e venceu a partida. O San Francisco 49ers de BLAINE GABBERT fez 28 pontos contra o Rams. Russel Wilson e amigos marcaram 3. Estamos diante daquela que talvez se configura na maior decepção da temporada? Mais não escreveremos.

11 – Baltimore Ravens (+6 / 2-0)

Ok, vencer o Browns não é muito mérito, mas que tal virar um jogo que estava 20 a 0? Seria ainda melhor, se para isso não fosse preciso, em algum momento, ter tomado 20 pontos do Browns…

10 – Cincinnati Bengals (-3 / 1-1)

Na NFL há diversas verdades inexoráveis: o Browns fede, Eli é melhor que Peyton e odiamos Tom Brady porque, além de tudo, ele é bonito. Outras verdades são que Andy Dalton nunca ganhará um jogo na pós-temporada e, no final das contas, o Bengals sempre perderá para o Steelers.

Nunca decepcionamos.

Nunca decepcionamos.

9 – Green Bay Packers (-6 / 1-1)

A boa notícia é que o sistema defensivo limitou o jogo corrido a praticamente nada (e pelo segundo jogo consecutivo). A má notícia é que o ataque completo anotou menos pontos que um time comandado pelo menino de vidro, Sam Bradford. Mike McCarthy já está se tornando indefensável.

8 – New York Giants (+6 / 2-0)

Odell ainda não apareceu como conhecemos na temporada e mesmo assim o time tem duas vitórias? O melhor Manning da família vai longe! E, aparentemente, os 200 milhões de dólares gastos nesta defesa na offseason parecem ter surtido efeito.

7 – Philadelphia Eagles (+19 / 2-0)

Também sabemos que logo a realidade chegará e o Eagles estará de férias em janeiro. Mesmo assim, é animador ver um calouro originário da segunda divisão universitária com duas vitórias e nenhum turnover em suas primeiras partidas. Beijos, Chip Kelly!

6 – Houston Texans (+2 / 2-0)

Brock continuará cometendo seu turnover todo santo jogo, mas essa defesa é magnífica e consertará as besteiras. JJ Watt, nós te amamos! Pese ainda o fato de que DeAndre Hopkins segue sendo um delinquente e Will Fuller estreou com dois jogos para mais de 100 jardas e o futuro é promissor!

5 – Arizona Cardinals (+1 / 1-1)

Foi um massacre contra Tampa Bay e, ao que tudo indica, tudo voltou ao seu devido lugar. Ainda é um dos melhores times da NFL e, com um Seahawks passando vergonha, deve levar a divisão – mas sabemos como essa história termina.

4 – Minnesota Vikings (+6 / 2-0)

Vencer o maior rival na estreia de seu novo estádio, com teto e quarterback de vidro, poderia ser melhor? Poderia, se seu melhor jogador não tivesse estourado o menisco. Tem coisas que só acontecem com o Vikings.

3 – Pittsburgh Steelers (+6 / 2-0)

O mais incrível é que este projeto de defesa sofreu apenas 16 pontos. Assim fica fácil, afinal, Big Ben, Antonio Brown e amigos vão anotar uns 40 pontos por jogo. Agora imaginem quando Bell voltar.

2 – Denver Broncos (0 / 2-0)

Quem precisa de Peyton Manning quando se tem Talib e Von Miller? Com um cone esta defesa levaria este time longe!

1 – New England Patriots (0 / 2-0)

Quem precisa de Tom Brady e Rob Gronkowski? Com dois cones Bill Belichick levaria este time longe!

OBS: não teve Panthers, o ranking é nosso e fazemos como queremos (ou fomos burros e esquecemos).

Power Ranking #1: Não precisamos de Brady; o Browns continua sendo o Browns

Após inúmeras tentativas de irritarmos nossos leitores, decidimos que ainda não fizemos o suficiente. Sempre podemos mais, sempre podemos nos superar!

E para atingir nosso objetivo, semanalmente faremos nosso próprio Power Ranking! Então anotem: toda terça-feira pela manhã, falaremos a verdade, doa a quem doer, sem receios de expor as besteiras que seu time fez na rodada – principalmente se ele for o Cleveland Browns!

Confira:

32 – Cleveland (pode ser Alabama?) Browns

Ficamos na dúvida se temos pena ou achamos graça. Pena pela lesão de RGIII, que simplesmente não consegue ficar saudável. Graça porque o Browns de hoje não pode ser considerado um time profissional e provavelmente perderia para Alabama na NCAA. Caminha a passos largos para fazer merda com a primeira escolha do draft de 2017.

31 – Los Angeles Rams

Quando seus principais destaques (defesa e Todd Gurley) não funcionam contra um San Francisco 49ers liderado por Blaine Gabbert é porque a coisa está feia. Gurley não conseguiu correr e o sistema defensivo que tinha tudo para triturar Gabbert não chegou nem perto disso. Vale mais a pena abandonar tudo e colocar Jared Goff como titular por toda a temporada para descobrir se ele presta ou não.

[Spoiler: não presta]

30 – Tennessee Titans

A defesa segurou bem Adrian Peterson – mas era só o que tinham que fazer, visto que o jogo aéreo de Minnessota não era uma preocupação com Shaun Hill como QB. No ataque, Mariota e Murray combinaram para 3 turnovers, incluindo um pick six (gostamos) e,  dessa forma, simplesmente não dá para vencer na NFL. A temporada do Titans servira apenas para Mariota ganhar mais experiência e posteriormente desperdiçá-la com esse time desgraçado. Sério: o Titans vai acabar com a carreira dele!

29 – San Diego Chargers

Olhando o resultado, perder para o Chiefs fora de casa por 33 a 27 não é tão ruim. Rivers não foi mal, até cuidou bem da bola durante a partida. Mas o adversário estava com desfalques importantes na defesa e o Chargers simplesmente desmoronou após o 3rd. O fato de ter perdido o WR Keenan Allen para o resto da temporada (rompeu os ligamentos do joelho) fez a equipe de San Diego cair ainda mais em nosso ranking.

28 – Washington Redskins

Inicialmente o Redskins estaria pelo menos umas dez posições acima. Mas depois de ser completamente destruído em casa pelo Steelers acreditamos que este é seu real lugar. Kirk didn’t like THAT Cousins lançou para um total de zero TDs e duas interceptações. A defesa não marcou ninguém e Josh Norman está até agora procurando Antonio Brown – pelo fato de a defesa marcar por zona, Norman e seus milhões de dólares ficaram longe de Antonio Brown durante toda a partida. O resultado? 126 jardas e 2 TDs para Brown. A temporada em Washington promete ser longa (mas não longa do tipo que dura até depois de dezembro).

27 – Chicago Bears

Até surpreendeu o fato do Bears conseguir anotar 14 pontos contra a defesa do Texans. Mas não conseguiram estabelecer o jogo corrido com Langford e simplesmente não dá para depender de Jay Cutler. Cutler, aliás, foi Cutler: fedeu, vivendo de lampejos cada vez mais raros. Já a defesa é extremamente fraca. Triste para Alshon Jeffery que, se for esperto, vai abandonar logo seu QB e tentar a vida em qualquer outro lugar.

26 – Philadelphia Eagles

Sim, ganharam do time bônus. Sim, foi em casa. Mas Carson Wentz não cometeu nenhum turnover, distribuiu bem a bola e contou com a ajuda de Jordan Matthews, que passou das 100 jardas recebidas. A defesa cedeu apenas 10 pontos, mas terá que ser testada contra um time que esteja acima do nível Brasil Bowl para sabermos o que realmente pode fazer.

25 – Dallas Cowboys

Apesar de ter dois calouros nas principais posições do ataque (Dak Prescott e Ezekiel Elliott), o Cowboys deu trabalho para o New York Giants. Prescott pôde perceber que a temporada regular é bem mais difícil que a pré-temporada, mas mesmo assim não cometeu nenhum turnover. Zeke anotou seu primeiro TD corrido, mas teve dificuldades e terminou com apenas 51 jardas em 20 tentativas. Destaque negativo para Dez Bryant, com apenas uma recepção para 8 jardas. Resta a Dallas torcer para Romo voltar logo (e então se lesionar novamente).

24 – Atlanta Falcons

Será muito legal ver Matty Ice lançando TDs para Julio Jones e perdendo jogos. Este será o Falcons deste ano, com uma defesa que não pára ninguém e um ataque que depende quase exclusivamente de Julio – todos sabemos que Devonta Freeman é uma mentira e estava sob o efeito de entorpecentes no início da temporada passada.

23 – San Francisco 49ers

Blaine Gabbert como QB e a defesa liderada por NaVorro Bowman foram suficientes para vencer o “Todd Gurley” Rams por 28 a 0. Infelizmente para o 49ers esta vitória só os traz até a posição 23, mas para um time que estava entre os três piores da NFL, está excelente. No final da história, não irá a lugar nenhum, mas pelo menos nos fará dar boas risadas ao longo da temporada.

22 – Buffalo Bills

A defesa foi bem, cedendo apenas 13 pontos em Baltimore. A decepção ficou por conta do ataque liderado por Tyrod Taylor, que mal passou para 100 jardas. LeSean McCoy foi o responsável pelo único touchdown do Bills, o que é muito pouco. Rex Ryan precisará fazer milagres para levar este time aos playoffs – não dará tempo e será demitido antes.

21 – New York Jets

O sistema defensivo não conseguiu segurar o ataque de Cincinnati (que basicamente se resumia a AJ Green) e Fitzpatrick foi mal. New York depende muito dele, o que diz muito sobre tudo e sobre nada. E a grande verdade é que Ryan dificilmente conseguirá repetir as atuações do ano passado. Será mais uma vez coadjuvante em uma divisão que, todos sabemos, tem dono.

20 – Indianapolis Colts

Um excelente quarterback, que quase todo jogo lançará para 400 jardas e 4 TDs, ajudando o ataque a fazer mais de 30 pontos. Mas a defesa não vai segurar ninguém e tomará 40. Melhor seriam 11 cones. Pobre Luck!

Fodeu, tô sozinho!

Fodeu, tô sozinho!

19 – New Orleans Saints

Liderado pelo monstro Drew Brees, o ataque conseguiu anotar 34 pontos (destaque para o TD de 98 jardas de Brandin Cooks, o mais longo da história do Saints), mas a defesa é inexistente e não conseguiu segurar o Raiders em casa. Esta será a história de New Orleans na temporada 2016: anotar uma porrada de pontos e ceder a mesma quantia (algumas vezes mais, algumas vezes menos).

18 – Miami Dolphins

Surpreendeu e quase (de novo, Miami) venceu o Seahawks em Seattle. Excelente trabalho da defesa, que segurou o ataque adversário em apenas 12 pontos. A grande dúvida fica no ataque, com o eternamente inoperante Ryan “esse ano vai” Tannehill e Arian Foster, que apesar de excelente, não consegue ficar longe das lesões e em breve estará no IR e não em um campo de football.

17 – Baltimore Ravens

A defesa foi muito eficiente, permitindo apenas 7 pontos do Buffalo Bills. Destaque para Terell Suggs, que retornou de uma lesão no tendão de Aquiles e conseguiu seu sack habitual. Flacco foi consistente, apesar de um fumble e acertou um belo passe para os restos mortais de MIKE WALLACE (ele mesmo!) anotar o único TD do Ravens na partida.

16 – Tampa Bay Bucaneers

Apesar da interceptação, Jameis Winston lançaou para 4 TDs e quase 300 jardas. Doug Martin, porém, foi mal no jogo corrido, com média de apenas 3,4 jardas por tentativa contra a fraca defesa de Atlanta. Destaque positivo para o LB Kwon Alexander, que além de um sack, conseguiu DEZESSETE tackles. Sim, nós contamos!

15 – Detroit Lions

Apesar do duelo com defesas inexistentes, o ataque surpreendeu e conseguiu superar o Colts. Stafford foi MUITO bem (não creio que escrevemos isso) lançando para 3 TDs e postando um rating perfeito. A combinação Abdullah (que não sofreu fumble!) e Theo Riddick foi extremamente efetiva: ambos somados totalizaram 228 jardas e 3 TDs. O que isso quer dizer? Nada, já que não chegará em lugar nenhum e em dezembro todos já estarão de férias.

14 – New York Giants

Venceu apertado um Dallas Cowboys que contou com dois rookies como principais jogadores no ataque. Destaque para os 3 TDs lançados pelo melhor Manning da família, e pelo touchdown anotado por Victor Cruz (sim, ele mesmo). Sofrerá para estar nos playoffs, mas por estar na divisão mais fraca da NFL, tem grandes chances de chegar. Isso os coloca como candidatos ao título, pois sabemos o que acontece quando o Giants desacreditado chega tropeçando na pós-temporada (não é, Patriots?).

Dança da manivela!

Dança da manivela!

13 – Oakland Raiders

Em um jogo em que as defesas não apareceram, o Raiders venceu o Saints em uma CONVERSÃO DE 2 PONTOS SEM NENHUM SENTIDO LÓGICO no finalzinho da partida. Sério, merecia a vitória só pela tentativa ousada & alegre. Carr passou para mais de 300 jardas – quase metade para Amari Cooper – mas, apesar de estar enfrentando Drew Brees, esperava-se um pouco mais da defesa.

12 – Jacksonville Jaguars

Jogando em casa, esteve perto de vencer o Green Bay Packers de Aaron Rodgers. A defesa segurou o Packers em 27 pontos (o que não é bom, mas considerando o que ela fazia há um ano, é uma grande evolução). A decepção ficou por conta do jogo corrido, que totalizou apenas 48 jardas em 26 tentativas. Brigará para chegar aos playoffs – e como escolhemos acreditar, chegará.

11 – Kansas City Chiefs

Mesmo com desfalques importantes na defesa, conseguiu uma grande virada contra o San Diego Chargers. Spencer Ware amassou jardas correndo e recebendo, o que deixa o torcedor do Chiefs tranquilo – já que Jamaal Charles voltará e se machucará novamente, um roteiro inevitável. Já Alex Smith foi sólido como sempre, correndo para o TD da vitória – mas sabemos que, no final da história, apenas solidez não é suficiente para ir longe nos playoffs.

10 – Minnesota Vikings

Apesar da imensa dificuldade no ataque (tanto aéreo quanto terrestre), a defesa colocou o time nas costas e venceu o jogo. Blair Walsh errou 2 FGs, o que deve ter trazido lembranças muito tristes aos torcedores do Vikings. Já Peterson conseguiu apenas 31 jardas em 19 tentativas, uma média horrorosa de 1,6 jardas. O time deve melhorar com a entrada de Bradford, se ele ficar saudável (não ficará). Resta saber até onde a defesa pode carregar o time.

9 – Pittsburgh Steelers

Destruiu o Redskins, com destaque para Big Ben e, lógico, Antonio Brown. Apesar das dúvidas, a defesa se comportou muito bem contra Washington (o que, convenhamos, não significa grande coisa). DeAngelo Williams foi excelente, mas o time melhorará ainda mais com a volta de Bell. Estará nos playoffs, mas dificilmente chegará longe – o que pode mudar se enfrentar o Bengals.

8 – Houston Texans

Osweiler foi bem – apesar da interceptação – e pareceu se entender com Hopkins (não que isso seja difícil) e o calouro Will Fuller. Lamar Miller passou das 100 jardas corridas e a defesa cedeu apenas 14 pontos (acalmem-se: sabemos que foi contra o Bears). Deve vencer a divisão, apesar da forte ameaça vindo de Jacksonville. Já venceram com Brian Hoyer, por que não venceriam com um QB que consegue andar em linha reta sem tropeçar nas próprias pernas?

7 – Cincinnati Bengals

Bela vitória contra a forte defesa do Jets. AJ Green jogou como se Revis não existisse e Dalton pareceu não sentir tanta falta assim de Sanu, Marvin Jones e Eifert (que retorna nas próximas semanas). Resta saber se o time consegue manter a compostura e deixa de fazer merdas em sequência para entregar jogos ganhos nos playoffs (oi, Pittsburgh!).

[spoiler: vai arregar na pós-temporada]

Easy like sunday morning

Easy like sunday morning

6 – Arizona Cardinals

No fundo, perdeu por culpa do kicker, que errou um field goal nos últimos segundos de jogo – aparentemente todos os jogadores da posição estão com inveja de Blair Walsh. De qualquer forma, o Cardinals tinha tudo para vencer a partida contra um Patriots sem Brady, Gronk e Nate Solder. Mesmo assim, se lascou. Palmer pareceu não estar na mesma freqüência que seus WRs – com exceção de Larry Fitzgerald, que não envelhece e provavelmente não nasceu no mesmo planeta que nós. Com vários pontos de interrogação na defesa, brigará com Seattle pelo título de sua divisão, quer vocês gostem ou não.

[OBS: opinião isenta de clubismo]

5 – Carolina Panthers

Foi bem “menos triste” do que no Super Bowl, mas Cam não foi o Cam MVP da temporada regular do ano passado. Ainda assim, Carolina não venceu graças a um FG perdido por Graham Gano, reforçando nossa tese de que kickers não deveria existir (exceto os que se chamam Justin Tucker). Mesmo com a derrota na estreia, o Panthers levará com facilidade sua divisão e tem tudo para chegar forte nos playoffs.

4 – Seattle Seahawks

Seattle sofreu (e muito) para ganhar do Dolphins em casa – mas mesmo assim, uma vitória é uma vitória. A defesa como sempre foi muito sólida – resta saber como estará o tornozelo de Russel Wilson para a próxima semana. Mesmo assim brigará pelo título da NFC West com Arizona.

3 – Green Bay Packers

Ah, mas sofreu para ganhar do Jaguars” – por incapacidade do Packers ou mérito de Jacksonville? Preferimos acreditar que o time liderado por Blake Bortles incomodará bastante nesta temporada. O tempo dirá se estamos certos (provavelmente não). Com o melhor QB da liga, Jordy Nelson voltando e Lacy correndo como se fosse ficar magro eternamente, Green Bay fica na terceira posição após a primeira rodada.

2 – Denver Broncos

Por pior que Manning tenha jogado ano passado sua capacidade de ler defesas adversárias e mudar jogadas na linha de scrimmage não será igualada por Siemian nem em 300 anos. Mesmo assim, o time do Colorado conseguiu sair com a vitória novamente frente ao Carolina Panthers de Newton e Kuechly. Está nascendo uma nova freguesia?

1 – New England Patriots

Fãs de Denver: sabemos que ganhar do forte time do Panthers com TREVOR SIEMIAN como QB é um grande feito, mas ir até o deserto, sem seu QB titular, sem o melhor TE da liga, sem seu melhor jogador de linha ofensiva, contra um forte time do Cardinals que (aparentemente) se reforçou ainda mais para esta temporada, é um feito maior. Garoppolo esteve muito bem, assim como a defesa e, polêmicas a parte, Belichick é o melhor técnico da NFL e mostrou isso mais uma vez no SNF em Arizona.