Power Ranking #17 – Que pena que acaboooo-oou-ou (ou choremos pelo Raiders)

02/jan/17


E chegamos ao fim da temporada regular e, com ele, chegamos ao fim de uma bela sequência de grandes Power Rankings incorretos. Por um lado, a tortura de ler tantas bobeiras vai acabar; por outro, diminuirão as risadas que se podia tirar toda semana das CERTEZAS DESTRUÍDAS.

Quando os power rankers não concordam: San Diego Chargers (+6)

Triste realidade: Oakland Raiders (-7)

32 – Jacksonville Jaguars (3-13 / -5)

Lembra quando eram os queridinhos do Pick Six? Vamos ver se tirar Tom Coughlin da tranquila aposentadoria consegue ressuscitar a equipe e trazer o potencial que esperávamos deles no começo da temporada.

31 – Chicago Bears (3-13 / -3)

Vi o jogo contra os Vikings e talvez seja o time com maior número de jogadores irreconhecíveis ou medíocres da NFL. Depois de 17 rodadas, algo deveríamos ter. Bônus: O QB jovem do futuro testado se chama “Fales”, que não se lê igual a “fails” à toa.

30 – Los Angeles Rams (4-12 / +1)

Jeff Fisher prometeu e cumpriu: “No 7-9 or 8-8 bullshit this year”. 4-12 e 44 pontos e Jared Goff decepcionante são uma boa maneira de começar um 2017 que será difícil, adicionando um rival de cidade que promete ofuscá-los. PELO MENOS O ESTÁDIO EM 2019 SERÁ BONITÃO.

29 – Alabama Crimson Tide / Clemson Tigers (Previamente unranked)

Homenageando os Browns retirando-os para evitar as palavras feias. É válido dizer que um time de college não bateria de frente com os times principais da NFL, mas parece óbvio que um dos dois da grande final do college deveria vencer um time cheio de reservas do nível de Landry Jones – ao contrário de Cleveland, que sofreu e muito.

28 – San Francisco 49ers (2-14 / +1)

O time deu uma canseira em um Seattle jogando meio-sério e Kaepernick, momentaneamente, parece decente. Mas a subida no ranking é mais por ter se livrado de Trent Baalke e de Chip Kelly. Há esperança (de pelo menos as cagadas não serem tão óbvias)!

27 – New York Jets (5-11 / +5)

Talvez no jogo mais ignorado da rodada, surraram Buffalo, com direito ao TD mais bizarro de uma temporada em que tivemos um passe de nose tackle. Ou talvez o melhor onside kick da história.

26 – Buffalo Bills (7-9 / -1)

Quem diria que demitir Rex Ryan faria a equipe AUMENTAR os erros mentais. Pelo menos o jogo contra os Jets também serviu para desistirem totalmente de EJ Manuel e aceitarem que Tyrod Taylor é um bom QB – se decidirem que não, algum time mais inteligente terá sorte de contratá-lo. Bônus: lembremos que o senhor Murilo Basso DUVIDOU da capacidade do time de perder para Fitzpatrick.

25 – Carolina Panthers (6-10 / -1)

Se tem um time que não poderia desejar mais o fim dessa temporada e o começo de uma nova, é o Panthers. Acabou, finalmente. Quem sabe em setembro o time volte ao normal, ou tenhamos a confirmação de que 2015 foi só ilusão.

Quem lembra?

24 – Indianapolis Colts (8-8 / -3)

No primeiro tempo, parecia que a temporada horrorosa ia acabar da maneira mais deprimente possível, acumulando duas derrotas para Jacksonville. Por sorte, Bortles e cia pareceram se preocupar mais com uma melhor escolha no draft e com não manter Doug Marrone como head coach e abriram as pernas. O futuro não parece tão bom para Luck.

23 – Philadelphia Eagles (7-9 / -1)

Ficou a dúvida entre o posicionamento de Eagles e Colts. Carson Wentz obviamente é pior do que Luck, mas Philadelphia tem um grupo ao redor para desenvolver seu jovem QB.

22 – New Orleans Saints (8-8 / -3)

“Das 9 temporadas de QBs com mais de 5000 jardas passadas, Drew Brees tem 5.”, foi a estatística mais bonita da semana 17. Obviamente, Brees é um ET. É uma pena que esse extraterrestre esteja ficando tão rico a custas de não ter um time decente ao seu redor, especialmente qualquer coisa que lembre uma defesa, desperdiçando seus anos dourados.

21 – Cincinnati Bengals (6-9-1 / +2)

FINALMENTE NOS LIVRAMOS DE UMA DERROTA ÓBVIA NOS PLAYOFFS! Depois de 24 anos (ou algo parecido), Andy Dalton e Marvin Lewis nos poupam de outra vergonha alheia em janeiro. O time deveria aproveitar a chance de se livrar de Lewis, mas não acontecerá e devemos voltar aos velhos hábitos em 2017.

20 – Los Angeles Chargers (5-11 / +6)

Vamos chamar o ex-time de Mike McCoy como deverão ser chamados em breve. A campanha de apenas 5 vitórias parece um pouco injusta em relação à qualidade do time (somando lesões à alta qualidade da divisão), o que pode dar esperança em relação à mudança, supondo que Philip Rivers esteja disposto a levar toda a prole para a cidade grande.

19 – Arizona Cardinals (7-8-1 / -1)

A divertida surra em Los Angeles acabou com uma nuvem negra: a lesão de David Johnson. Aparentemente, nenhum ligamento explodiu, o que é bom. Por outro lado, lesões em cartilagem podem causar dores que diminuiriam a jovem carreira do craque.

18 – Baltimore Ravens (8-8 / -5)

Já escrevi sobre Bengals, Eagles e Saints. Chega de times com que ninguém se importa.

17 – Minnesota Vikings (8-8 / +3)

A defesa voltou a parecer a máquina de outrora, mas é importante levar em conta que foi contra o time horroroso de Chicago. Sam Bradford bateu o recorde de Drew Brees de maior porcentagem de passes completos da história. Quem sabe 2017 finalmente seja o ano em que o time produza tudo o que pode, não acumulando tantas lesões (eu tenho que torcer).

16 – Houston Texans (9-7 / -1)

Perderam para os merecedores vencedores da AFC South, com um detalhe: liderados por Matt Cassel. Para ajudar, Tom Savage saiu com suspeita de concussão e, mesmo superando os protocolos, não voltou. Bill O’Brien não tem QB definido para os playoffs e, por melhor que a defesa jogue, isso dificilmente acaba bem.

15 – Tennessee Titans (9-7 / +1)

CAMPEÕES MORAIS DA AFC SOUTH. Não fosse os pequenos vacilos nos pequenos detalhes, estariam nos playoffs e seriam ameaçadores se Marcus Mariota estivesse saudável. Olhos bem abertos nesse time para setembro.

14 – Denver Broncos (9-7 / 0)

Gary Kubiak olhou para Trevor Siemian e depois para Paxton Lynch e resolveu que a melhor opção era aposentar-se. Brincadeiras à parte, que Kubiak possa melhorar de seus problemas de saúde. De qualquer forma, a defesa do time liderada por Von Miller torna a vaga de treinador da equipe a mais interessante das disponíveis.

Não olhe muito. Pode acabar te aposentando.

13 – Washington Redskins (8-8 / -1)

A PIPOCADA DO ANO. Claro que os Giants jogaram muito mais sério do que se esperava deles, mas quem realmente tinha interesse no jogo era Washington. Kirk Cousins perdeu preciosos milhões de dólares, o que a longo prazo pode acabar sendo vantajoso para a equipe da capital.

12 – Tampa Bay Buccaneers (9-7 / +5)

Entre os times que ficaram ali na boca para chegar aos playoffs, provavelmente os Buccaneers seriam o mais divertido para chegar lá. A exemplo do Mariota Titans, a equipe de Jameis Winston é outra a manter-se de olho bem aberto para esse ano.

11 – Miami Dolphins (10-6 / -1)

O time chegar aos playoffs já é um grande feito depois de começar a temporada tão desacreditados. Entretanto, o jogo contra os Patriots mostra a diferença de nível para as equipes realmente de elite. Deverá sofrer na mão dos Steelers descansados, mas a temporada deve ser considerada excelente de qualquer maneira.

10 – Oakland Raiders (12-4 / -7)

Se Derek Carr estar machucado já era dolorido, agora com Matt McGloin também lesionado as coisas ficaram ainda mais difíceis. Duas coisas motivam otimismo: Tom Savage ou Brock Osweiller não se destacam sobre qualquer QB profissional, além de Connor Cook ter sido considerado um prospect de primeira rodada em certos pontos do ano passado.

09 – Detroit Lions (9-7 / +2)

O Miami da conferência nacional. A grande conquista e surpresa é ter chegado aos playoffs, graças à pipocada de Washington durante a tarde. A diferença é que, bem ou mal, Matthew Stafford ainda é superior a qualquer QB que os Dolphins tenham.

08 – Seattle Seahawks (10-5-1 / 0)

Agora começa a temporada de verdade para os Seahawks, depois de terem simplesmente planado para os playoffs. Explorar a falta de Earl Thomas é a única possibilidade para que o time perca para os Lions, mas é improvável que isso aconteça.

07 – Green Bay Packers (10-6 / +1)

Aaron Rodgers é um ET; e não dos ETs legais que querem melhorar a nossa sociedade à la ET Bilu. Pior do que isso: mesmo em um ano mediano para os seus padrões, ele tem muito mais pinta de MVP que o tal Matty Ice, né?

06 – Atlanta Falcons (10-6 / 0)

Matt Ryan não tem pedigree de MVP, mas sua produção é comparável ao Brady de 2007, com o mesmo rating inclusive. Mesmo assim, grandes ataques acabam tropeçando nos playoffs historicamente. Veremos.

O seu MVP tem essa cara de idiota?

05 – Pittsburgh Steelers (11-5 / 0)

Não há muito o que comentar sobre o time essa semana, já que pouparam praticamente todos os titulares de interesse (e ainda assim ganharam dos medíocres Browns). Bem descansados, passar facilmente pelos Dolphins é obrigação.

04 – New York Giants (11-5 / +5)

É difícil, por exemplo, visualizar Matt Ryan vencendo essa defesa dos Giants. E o toque de crueldade para derrubar os Redskins mostra que o time está caliente na hora certa, e foi assim que aconteceu em 2008 e 2012. Contra um Brady aparentemente imparável. Coincidências?

03 – Kansas City Chiefs (12-4 / +1)

Tyreek Hill deveria ser candidato a MVP. Infelizmente para o esporte, ele só explodiu na segunda metade da temporada. De qualquer forma, se Alex Smith é conservador demais, agora o time tem um jogador que pode brilhar em qualquer momento em que toque a bola.

02 – Dallas Cowboys (13-3 / 0)

A derrota para os Eagles, comandados por Mark Sanchez, é totalmente irrelevante. O drive conduzido por Tony Romo, por outro lado, bota pressão sobre o menino Dak Prescott e a pulga atrás da orelha de Jason Garrett. Independentemente do que aconteça, se não forem campeões, nos perguntaremos em fevereiro: “e se o outro fosse titular?”

01 – New England Patriots (14-2 / 0)

A conversão de 2 pontos no final do jogo contra os Dolphins foi tão fácil e bem executada que deveria servir como descrição da temporada do time. Tom Brady só não ganhará o MVP porque o resto do time é (ou pelo menos aparenta ser) muito bom também.

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